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	<title>práticas Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>práticas Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Estádios fenológicos do feijão: quais são e como identificar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 18:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os estádios fenológicos do feijoeiro representam as diferentes etapas de desenvolvimento da planta, desde a germinação até a maturação dos grãos. O ciclo é dividido em duas fases principais: vegetativa (V), que compreende os estádios V0 a V4, e reprodutiva (R), que abrange os estádios R5 a R9. Cada estádio apresenta características específicas, como a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>estádios fenológicos do feijoeiro</strong> representam as diferentes etapas de desenvolvimento da planta, desde a germinação até a maturação dos grãos. O ciclo é dividido em duas fases principais: <strong>vegetativa (V)</strong>, que compreende os estádios V0 a V4, e <strong>reprodutiva (R)</strong>, que abrange os estádios R5 a R9.</p>
<p>Cada estádio apresenta características específicas, como a emergência das plântulas, a formação das folhas, o surgimento dos botões florais, o florescimento, o desenvolvimento das vagens e o enchimento dos grãos.</p>
<p>Identificar corretamente essas fases é fundamental para orientar decisões sobre irrigação, adubação e monitoramento de pragas, doenças e plantas daninhas. Isso porque as necessidades da cultura e sua sensibilidade aos estresses variam ao longo do desenvolvimento.</p>
<p>Neste artigo, você vai conhecer os dez estádios fenológicos do feijão, aprender a identificar cada um deles e entender os principais pontos de atenção no manejo da lavoura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Estádios vegetativos do feijão: V0 a V4</h2>
<h3>V0 &#8211; Germinação das sementes</h3>
<p>Após a semeadura do feijão e com umidade no solo, as sementes irão embeber (inchar) e será desencadeado processos metabólicos, sendo observado a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" rel="noopener">germinação</a></strong>.</p>
<p>Nesta fase os cotilédones atingem a superfície do solo.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12151 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v0.jpg" alt="Estádio fenológico vegetativo V0" width="227" height="300" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h3>V1 &#8211; Emergência das plântulas</h3>
<p>Este estádio é conhecido como “cotilédone ajoelhado”, onde os cotilédones se encontram visíveis acima da superfície do solo e começam a se separar, neste momento também pode ser observado a presença de folhas primárias.</p>
<p>A partir deste estádio, até o V3 deve-se redobrar atenção com a presença de pragas de solo e desfolhadoras.</p>
<p>Nesse estádio é possível observar o ataque de patógenos de solo como: <i>Rhizoctonia solani</i> e <i>Fusarium solani</i>, para esses patógenos é necessário fazer um bom tratamento de sementes.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12152" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v1.jpg" alt="Estádio fenológico do feijão V1" width="600" height="169" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v1.jpg 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v1-300x84.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v1-370x104.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v1-270x76.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v1-740x208.jpg 740w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h3>V2 &#8211; Desenvolvimento das folhas primárias</h3>
<p>Esta fase tem início pela abertura completa das folhas primárias (unifolioladas) e termina com a abertura da primeira folha trifoliolada.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12153 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v2.jpg" alt="Estádio fenológico do feijão V2" width="539" height="409" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v2.jpg 539w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v2-300x228.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v2-370x281.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v2-270x205.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v2-80x60.jpg 80w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h3>V3 &#8211; Primeira folha trifoliolada</h3>
<p>Inicia-se com a primeira folha composta (trifoliolada) totalmente expandida e termina quando a segunda folha trifoliolada já se encontra também expandida e a terceira folha começa a se abrir.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12154" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v3.jpg" alt="Estádio fenológico do feijão V3" width="254" height="415" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v3.jpg 254w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v3-184x300.jpg 184w" sizes="auto, (max-width: 254px) 100vw, 254px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h3>V4 &#8211; Terceira folha trifoliolada</h3>
<p>Inicia-se quando a terceira folha trifoliolada se encontra totalmente aberta. Este estádio é também caracterizado pelo início do desenvolvimento dos primeiros ramos secundários (engalhamento) e termina com o surgimento dos botões florais.</p>
<p>É o estádio mais longo do desenvolvimento do feijoeiro, podendo variar de cultivar para cultivar. Entre os estádios V3 e V4 recomenda-se fazer controle preventivo com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">fungicidas</a></strong> e aplicação de herbicidas para controle de folhas largas, bem como, adubação de cobertura e aplicação de cobalto e molibdênio foliar.</p>
<p>Estresses causados em V4 por déficit hídrico, competição com plantas daninhas, deficiência nutricional, fitotoxicidade de produtos podem afetar diretamente o crescimento do feijoeiro e consequentemente reduzir a produtividade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12155" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v4.jpg" alt="Estádio fenológico do feijão V4" width="435" height="277" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v4.jpg 435w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v4-300x191.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v4-370x236.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-v4-270x172.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 435px) 100vw, 435px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/doencas-do-feijoeiro?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=webinar-doencas-feijao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38614 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/webinar-doencas-feijoeiro.png" alt="Webinar Doenças do feijoeiro" width="1024" height="359" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/webinar-doencas-feijoeiro.png 1024w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/webinar-doencas-feijoeiro-300x105.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/webinar-doencas-feijoeiro-768x269.png 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/webinar-doencas-feijoeiro-370x130.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/webinar-doencas-feijoeiro-270x95.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/webinar-doencas-feijoeiro-740x259.png 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/webinar-doencas-feijoeiro-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Estádios reprodutivos do feijão: R5 a R9</h2>
<h3>R5 &#8211; Pré-floração e formação dos botões florais</h3>
<p>Neste estádio fenológico ocorre o desenvolvimento dos ramos secundários e dos botões florais e termina a partir da abertura da primeira flor.</p>
<p>Nesta fase, déficit hídrico e temperaturas elevadas poderão reduzir a formação de flores, que irão refletir em quebra de produtividade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12146" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r5.jpg" alt="Estádio fenológico do feijão R5" width="311" height="162" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r5.jpg 311w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r5-300x156.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r5-270x141.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 311px) 100vw, 311px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h3>R6 &#8211; Início do florescimento</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Este estádio inicia-se quando 50% das plantas apresentam flores abertas e termina quando 100% das flores estão abertas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O período compreendido entre o meio e o final do florescimento é mais sujeito ao abortamento de flores.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12147" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r6.jpg" alt="Estádio Fenológico do Feijão R6" width="270" height="385" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r6.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r6-210x300.jpg 210w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h3>R7 &#8211; Formação das primeiras vagens</h3>
<p>Neste momento, as flores que já estiverem fecundadas perdem suas pétalas e começa a formação das primeiras vagens, conhecidas como “canivetes”.</p>
<p>O final deste estádio fenológico ocorre quando as vagens atingirem seu comprimento máximo.</p>
<p>Estresses hídricos neste período podem levar a formação de grãos chochos. Deve-se atentar à presença de lagartas desfolhadoras e percevejos e nesta fase faz-se aplicação preventiva de fungicidas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12148" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r7.jpg" alt="Estádio Fenológico do Feijão R7" width="225" height="409" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r7.jpg 225w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r7-165x300.jpg 165w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h3>R8 &#8211; Enchimento das vagens e dos grãos</h3>
<p>Neste período ocorre o aumento do volume das vagens em decorrência do enchimento dos grãos. O final deste estádio é marcado pela perda da coloração verde dos grãos, os quais passam a adquirir coloração característica da cultivar, bem como, pela perda das folhas.</p>
<p>Em R8 ainda deve-se fazer o monitoramento de lagartas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejos</a></strong>, pois atacam diretamente os grãos em formação. A dessecação pode ser realizada ao final deste estádio, com objetivo de uniformizar a maturação das vagens.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12149" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r8.jpg" alt="Estádio Fenológico do Feijão R8" width="270" height="337" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r8.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r8-240x300.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h3>R9 &#8211; Maturação</h3>
<p>Neste momento, as vagens começam a secar e perder sua coloração e as sementes passam a ter brilho e cor específica da cultivar. Em R9 pode-se fazer a dessecação com produtos de contato, quando não tiver sido realizada ao final de R8.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12150" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r9.jpg" alt="Estádio Fenológico do Feijão R9" width="270" height="325" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r9.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/estadio-r9-249x300.jpg 249w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA </span></p>
<h2>Perguntas frequentes sobre os estádios fenológicos do feijão</h2>
<h3>1. Quais são os estádios fenológicos do feijão?</h3>
<p>O feijoeiro-comum possui dez estádios fenológicos, divididos em duas fases: vegetativa (V0, V1, V2, V3 e V4) e reprodutiva (R5, R6, R7, R8 e R9). Eles representam o desenvolvimento da cultura desde a germinação até a maturação fisiológica dos grãos.</p>
<h3>2. Qual é a diferença entre a fase vegetativa e a fase reprodutiva do feijoeiro?</h3>
<p>A fase vegetativa compreende a germinação, a emergência e o desenvolvimento das folhas e estruturas vegetativas. Já a fase reprodutiva começa com a pré-floração e envolve o florescimento, a formação das vagens, o enchimento dos grãos e a maturação. Em cultivares de crescimento indeterminado, o crescimento vegetativo pode continuar durante a fase reprodutiva.</p>
<h3>3. Como identificar o estádio fenológico do feijoeiro?</h3>
<p>A identificação é realizada pela observação de características morfológicas da planta. Na fase vegetativa, analisam-se a emergência, as folhas primárias e as folhas trifolioladas. Na fase reprodutiva, observam-se botões florais, flores, vagens e o desenvolvimento e a maturação das sementes.</p>
<h3>4. Em qual estádio fenológico o feijão começa a florescer?</h3>
<p>O florescimento começa no estádio R6, caracterizado pela abertura da primeira flor. O estádio anterior, R5, corresponde à pré-floração, quando surgem os primeiros botões florais.</p>
<h3>5. Em qual estádio ocorre a maturação do feijoeiro?</h3>
<p>A maturação fisiológica é representada pelo estádio R9, quando as vagens começam a secar e as sementes apresentam a coloração característica da cultivar. O momento adequado de colheita depende também da umidade dos grãos, das condições climáticas e do sistema de produção.</p>
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		<title>Doenças do feijão: conheça as principais e como realizar o controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 18:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
		<category><![CDATA[feijoeiro]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cultivo de feijão é uma das principais atividades agrícolas do país, tanto pela área cultivada quanto pelo valor agregado. Entre os fatores que limitam a produtividade, se destaca a ocorrência de doenças do feijão, as quais podem causar perdas superiores a 50% na produção ou até mesmo perdas totais caso não seja empregado o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cultivo de feijão é uma das principais atividades agrícolas do país, tanto pela área cultivada quanto pelo valor agregado.</p>
<p>Entre os fatores que limitam a produtividade, se destaca a ocorrência de doenças do feijão, as quais podem causar perdas superiores a 50% na produção ou até mesmo perdas totais caso não seja empregado o manejo adequado.</p>
<p><strong>Existem mais de 200 doenças que afetam o feijoeiro</strong>, que podem ser causadas por fungos, bactérias e vírus.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Principais doenças do feijão</h2>
<p>Na tabela a seguir, são apresentadas as principais doenças que afetam o feijoeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41637" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao.png" alt="Principais doenças do feijão " width="844" height="627" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao.png 844w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-300x223.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-768x571.png 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-370x275.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-270x201.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-740x550.png 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-80x60.png 80w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-150x111.png 150w" sizes="auto, (max-width: 844px) 100vw, 844px" /></p>
<h2>Doenças no cultivo do feijão de sequeiro e irrigado</h2>
<p>O sistema de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/feijoeiro-comum-no-brasil-origem-e-historico-do-cultivo/" target="_blank" rel="noopener">cultivo de feijão</a></strong> irrigado e a qualidade das sementes favorece a infecção de fungos de solos e pode aumentar a dispersão dos fungos que colonizam a parte aérea do feijoeiro.</p>
<p>No sistema de sequeiro podemos citar duas doenças que possuem potencial para causar sérios danos à cultura. São elas: <strong>a antracnose e o mofo-branco.</strong></p>
<p>Neste artigo vamos dar foco a essas duas doenças que afetam a produtividade e a qualidade dos grãos.</p>
<h2>Condições climáticas que favorecem o desenvolvimento da antracnose e do mofo-branco</h2>
<p>A antracnose tem seu desenvolvimento potencializado em temperaturas que variam entre 13ºC e 26ºC e com alta umidade relativa do ar.</p>
<p>A alta umidade também favorece a ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mofo-branco-no-feijoeiro/" target="_blank" rel="noopener">mofo-branco</a></strong>, porém a temperatura ótima para o desenvolvimento da doença está entre 15ºC e 25ºC e dias com pouca radiação solar.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas da antracnose e do mofo-branco</h2>
<p>Os sintomas da antracnose podem se manifestar em toda parte aérea da planta, com o desenvolvimento da doença surgem lesões deprimidas de coloração marrom-escura tanto na haste quanto no caule da planta.</p>
<p>Nas folhas a manifestação da doença se dá na parte abaxial ao longo das nervuras que levam ao estrangulamento da nervura e adquirem coloração marrom-escura.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4571" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-225x300.jpg" alt=" Lesão de atracnose em folha de feijão" width="350" height="467" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-225x300.jpg 225w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4.jpg 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-370x493.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-270x360.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-740x987.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lesão de antracnose em folha de feijão</span></p>
<p>Nas vagens as lesões são bem definidas com formato arredondado e com tamanho variável, possuem o centro da lesão claro e com um anel negro delimitando.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4572 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro5.jpg" alt="Vagem com sintoma de atracnose" width="324" height="537" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro5.jpg 324w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro5-181x300.jpg 181w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro5-270x448.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 324px) 100vw, 324px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Vagem com sintoma de atracnose</span></p>
<p>Os sintomas de mofo-branco apresentam inicialmente lesões encharcadas que atingem tanto a haste quanto o caule das plantas podendo se expressar nas folhas e vagens. Após a infecção do tecido ocorre a formação de micélio cotonoso.</p>
<p>Com a evolução da doença os tecidos apresentam podridão e as folhas das plantas ficam com aspecto carijó, amareladas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4573" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-300x225.jpg" alt="Vagens com sintoma de mofo-branco" width="550" height="413" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-300x225.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-768x576.jpg 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6.jpg 1024w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-370x278.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-270x203.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-740x555.jpg 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Vagens com sintoma de mofo-branco</span></p>
<h2>Como realizar o manejo da antracnose e do mofo-branco?</h2>
<ul>
<li>Para evitar as perdas ocasionadas por essas doenças sugere-se evitar o plantio de feijão após feijão, evitando também áreas com histórico das doenças.</li>
<li>Realizar o planejamento do plantio a fim de evitar que a cultura seja cultivada em períodos frios principalmente a fase inicial da cultura.</li>
<li>Utilizar sementes de qualidade com certificação e realizar análise fitossanitária das mesmas.</li>
<li>Adotar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong> visando aumentar a palhada no solo, em trabalhos atuais as palhadas de milheto e trigo tem se mostrado efetiva para o manejo das doenças.</li>
</ul>
<h3>Manejo químico para essas doenças</h3>
<p>O manejo químico é outra ferramenta para se trabalhar com estas doenças. Na tabela a seguir, são apresentados alguns dos principais ingredientes ativos e doses recomendas para controle de antracnose e mofo-branco.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41638" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao.png" alt="Manejo químico da antracnose e mofo branco" width="492" height="328" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao.png 492w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao-300x200.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao-370x247.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao-270x180.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ingredientes ativos recomendado para o manejo de antracnose e mofo-branco</span></p>
<p>Para a antracnose além dos dois ingredientes ativos citados na tabela, é comum integrar ao manejo o uso de triazóis e estrobilurinas.</p>
<p>As aplicações para o manejo destas doenças devem ser realizadas de maneira sequencial com produtos separados ou associados variando de acordo com a pressão da doença.</p>
<p>A época e o número de aplicações são dependentes do sistema de cultivo, das condições climáticas e do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-feijoeiro/" target="_blank" rel="noopener">estádio fenológico</a></strong> da lavoura.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/doencas-do-feijao/">Doenças do feijão: conheça as principais e como realizar o controle</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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