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	<title>Rehagro News | Rehagro Blog</title>
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	<title>Rehagro News | Rehagro Blog</title>
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		<title>Por que algumas fazendas de leite são mais lucrativas e outras não?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[REHAGRO NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[lucratividade]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de leite vem de uma sequência de anos bons, e isso aparece nos números. Em um grupo de cerca de cem fazendas que acompanho de perto — com dados conciliados com o banco e auditados, não com o que o produtor declara de memória —, o lucro operacional médio em 2025 foi de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de leite vem de uma sequência de anos bons, e isso aparece nos números. Em um grupo de cerca de cem fazendas que acompanho de perto — com dados conciliados com o banco e auditados, não com o que o produtor declara de memória —, <strong>o lucro operacional médio em 2025 foi de R$ 0,72 por litro, e o grupo das mais lucrativas chegou a R$ 1,12</strong>. Tem propriedade rodando com 30% ou mais de resultado. É muito dinheiro para uma atividade vista, durante muito tempo, como de margem apertada.</p>
<p>Em 2026, os números ainda são parciais e pegam justamente a virada de ano, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-no-preco-do-leite-como-planejar-o-caixa-da-fazenda/">quando o preço caiu</a></strong>; por isso o lucro médio recua para R$ 0,45. Mesmo assim, o grupo de cima segue acima de R$ 0,80. E é aí que mora a parte incômoda: entre as fazendas acompanhadas, com o mesmo mercado pela frente, convivem fazendas no prejuízo e fazendas muito lucrativas. <strong>A pergunta não é se o leite dá dinheiro</strong> — dá —, <strong>mas porque algumas ganham e outras não</strong>, muitas vezes na mesma região, no mesmo sistema, vendendo o mesmo produto.</p>
<h2>O que não explica a diferença</h2>
<p><strong>Não é o sistema</strong>. Pasto, semiconfinamento ou confinamento, há fazendas de todos os tipos, tanto entre as melhores quanto entre as piores. O que separa não é a escolha do sistema, e sim o respeito a ele: forçar média alta com um animal exigente demais para a realidade da fazenda quase sempre fica atrás de quem trabalha dentro da própria vocação.</p>
<p><strong>Não é o tamanho</strong>. Existe algum ganho associado à escala, mas a dispersão é grande: há fazenda pequena no topo e grande no quartil inferior. O porte ajuda, mas não decide. O pequeno que enxerga a fazenda como negócio e faz o dever de casa compete de igual para igual.</p>
<p><strong>E o mercado importa, mas de outro jeito</strong>. Quando o preço do leite cai, o resultado cai para quase todo mundo junto — da virada de 2025 para 2026 a média de preço recuou perto de R$ 0,27 por litro, e o custo nem se mexeu. Só que o preço é exatamente a variável que o produtor não controla. O problema é quando ele vira muleta para não mexer no que está, sim, ao alcance da porteira para dentro. O mercado explica por que o ano foi melhor ou pior; a eficiência explica quem ganha dinheiro dentro do mesmo ano.</p>
<h2>Antes de tudo, o produtor tem que ser um bom agricultor</h2>
<p><strong>Produtor de leite que prospera é, antes, um bom agricultor</strong>. A alimentação é mais da metade do custo, e o volumoso é o alimento mais barato por quilo de matéria seca, desde que produzido com eficiência. No pasto, isso é forragem bem manejada; no confinamento, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-milho-na-producao-leiteira-como-melhorar-a-qualidade-digestibilidade-e-eficiencia-animal/">uma boa silagem de milho</a></strong>, que supre a energia da vaca da forma mais econômica. E quantidade pesa tanto quanto qualidade. Quem domina a lavoura larga na frente porque tem, ao mesmo tempo, o custo mais baixo e a melhor matéria-prima para a vaca.</p>
<h2>A gestão deixa de olhar o passado e passa a dirigir</h2>
<p>Por muito tempo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/">gestão financeira</a></strong> foi sinônimo de controle de custos: decidia-se a técnica e, no fim, media-se o quanto sobrou. Funciona como retrato, mas não ajuda a decidir nada. A virada é inverter a lógica: em vez de começar pela técnica e medir o lucro no fim, parte-se do potencial do negócio — o que uma operação desse tamanho é capaz de gerar e se isso atende à expectativa da família. A partir daí se monta um plano que costura nutrição, reprodução, sanidade e recria em torno de um objetivo só.</p>
<p>Isso resolve um problema silencioso. O produtor é puxado para todos os lados: cada técnico quer o seu indicador, e sem um norte comum ele não sabe o que priorizar. Funciona como um GPS: o destino está definido e, a cada desvio, a rota é recalculada. O orçamento dos próximos doze meses deixa de ser peça que se engaveta e vira instrumento vivo, revisto a cada visita. Quem planeja às vezes erra; quem não planeja às vezes acerta, mas é o plano que mantém a fazenda mirando o resultado certo quando o cenário muda.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/planilha-fluxo-caixa-propriedade-leiteira?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-fluxo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39665 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa.png" alt="Planilha fluxo de caixa de fazenda leiteira" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Caixa não é lucro</h2>
<p><strong>Tem uma armadilha que pega até produtor eficiente: confundir lucro com caixa</strong>. Dá para ter uma fazenda lucrativa e, ao mesmo tempo, apertada de caixa a ponto de quebrar. O lucro mede a eficiência da operação; o caixa carrega tudo o que se movimenta na conta: investimento, financiamento, juros.</p>
<p>Não é exagero dizer que, em boa parte das fazendas, o principal sócio é o banco. Daí a regra das que atravessam bem os anos bons e os ruins: entender o tamanho da própria caixa d&#8217;água, planejar o fluxo e olhar para a frente. Em tempo de preço alto, a certeza é que a crise vem; em tempo de crise, que vai melhorar. Para quem está começando a se organizar, o conselho é o mesmo: comece pelo fluxo de caixa.</p>
<h2>Inconformismo apoiado em dados</h2>
<p>Há um traço que se repete entre os líderes das fazendas mais lucrativas: o inconformismo. Se incomodam com resultado mediano — se alguém dá conta, eu também tenho que dar. Só que inconformismo sem direção vira estresse; ele rende quando se apoia em dados. <strong>É por isso que</strong> <strong>comparar fazendas tem tanto valor</strong>: achar a própria eficiência só significa algo quando se sabe se ela está boa ou ruim em relação a fazendas parecidas. Padronizando os dados pela unidade produtiva, dá para confrontar grande com pequena de forma justa e mostrar, sem rodeio, onde o produtor é eficiente e onde está vazando dinheiro.</p>
<h2>Liderança e gente</h2>
<p>Por mais que a tecnologia avance, a <strong>pecuária de leite continua intensiva em mão de obra e em rotina diária</strong>. Ajuda a enxergar isso como uma cadeira de três pés: as ferramentas de gestão, para medir o conhecimento técnico, para saber o que fazer; e a liderança, para fazer acontecer. Falta um pé, a cadeira não para em pé. E a própria gestão engaja: quando se leva o resultado de cada setor para quem executa, o número vira motivação, e as pessoas passam a sugerir melhorias que dificilmente sairiam do escritório. Empresa boa não se sustenta sem gente boa, e isso vale para fazenda como para qualquer negócio.</p>
<p>No fim das contas, a diferença entre uma fazenda que prospera e uma que apenas sobrevive raramente está num segredo técnico isolado. Está na combinação, repetida com disciplina, de boa agricultura, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-da-fazenda/">gestão dirigindo a estratégia</a></strong>, respeito ao caixa, inconformismo apoiado em dados e liderança de gente. O resto é consequência.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio rentável e sustentável</h2>
<p>Muitos produtores focam apenas em aumentar a produção, mas esquecem que o verdadeiro diferencial está na gestão.</p>
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<p>_________________</p>
<p><i>Este conteúdo foi publicado originalmente na CNN Brasil em 26/06/2026. Publicamos a íntegra aqui com autorização da CNN e do autor para facilitar o acesso ao nosso público especializado. </i></p>
<p><i>Autor: Vitor Barros, Médico-veterinário pela UFMG e Coordenador do Núcleo de Gestão Leite do Rehagro.</i></p>
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		<title>Reforma tributária no agronegócio: o que muda para o produtor rural</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/reforma-tributaria-no-agronegocio-o-que-muda-para-o-produtor-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[REHAGRO NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[tributação rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro consolidou-se, nas últimas décadas, como a principal locomotiva econômica do país. Responsável por aproximadamente 25% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2025, o setor não apenas alimenta a população brasileira, mas também desempenha um papel geopolítico crucial na segurança alimentar global. A aprovação da Reforma Tributária, contudo, (EC nº 132/2023 _ [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agronegocio-no-brasil-qual-o-seu-papel-e-importancia/">agronegócio brasileiro</a></strong> consolidou-se, nas últimas décadas, como a principal locomotiva econômica do país. Responsável por aproximadamente <strong>25% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2025</strong>, o setor não apenas alimenta a população brasileira, mas também desempenha um papel geopolítico crucial na segurança alimentar global.</p>
<p>A aprovação da Reforma Tributária, contudo, (EC nº 132/2023 _ LC nº 214/2025) trouxe uma profunda reestruturação no sistema tributário nacional, cujos reflexos práticos alteram de forma definitiva o cotidiano &#8220;dentro e fora da porteira&#8221;.</p>
<p>A transição de um modelo tributário fragmentado e cumulativo para o <strong>sistema de Imposto sobre o (IVA) Valor Adicionado Dual</strong>, gera dúvidas legítimas no produtor rural.</p>
<p>Analisamos cinco cadeias produtivas essenciais: <strong>soja, milho, café, gado de leite e corte</strong>, além de destacar a crescente e indispensável participação feminina na governança fiscal do setor.</p>
<h2>O que é a Reforma Tributária e como ela altera a estrutura dos impostos no campo?</h2>
<p>A Reforma Tributária sobre o consumo, instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023, representa a maior mudança estrutural na política fiscal brasileira dos últimos quarenta anos. O objetivo central é a <strong>simplificação do sistema tributário nacional</strong> por meio da unificação de cinco tributos incidentes sobre o consumo (PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS) em um modelo moderno de Imposto sobre o Valor Adicionado (IVA) Dual.</p>
<p>Para o produtor rural, a reforma altera profundamente a lógica de comercialização e de planejamento tributário. Historicamente, o setor agropecuário brasileiro estruturou-se sob um <strong>regime de ampla desoneração</strong> nas etapas iniciais da cadeia (dentro da porteira), com isenções e diferimentos de ICMS concedidos pelos estados e alíquotas zeradas de PIS e COFINS sobre a receita da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/comercializacao-de-commodities-agricolas-como-funciona/">venda de commodities</a></strong>.</p>
<p>A transição para o novo modelo, no entanto, exigirá do produtor rural uma <strong>postura proativa</strong> na gestão de seus negócios: a necessidade de digitalização e controle contábil rigoroso, sob pena de <strong>perda de competitividade no mercado interno</strong>.</p>
<h3>Quais são os novos impostos (IBS, CBS e IS) ?</h3>
<p>O novo sistema tributário brasileiro baseia-se no conceito de IVA Dual, composto por dois tributos principais que compartilham o mesmo fato gerador e a mesma base de cálculo, mas possuem competências de arrecadação distintas.</p>
<p>A <strong>Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)</strong> unifica os tributos federais (PIS e COFINS) e o <strong>Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)</strong> unifica o ICMS estadual e o ISS municipal. O <strong>Imposto Seletivo (IS)</strong>, possui finalidade regulatória e incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como cigarros e bebidas alcoólicas. É fundamental destacar que Imposto Seletivo não incide sobre bens e serviços que possuam alíquotas reduzidas, protegendo os insumos agropecuários e os alimentos destinados ao consumo humano.</p>
<h3>Como o produtor pode se beneficiar do novo sistema de créditos?</h3>
<p>No sistema tributário anterior, muitos impostos pagos na aquisição de insumos, máquinas e serviços transformavam-se em &#8220;custo escondido&#8221; ao longo da cadeia produtiva, pois o produtor rural não conseguia compensá-los ou recuperá-los integralmente, o chamado &#8220;efeito cascata&#8221;.</p>
<p>Sob a égide da <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong>, a não cumulatividade plena garante ao contribuinte o direito de apropriar-se integralmente dos créditos tributários correspondentes ao IBS e à CBS incidentes sobre todas as suas aquisições de bens, direitos e serviços utilizados em sua atividade econômica. Isso inclui desde a energia elétrica consumida na fazenda, o óleo diesel dos tratores, até os serviços de consultoria agronômica e veterinária.</p>
<p>Para se beneficiar desse sistema, o produtor rural precisará operar no regime regular como contribuinte.</p>
<h3>Qual a diferença entre produtor &#8220;contribuinte&#8221; e &#8220;não contribuinte&#8221;?</h3>
<p>O produtor rural (pessoa física ou jurídica) que obtiver <strong>receita bruta anual igual ou inferior a R$ 3,6 milhões está, por regra geral, dispensado de recolher o IBS e a CBS</strong> sobre as suas vendas. Ele é classificado como &#8220;não contribuinte&#8221;. Trata-se de uma medida de simplificação administrativa voltada a proteger o pequeno e o médio produtor da complexidade contábil do IVA.</p>
<p>Contudo, essa isenção traz uma contrapartida financeira importante: o produtor não contribuinte não pode se creditar do IBS e da CBS pagos na compra de seus insumos (como fertilizantes, sementes e maquinários).</p>
<p>Ao vender sua produção para uma agroindústria ou cooperativa, o adquirente que for contribuinte regular poderá apropriar-se de um crédito presumido, cuja alíquota será fixada por lei complementar, com o objetivo de atenuar o imposto acumulado na cadeia do pequeno produtor.</p>
<p>É vital destacar que o produtor com faturamento inferior a R$ 3,6 milhões possui a faculdade de optar voluntariamente pelo regime de contribuinte regular. <strong>Essa decisão deve ser tomada com base em um planejamento tributário minucioso.</strong></p>
<p>Se o produtor realiza investimentos pesados em tecnologia, fertilizantes de alto desempenho e maquinários modernos, o volume de créditos acumulados na entrada pode superar o imposto devido na saída, tornando a opção pelo regime de contribuinte financeiramente vantajosa.</p>
<p>O produtor que faturar <strong>acima de R$ 3,6 milhões anuais está obrigatoriamente enquadrado no regime regular de contribuição do IBS e da CBS</strong>. Ele deverá apurar e recolher os impostos sobre suas vendas, mas, em contrapartida, terá o direito de recuperar 100% dos créditos tributários incidentes sobre todas as suas compras de insumos e investimentos.</p>
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<h2>Impacto para soja e milho</h2>
<p>Com a Reforma Tributária, a soja e o milho passam a ser classificados como produtos agropecuários in natura. Conforme as diretrizes da Lei Complementar nº 214/2025, <strong>essas operações passam a usufruir de uma redução de 60% nas alíquotas padrão do IBS e da CBS.</strong></p>
<p>Importante frisar que, até o momento da publicação desse artigo, não possuímos as alíquotas efetivas, porém, para fins de exercício, considerando uma alíquota estimada em 27,5%, a alíquota efetiva incidente sobre a comercialização interna de soja e milho ficará em aproximadamente 11% (3,6% de CBS e 7,4% de IBS).</p>
<p>Essa mudança representa uma elevação significativa na carga tributária nominal da comercialização interna de grãos.</p>
<p>Para mitigar esse impacto, o produtor de soja e milho precisará de uma gestão de custos extremamente eficiente. Como os insumos agrícolas (fertilizantes, defensivos e sementes) também contam com redução de 60% ou diferimento nas operações internas, o produtor enquadrado no regime de contribuinte regular poderá utilizar os créditos dessas compras para compensar o imposto devido na venda dos grãos.</p>
<p>Nas exportações, a desoneração integral é mantida pelo princípio do destino. O grande desafio para as tradings e grandes produtores de grãos será a velocidade de ressarcimento dos créditos acumulados decorrentes das exportações. A Lei Complementar nº 214/2025 estabelece o prazo máximo de 60 dias para a devolução de créditos acumulados em operações de exportação, o que, se cumprido pelo Fisco, representará uma melhora significativa no fluxo de caixa das empresas exportadoras de soja e milho.</p>
<h2>Leite e o papel estratégico da Cesta Básica Nacional</h2>
<p>O leite in natura e o leite pasteurizado foram incluídos na Cesta Básica Nacional de Alimentos, <strong>o que lhes garante alíquota zero de IBS e CBS</strong>. Essa desoneração total visa assegurar que o preço do alimento não sofra elevações para o consumidor final.</p>
<p>Para a cadeia produtiva do leite, a alíquota zero na saída exige atenção redobrada. O produtor de leite que opera no regime de contribuinte regular acumulará créditos tributários significativos ao adquirir ração, medicamentos veterinários, ordenhadeiras mecânicas e energia elétrica para resfriamento do leite. Como a sua venda (saída) possui alíquota zero, ele não terá débitos para compensar esses créditos.</p>
<p>Para evitar o acúmulo de créditos e o consequente sufocamento financeiro do produtor, a legislação prevê mecanismos de ressarcimento rápido dos créditos acumulados ou a possibilidade de transferência desses créditos para terceiros (como fornecedores de insumos).</p>
<h2>O tratamento tributário do café</h2>
<p>A Reforma Tributária conferiu a esse produto um tratamento tributário de máxima proteção e o café também foi integrado à Cesta Básica Nacional de Alimentos com <strong>alíquota zero de IBS e CBS</strong>.</p>
<p>Essa classificação significa que o café verde (in natura) não sofre redução de 60% como os demais produtos agropecuários. Ele recebe alíquota zero integral, exatamente como o café torrado, moído ou solúvel.</p>
<p>O produtor que opera no regime de contribuinte regular, além disso, acumulará créditos tributários sobre suas compras de insumos (fertilizantes, defensivos agrícolas, sementes certificadas, maquinários e energia elétrica) e poderá compensá-los contra a alíquota zero da venda, ou requerer seu ressarcimento junto ao Fisco em até 60 dias.</p>
<h2>Como a pecuária de corte será afetada</h2>
<p>A cadeia da carne bovina apresenta uma transição tributária importante entre as suas etapas: a comercialização de gado de corte vivo entre produtores rurais, ou do produtor para o frigorífico, é classificada como operação com produto agropecuário in natura.</p>
<p>Essa transação está <strong>sujeita à alíquota reduzida em 60%, com incidência efetiva de cerca de 11% de IBS e CBS</strong>. Isso significa que o pecuarista que vende o animal para o abate deverá destacar o imposto em sua nota fiscal eletrônica, e o frigorífico adquirente registrará o crédito correspondente.</p>
<p>A carne bovina resfriada ou congelada (fora da porteira), destinada ao consumidor final, foi integrada à Cesta Básica Nacional de Alimentos, usufruindo de <strong>alíquota zero de IBS e CBS</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A implementação prática da Reforma Tributária exigirá do produtor rural uma infraestrutura digital robusta. O novo sistema de IVA Dual é essencialmente digital e em tempo real.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nota Fiscal Eletrônica (NFe) Universal</strong>: A partir de 2026, todos os produtores rurais, independentemente do porte ou faturamento, deverão emitir obrigatoriamente a Nota Fiscal Eletrônica (NFe) para acobertar a circulação de suas mercadorias.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>O Desafio do Split Payment</strong>: O sistema de Split Payment transformará a liquidação financeira das vendas do campo. Quando a cooperativa ou o frigorífico efetuar o pagamento pela compra da produção, o banco reterá automaticamente a parcela correspondente ao IBS e à CBS e a destinará ao Fisco, repassando apenas o valor líquido ao produtor.</li>
</ul>
<h2>Da operação ao lucro: aprenda a gerir fazendas de alto desempenho</h2>
<p>Fazer a fazenda produzir é diferente de fazer a fazenda lucrar. A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas</strong></a> ensina o método usado por gestores que entregam resultados consistentes: controle financeiro rigoroso, eficiência operacional e gestão baseada em dados.</p>
<p>Conheça o programa completo da pós:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-40402 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg" alt="Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>_________________<i> </i></p>
<p><i>Este conteúdo foi publicado originalmente na CNN Brasil em 10/06/2026. Publicamos a íntegra aqui com autorização da CNN e do autor para facilitar o acesso ao nosso público especializado. </i></p>
<p><i>Autor: Mauro Pureza Rossales, especialista em direito tributário e membro do Rehagro.</i></p>
<p>O post <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/reforma-tributaria-no-agronegocio-o-que-muda-para-o-produtor-rural/">Reforma tributária no agronegócio: o que muda para o produtor rural</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Carne bovina brasileira: liderança global traz novos desafios para o setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[REHAGRO NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil chegou a 2025 ocupando uma posição inédita na história da pecuária mundial: tornou-se simultaneamente o maior produtor e o maior exportador de carne bovina do planeta. No entanto, a principal questão para os próximos anos já não é quanto o país consegue produzir, mas quanto dessa produção continuará encontrando espaço nos mercados mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil chegou a 2025 ocupando uma posição inédita na história da pecuária mundial: tornou-se simultaneamente o <strong>maior produtor e o maior exportador de carne bovina do planeta</strong>. No entanto, a principal questão para os próximos anos já não é quanto o país consegue produzir, mas quanto dessa produção continuará encontrando espaço nos mercados mais relevantes do mundo.</p>
<p>Em um cenário marcado por novas exigências sanitárias, ambientais e comerciais, a competitividade da carne bovina brasileira passa a depender menos da expansão da produção e mais da capacidade de atender critérios cada vez mais rigorosos de acesso aos mercados internacionais.</p>
<p>Em 2025, <strong>o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e assumiu a liderança mundial na produção de carne bovina</strong>. O resultado reflete tanto momentos distintos do ciclo pecuário entre os dois países quanto os ganhos acumulados de produtividade observados pela pecuária brasileira nas últimas décadas.</p>
<p>No mesmo ano, o país consolidou sua liderança nas exportações, embarcando aproximadamente 3,5 milhões de toneladas e gerando receita superior a US$ 18 bilhões. O desempenho colocou o Brasil à frente de concorrentes tradicionais como Austrália e Índia e reforçou sua importância para o abastecimento global de proteína animal.</p>
<p>Esse resultado foi sustentado por uma combinação de fatores. De um lado, a <strong>elevada oferta de animais terminados</strong>, favorecida pelo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/">ciclo pecuário</a></strong> observado nos últimos anos, garantiu competitividade à indústria frigorífica. De outro, a demanda internacional permaneceu aquecida, impulsionada principalmente pelos mercados asiáticos, onde o crescimento populacional, a urbanização e o aumento da renda continuam estimulando o consumo de proteína animal.</p>
<p>Além disso, o setor foi beneficiado pelos avanços em produtividade e pela ampliação da capacidade de processamento da indústria exportadora.</p>
<p>A <strong>China </strong>permaneceu como o <strong>principal destino da carne bovina brasileira em 2025</strong>, absorvendo aproximadamente 1,68 milhão de toneladas, o equivalente a cerca de 48% de todas as exportações do setor. Em valores, o mercado chinês movimentou quase US$ 9 bilhões, consolidando-se como o principal motor da demanda externa pela proteína brasileira.</p>
<h2>Forte dependência</h2>
<p>Entretanto, a <strong>forte dependência de um único comprador</strong> também aumenta a exposição do setor a mudanças regulatórias e comerciais. As recentes medidas adotadas pela China reacenderam o debate sobre a necessidade de diversificação dos mercados compradores. Desde janeiro de 2026, o país passou a operar um sistema de cotas para importação de carne bovina, no qual os volumes enquadrados dentro da cota de 1,1 milhão de toneladas são tributados em 12%, enquanto os embarques que ultrapassam esse limite passam a ser taxados em 55%.</p>
<p>A medida ganha relevância para o Brasil porque, em 2025, o país exportou aproximadamente 1,68 milhão de toneladas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-china-o-que-e-e-quais-suas-exigencias/">carne bovina para o mercado chinês</a></strong>, volume significativamente superior à cota atualmente estabelecida. Em maio deste ano, autoridades chinesas informaram que cerca de metade da cota anual já havia sido utilizada, informação repercutida pela imprensa especializada.</p>
<p>Mantido o ritmo atual de embarques, o limite poderá ser atingido ainda em meados do ano, aumentando os custos de acesso ao principal mercado comprador da carne bovina brasileira.</p>
<p>O desafio vai além da perda potencial de receita de exportação. Caso parte desse volume deixe de ser embarcada para a China, será necessário redirecionar a produção para outros mercados ou ampliar sua absorção pelo consumo doméstico. Considerando que aproximadamente 63% da carne bovina produzida no Brasil já permanece no mercado interno, um aumento adicional da oferta poderia pressionar preços ao longo da cadeia produtiva.</p>
<h2>Aumento de oferta</h2>
<p>O primeiro reflexo tenderia a ocorrer no <strong>mercado do boi gordo</strong>. Com menor demanda da indústria exportadora, frigoríficos poderiam reduzir o ritmo de compra de animais terminados, aumentando a oferta relativa de bovinos para abate. Em um cenário de manutenção da produção e redução das exportações, a consequência natural seria uma pressão baixista sobre a arroba, especialmente nas regiões mais dependentes dos frigoríficos habilitados para exportação.</p>
<p>Por outro lado, o impacto final dependerá da <strong>capacidade do setor em abrir novos mercados</strong>, ampliar o consumo doméstico e do próprio estágio do ciclo pecuário brasileiro. Caso a oferta de animais se torne mais restrita nos próximos anos em função da retenção de fêmeas observada recentemente, parte dessa pressão poderá ser compensada por uma menor disponibilidade de bovinos para abate.</p>
<p>Se a China influencia diretamente o volume exportado e a formação dos preços do boi gordo, a União Europeia influencia os critérios que determinarão quais países terão acesso aos mercados mais rentáveis do mundo.</p>
<h2>Europa e sua influência global</h2>
<p>Embora tenha importado cerca de <strong>128,9 mil toneladas de carne bovina brasileira em 2025</strong>, volume significativamente inferior ao adquirido pelos chineses, o bloco europeu exerce influência desproporcional sobre os padrões globais de produção e comercialização. Itália e Países Baixos concentraram aproximadamente 67,8% das compras europeias de carne bovina brasileira, seguidos por Espanha, Alemanha e Bélgica.</p>
<p>Diferentemente da China, que compra volume, a União Europeia influencia regras, por isso, mesmo representando uma parcela relativamente pequena das exportações brasileiras, suas decisões costumam repercutir muito além do mercado europeu, servindo frequentemente como referência para outros importadores.</p>
<p>Além da influência regulatória, o mercado europeu possui relevância econômica por concentrar cortes de maior valor agregado e nichos premium de consumo. Mesmo representando uma parcela reduzida do volume exportado pelo Brasil, portanto, a União Europeia continua sendo estratégica para a geração de receita e para o posicionamento da carne bovina brasileira em mercados de alta exigência.</p>
<p>A implementação do <strong>Regulamento Europeu para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR)</strong>, prevista para entrar em vigor em dezembro de 2026, representa um marco nessa transformação. Rastreabilidade, monitoramento ambiental e transparência da cadeia produtiva deixam de ser diferenciais competitivos e passam a constituir requisitos mínimos para o acesso a determinados mercados.</p>
<p>Sob a ótica econômica, essas exigências podem ser interpretadas sob duas perspectivas. No curto prazo, representam custos adicionais e exigem investimentos em tecnologia, gestão e monitoramento da cadeia produtiva. No longo prazo, entretanto, tendem a favorecer os países capazes de demonstrar conformidade sanitária, ambiental e produtiva, criando barreiras de entrada para concorrentes menos estruturados.</p>
<p>Além das exigências ambientais, o Brasil também enfrenta o desafio de harmonizar seus protocolos sanitários com os padrões exigidos pelos mercados mais sofisticados. As discussões recentes envolvendo o uso de antimicrobianos específicos na produção animal demonstram que o acesso aos mercados de maior valor agregado dependerá cada vez mais da capacidade de adaptação regulatória e do alinhamento com padrões internacionais de produção.</p>
<p>A questão ganhou ainda mais relevância após a sinalização da União Europeia de que poderá restringir, a partir de setembro de 2026, a entrada de carnes e outros produtos de origem animal provenientes do Brasil caso o país não apresente garantias consideradas suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária. A medida ainda segue em discussão entre autoridades brasileiras e europeias, e o governo brasileiro sustenta que continuará exportando normalmente ao bloco enquanto busca comprovar a conformidade dos protocolos sanitários nacionais.</p>
<p>Independentemente do desfecho das negociações, o episódio reforça uma tendência cada vez mais evidente no comércio internacional de proteína animal: rastreabilidade, controle sanitário, transparência produtiva e adequação regulatória deixaram de ser apenas diferenciais competitivos e passaram a representar condições essenciais para o acesso aos mercados de maior valor agregado.</p>
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<h2>Brasil livre de febre aftosa</h2>
<p>Nesse contexto, o reconhecimento internacional do Brasil como país livre de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/">febre aftosa</a></strong> sem vacinação representa um importante avanço competitivo. Mais do que um marco sanitário, trata-se de um ativo econômico capaz de ampliar a credibilidade da carne bovina brasileira, fortalecer sua imagem perante compradores internacionais e abrir oportunidades em mercados premium.</p>
<p>Além das questões comerciais e regulatórias, a competitividade brasileira também está sendo construída dentro das fazendas. Nas últimas décadas, a pecuária nacional aumentou expressivamente sua produtividade ao mesmo tempo em que reduziu a área destinada às pastagens.</p>
<p>Do ponto de vista produtivo, o Brasil está mais preparado para enfrentar esse cenário do que esteve em qualquer outro momento de sua história. A evolução da genética, da nutrição, da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">gestão de pastagens</a></strong> e da intensificação dos sistemas permitiu que a pecuária brasileira aumentasse sua produtividade mesmo reduzindo a área destinada às pastagens. Isso significa que o país possui margem para continuar ampliando a oferta sem depender da expansão de área.</p>
<p>Dados recentes mostram que, entre 1995 e 2025, a produtividade da atividade cresceu mais de 180%, enquanto a área ocupada por pastagens diminuiu aproximadamente 18%. Esse avanço foi impulsionado pela intensificação dos sistemas produtivos, recuperação de pastagens degradadas, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/">melhoramento genético</a></strong>, manejo nutricional e adoção crescente de tecnologias de gestão.</p>
<p>Essa evolução ocorre em um momento particularmente favorável para a demanda mundial. Projeções da OCDE e da FAO indicam crescimento próximo de 10% na produção e no consumo global de carne bovina até 2033, impulsionado principalmente por países emergentes da Ásia, Oriente Médio e África.</p>
<h2>Perspectiva positiva</h2>
<p>Diante desse cenário, as perspectivas para a carne bovina brasileira permanecem positivas. A demanda global por proteína animal continua crescendo, especialmente em países emergentes da Ásia, Oriente Médio e África, enquanto poucos concorrentes possuem condições de ampliar a produção em escala semelhante à brasileira.</p>
<p>O futuro da carne bovina brasileira dependerá <strong>menos da capacidade de produzir grandes volumes </strong>(atributo que o país já demonstrou possuir) e <strong>mais da capacidade de atender mercados cada vez mais sofisticados</strong>. A liderança conquistada em 2025 demonstra a força do setor, mas o desafio da próxima década será transformar essa liderança quantitativa em liderança qualitativa, baseada em eficiência produtiva, sanidade, rastreabilidade, sustentabilidade e diversificação de mercados.</p>
<p>O Brasil permanece entre os poucos países capazes de ampliar sua oferta de carne bovina em escala global. A questão central para os próximos anos não será a existência de demanda, mas a capacidade de atender às exigências de consumidores e importadores cada vez mais atentos à origem, à segurança e à sustentabilidade dos alimentos que consomem.</p>
<p>Uma vez que já demonstrou ser capaz de produzir carne bovina em volume suficiente para liderar o comércio global, agora o da próxima década será transformar essa liderança produtiva em uma liderança baseada em confiança, rastreabilidade, sanidade e sustentabilidade.</p>
<p>A liderança construída dentro da porteira foi fundamental para transformar o país em uma potência exportadora. A liderança do futuro, porém, será definida pela capacidade de gerar confiança fora dela.</p>
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<p>_________________<i> </i></p>
<p><i>Este conteúdo foi publicado originalmente na CNN Brasil em 03/06/2026. Publicamos a íntegra aqui com autorização da CNN e da autora para facilitar o acesso de nosso público especializado. </i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Autora: Andréa Mobiglia, zootecnista, mestre e doutora em Zootecnia, e coordenadora de ensino em pecuária de corte do Rehagro. </span></i></p>
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		<title>Escala 6&#215;1 e o agro: análise jurídica e trabalhista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[REHAGRO NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil atingiu, em maio de 2026, o seu ponto mais crítico desde a Reforma Trabalhista de 2017. Com a convergência de diferentes propostas no Congresso Nacional, a mudança no atual modelo de contratação parece inevitável. Contudo, o formato final e o impacto em setores estratégicos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span class="" data-contrast="auto">O debate sobre a <strong>redução da jornada de trabalho no Brasil</strong> atingiu, em maio de 2026, o seu ponto mais crítico desde a Reforma Trabalhista de 2017. Com a convergência de diferentes propostas no Congresso Nacional, a mudança no atual modelo de contratação parece inevitável. Contudo, o formato final e o impacto em setores estratégicos, como o agronegócio, transformaram-se no grande campo de batalha político e econômico do país. </span><span class="" data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span class="" data-contrast="auto">Atualmente, a espinha dorsal da jornada de trabalho está fixada no Artigo 7º, inciso XIII, da Constituição Federal. O texto garante aos <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/comissao-do-senado-aprova-novo-marco-para-trabalho-rura/" target="_blank" rel="noopener">trabalhadores urbanos e rurais</a> uma duração do trabalho normal não superior a <strong>8 horas diárias e 44 horas semanais</strong>, facultada a compensação mediante acordo. É justamente esse teto de 44 horas que as novas frentes parlamentares e o Poder Executivo tentam alterar.</span><span class="" data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<h2 class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O tabuleiro político: as propostas em tramitação</h2>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span class="" data-contrast="auto">Para garantir maior estabilidade jurídica e impedir que as novas regras sejam derrubadas por futuras decisões judiciais ou alterações por leis ordinárias, o Congresso Nacional trabalha em uma estratégia casada, combinando emendas constitucionais e projetos de lei de forma complementar:</span><span class="" data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
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<h2 class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O agronegócio em alerta: custos, consumidor e informalidade</h2>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span class="" data-contrast="auto">Se por um lado defensores da reforma apontam para ganhos em saúde mental e produtividade, o setor produtivo rural demonstra extrema preocupação. Representado principalmente pela FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária) e pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), o <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/reducao-da-jornada-pode-elevar-custos-do-agro-em-ate-86-diz-governo/">agronegócio argumenta</a> que a rigidez da proposta desconsidera a realidade do campo. </span><span class="" data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span class="" data-contrast="auto">As notas técnicas do setor apontam impactos severos em quatro pilares: </span><span class="" data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
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<h2 class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Caminhos para a flexibilização: as propostas do setor<span class="" data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></h2>
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</ul>
<h2 class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O que esperar do cenário legislativo?</h2>
<p><span class="" data-contrast="auto">O cronograma de votações de 2026 forçará o Congresso a buscar um consenso técnico. Após a votação do PL 1838/2026 em junho, a atenção se voltará para as Comissões Especiais e de mérito nos meses de agosto e setembro. </span></p>
<p><span class="" data-contrast="auto">O desenho de um cenário realista <strong>caminha para a aprovação de um meio-termo</strong>: a consolidação do teto de 40 horas semanais, mas com a inclusão de salvaguardas, janelas de transição estendidas e flexibilizações contratuais que preservem a competitividade e a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/fim-da-escala-6x1-deve-encarecer-consumo-e-elevar-custos-diz-fecomerciosp/">segurança jurídica do agronegócio brasileiro</a>. </span><span class="" data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p>_________________</p>
<p><em>Este conteúdo foi publicado originalmente na <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/priscila-machado/agro/o-embate-entre-o-fim-da-escala-6x1-e-as-peculiaridades-do-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener">CNN Brasil</a> em 25/05/2026. Publicamos a íntegra aqui com autorização da CNN e da autora para facilitar o acesso de nosso público especializado.</em></p>
<p><em>Autora: Priscila Machado, advogada, doutora em Direito do Trabalho, consultora em gestão trabalhista voltada ao agronegócio e Head Jurídico do Rehagro. </em></p>
<p>O post <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/escala-6x1-e-o-agro-analise-juridica-e-trabalhista/">Escala 6&#215;1 e o agro: análise jurídica e trabalhista</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Formatura histórica marca a consolidação da Graduação em Gestão do Agronegócio do Rehagro</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/formatura-graduacao-em-gestao-do-agronegocio-do-rehagro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 13:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[REHAGRO NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro vive um marco histórico: a formatura da primeira turma da Graduação em Gestão do Agronegócio. Um sonho antigo que se transformou em realidade e agora entrega ao mercado profissionais preparados para atuar com segurança e técnica. Os formandos concluíram uma jornada intensa de 2.400 horas-aula, marcada por dedicação, compromisso e uma metodologia inovadora [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/formatura-graduacao-em-gestao-do-agronegocio-do-rehagro/">Formatura histórica marca a consolidação da Graduação em Gestão do Agronegócio do Rehagro</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro vive um marco histórico: <strong>a formatura da primeira turma da Graduação em Gestão do Agronegócio</strong>. Um sonho antigo que se transformou em realidade e agora entrega ao mercado profissionais preparados para atuar com segurança e técnica.</p>
<p>Os formandos concluíram uma jornada intensa de <strong>2.400 horas-aula</strong>, marcada por dedicação, compromisso e uma metodologia inovadora que une teoria e prática. Mais do que um curso, a graduação do Rehagro foi concebida como uma experiência de formação diferenciada, com aplicabilidade no campo, professores que vivem a rotina das fazendas e uma proposta pedagógica que prepara os alunos para enfrentar os desafios reais do agronegócio brasileiro.</p>
<h2>Rehagro: 22 anos formando líderes no agro</h2>
<p>Há 22 anos o Rehagro atua como um <strong>ecossistema focado em transformar fazendas em negócios lucrativos e sustentáveis</strong>, integrando educação de excelência, consultoria prática, inteligência de dados e análises laboratoriais de ponta.</p>
<p>Essa sinergia única, permite ao Rehagro converter conhecimento técnico em resultado financeiro, formando profissionais capazes de aumentar a lucratividade e, ao mesmo tempo, conduzir o campo brasileiro a um novo patamar de competitividade.</p>
<h2>Aprendizado prático e interdisciplinar</h2>
<p>Os alunos da graduação vivenciam o aprendizado em <strong>12 projetos interdisciplinares</strong>, que trabalham áreas como gestão financeira, liderança, comunicação, raciocínio lógico, marketing, tecnologia, sustentabilidade e gestão de pessoas.</p>
<p>Outro diferencial é o ambiente seguro de aprendizado, no qual o aluno pode testar, errar, corrigir e aprender em um espaço controlado e assistido. Essa vivência prática é apoiada por <strong>professores que também são consultores e gestores em atividade</strong>, trazendo para a sala de aula os desafios e soluções do dia a dia do agro.</p>
<h2>Depoimentos que refletem a transformação</h2>
<blockquote><p>“Aprendemos sobre gestão, sobre processo, números, tomadas de decisão…mas talvez o maior aprendizado foi sobre superar, vencer os nossos limites e sair da zona de conforto. Entender sobre resiliência, empatia (&#8230;) É mais do que uma formatura, é um marco. Porque a gente não sai aqui só com um título, a gente sai com uma bagagem, com uma história e acima de tudo com um propósito. O Rehagro não nos deu só conhecimento, ele nos provou nos desafios.”</p>
<p>Dayana Lorrane Olímpio &#8211; Formanda da turma 1 em Gestão do Agronegócio pelo Rehagro</p></blockquote>
<p>Mais do que formar gestores, a graduação promove <strong>transformação de carreira, hábitos de estudo e vínculos pessoais</strong>. O curso proporciona a construção de uma rede de relacionamentos entre profissionais de diferentes regiões do Brasil e até do exterior.</p>
<blockquote><p>“O propósito é agregar valor para o agronegócio. Agradeço ao Rehagro, pois, foi uma experiência transcendente conhecer pessoas, conhecer negócios e ver a possibilidade e a força que esses negócios têm para a economia e para sociedade. Saber que a gente faz parte disso é muito bom e gratificante (&#8230;) O Rehagro mostrou o quão forte nós somos e o quão longe nós podemos ir.”</p>
<p>Ronaldo Mamede &#8211; Formando da turma 1 em Gestão do Agronegócio pelo Rehagro</p></blockquote>
<h2>Consolidação e expansão da graduação Rehagro</h2>
<p>Atualmente, a Graduação do Rehagro conta com <strong>9 turmas ativas</strong> que comprovam a solidez e o crescimento da graduação em Gestão do Agronegócio. A próxima turma tem início previsto para o dia <strong>08 de fevereiro de 2026</strong>.</p>
<p>A formatura da primeira turma simboliza a consolidação de um projeto que reflete o propósito do Rehagro: formar profissionais preparados para transformar o agronegócio brasileiro.</p>
<h2>Transforme seu propósito em uma carreira de impacto no agro</h2>
<p>Dê o próximo passo na sua trajetória com a <a href="https://rehagro.com.br/curso/graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=banner-graduacao&amp;utm_source=post-formatura&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Graduação em Gestão do Agroengócio</strong></a> do Rehagro. Aprenda com quem forma líderes que impulsionam resultados e transformam o campo brasileiro.</p>
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		<title>Rehagro cresce 80% e se consolida como a melhor pós-graduação para quem quer transformar fazendas em negócios lucrativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 12:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[REHAGRO NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive um momento de transformação profunda, impulsionado pela busca por produtividade com rentabilidade e sustentabilidade. Nesse cenário, instituições capazes de unir conhecimento técnico, gestão eficiente e aplicação prática tornam-se fundamentais para preparar profissionais e fazendas para os desafios do futuro. É nesse contexto que o Rehagro se destaca como referência nacional em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive um momento de transformação profunda, impulsionado pela busca por produtividade com rentabilidade e sustentabilidade. Nesse cenário, instituições capazes de unir conhecimento técnico, gestão eficiente e aplicação prática tornam-se fundamentais para preparar profissionais e fazendas para os desafios do futuro.</p>
<p>É nesse contexto que <strong>o Rehagro se destaca como referência nacional</strong> em formação e desenvolvimento no agro, um centro de excelência que alia ciência, gestão e resultados reais no campo.</p>
<p>Com um olhar voltado para a inovação e a aplicação prática do conhecimento, o Rehagro vem formando profissionais que fazem a diferença nas principais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cadeias-produtivas-do-agronegocio/">cadeias produtivas</a></strong> do país. Em 2025, a instituição reforça ainda mais sua liderança, consolidando um modelo educacional que transforma teoria em resultado e aprendizado em impacto direto nas fazendas brasileiras.</p>
<h2>Metodologia própria e resultados reais</h2>
<p>Com método próprio, criado a partir de décadas de consultoria, pesquisa aplicada e análise de dados reais de <strong>mais de 400 fazendas brasileiras</strong>, o Rehagro consolida sua liderança no mercado e acena para <strong>um futuro ainda mais disruptivo</strong>.</p>
<p>Mais que uma empresa, o Rehagro é um ecossistema dedicado a um propósito: <strong>transformar fazendas em negócios lucrativos e sustentáveis</strong>, integrando educação de excelência, consultoria prática, inteligência de dados e análises laboratoriais de ponta.</p>
<p>Essa sinergia única, permite ao Rehagro transformar conhecimento técnico em resultado financeiro, formando profissionais capazes de aumentar a lucratividade e, ao mesmo tempo, conduzir o campo brasileiro a um novo patamar de competitividade e sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“Com presença ativa em fazendas de alta performance, o Rehagro entende de forma profunda as reais necessidades do campo. É com base nessa vivência que nossos cursos foram desenvolvidos para preparar as fazendas para o futuro do agronegócio, que exigirá muito mais do que apenas produzir bem. A fazenda de sucesso do futuro precisará dominar: gestão financeira, governança, legislação trabalhista, tributária e ambiental. O Rehagro é a escolha de quem busca gerar resultados concretos e liderar essa transformação.&#8221;</p>
<p>Fábio Corrêa, fundador e diretor do Rehagro.</p></blockquote>
<p>Em 22 anos de história, já são mais de <strong>40 mil profissionais capacitados em todo o Brasil</strong>. Apenas nas pós-graduações, mais de <strong>5 mil alunos</strong> já concluíram sua formação, atuando hoje como gestores, consultores e líderes que impactam diretamente os índices de produtividade e lucratividade no campo.</p>
<h2>Crescimento expressivo em 2025</h2>
<p>No primeiro semestre de 2025, o Rehagro registrou um <strong>crescimento de 80% nas matrículas de pós-graduações</strong> em comparação com o mesmo período do ano anterior, um avanço que reforça sua posição como a principal escolha para quem busca gerar impacto real no campo.</p>
<p>A instituição também se destaca no ensino corporativo, oferecendo programas exclusivos para empresas do agronegócio. Esses treinamentos são desenvolvidos sob medida, de acordo com as necessidades de cada empresa, e têm como objetivo formar equipes de alta performance, capazes de gerar resultados consistentes e sustentáveis.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O REHAGRO ESTÁ PREPARANDO O FUTURO DO AGRO - E OS RESULTADOS JÁ COMEÇARAM!" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/0-k22y6B_BI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Formação com aplicabilidade prática</h2>
<blockquote><p>&#8220;Muitos alunos hoje têm acesso apenas a um diploma, sem uma verdadeira jornada de aprendizado. Por isso, a diferença entre instituições realmente comprometidas com a formação de qualidade será cada vez mais evidente. É aí que o Rehagro se destaca: nossos professores vivem o dia a dia no campo e aplicam ciência na prática. Isso garante uma formação com credibilidade, aplicabilidade real e foco em resultados concretos.&#8221;</p>
<p>Clóvis Corrêa, fundador e presidente da instituição.</p></blockquote>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/formacoes/pos-graduacao?utm_campaign=26031669-rehagro-news&amp;utm_source=post-crescimento-pos&amp;utm_medium=blog">pós-graduações do Rehagro</a></strong> não se resumem a disciplinas isoladas. São <strong>programas estruturados estrategicamente para aumentar a lucratividade e a sustentabilidade das fazendas</strong>, ao mesmo tempo em que oferecem base técnica sólida para a atuação segura e eficiente dos profissionais do agro.</p>
<p><em>&#8220;Nosso objetivo é formar profissionais capazes de tomar decisões precisas, otimizar processos e impulsionar a lucratividade do negócio&#8221;,</em> complementa Corrêa.</p>
<h2>Resultados e reconhecimento dos alunos</h2>
<p>O impacto é tão evidente que <strong>98% dos alunos recomendam os cursos</strong>. Em pesquisas de satisfação, <strong>a nota média é de 9,2 em aplicabilidade prática</strong> (numa escala de 0 a 10).</p>
<blockquote><p>“A minha experiência com o curso foi extremamente produtiva, permitindo-me atualizar sobre técnicas, ferramentas e conceitos que já puderam ser colocados em prática e vem mostrando bons resultados. Além disso, pude realizar questionamentos e discussões com os professores e técnicos da Rehagro, que serviram para elucidar dúvidas e melhorar condutas profissionais. Por fim, a apresentação de ferramentas de gestão e de controle de gastos e lucros também permitiu observar os impactos em tomadas de decisões mais viáveis e lucrativas.&#8221;<br />
<i></i></p>
<p><i>Felipe Ricardo Schlindwein, especialista em Reprodução de Bovinos Leiteiros.</i></p></blockquote>
<h2>Olhar para o futuro: inovação e inteligência artificial</h2>
<p>O crescimento nas matrículas e o reconhecimento dos alunos refletem a solidez de um modelo já consolidado e revelam apenas uma parte do que ainda está por vir.</p>
<p>Para se manter competitivo no agronegócio, gestão estratégica é fundamental. Alinhado a essa necessidade, <strong>o Rehagro evoluiu seu ecossistema para oferecer um portfólio ainda mais robusto e conectado</strong>, composto por novos programas de especialização, trilhas de mentorias personalizadas, tecnologias próprias e uma plataforma integrada com inteligência artificial.</p>
<h2 data-start="242" data-end="301">Transforme conhecimento em lucro no campo</h2>
<p data-start="303" data-end="626">As fazendas do futuro exigem profissionais que unem técnica e gestão. Faça parte dessa transformação com as <strong><a href="https://rehagro.com.br/formacoes/pos-graduacao?utm_campaign=26031669-rehagro-news&amp;utm_source=post-crescimento-pos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduações do Rehagro</a></strong> — programas que formam líderes capazes de gerar resultados reais no agronegócio.</p>
<p data-start="303" data-end="626">Clique no banner e saiba mais!</p>
<p data-start="303" data-end="626"><a href="https://rehagro.com.br/formacoes/pos-graduacao?utm_campaign=26031669-rehagro-news&amp;utm_source=post-crescimento-pos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40035 size-full" title="Clique e escolha a melhor pós-graduação para você!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes.jpg" alt="Conheça as Pós-graduações do Rehagro" width="1200" height="624" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes.jpg 1200w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes-300x156.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes-1024x532.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes-768x399.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes-370x192.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes-270x140.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes-740x385.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-pos-graduacaoes-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
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