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	<title>semeadura Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>semeadura Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Dessecação pré-semeadura: como aumentar a eficiência no controle de plantas daninhas</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/dessecacao-pre-semeadura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[dessecação]]></category>
		<category><![CDATA[semeadura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produtividade de uma lavoura começa antes mesmo do plantio, e esse é um ponto que muitos produtores ainda subestimam, mas que tem se mostrado cada vez mais decisivo dentro dos sistemas de produção de grãos. O momento da dessecação pré-semeadura é, hoje, um dos principais determinantes do sucesso da lavoura ao longo de todo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A produtividade de uma lavoura começa antes mesmo do plantio, e esse é um ponto que muitos produtores ainda subestimam, mas que tem se mostrado cada vez mais decisivo dentro dos sistemas de produção de grãos. O momento da <strong>dessecação pré-semeadura</strong> é, hoje, um dos principais determinantes do sucesso da lavoura ao longo de todo o ciclo.</p>
<p>Durante o evento <strong>Pesquisa em Campo do Rehagro</strong>, ficou evidente que boa parte dos problemas enfrentados no manejo de plantas daninhas não está relacionada à falta de produtos, mas sim ao momento e à estratégia adotada.</p>
<p>A diferença entre uma lavoura limpa e uma lavoura com alta pressão de infestação, muitas vezes, começa exatamente aqui.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender como estruturar uma dessecação eficiente, quais erros mais impactam o resultado e como tomar decisões mais técnicas para reduzir pressão de plantas daninhas ao longo do sistema.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Dessecação pré-semeadura: o momento mais importante do manejo</h2>
<p>A <strong>dessecação pré-semeadura</strong> tem um objetivo claro: <strong>iniciar o desenvolvimento da cultura sem competição</strong>.</p>
<p>Mas o impacto vai muito além disso, esse é o momento em que o produtor tem maior flexibilidade técnica. É possível trabalhar com diferentes mecanismos de ação, ajustar estratégias e corrigir falhas antes que a cultura esteja implantada.</p>
<p>Na prática, isso significa que decisões bem tomadas nesse momento reduzem a necessidade de intervenções posteriores e aumentam a eficiência do sistema como um todo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-pesquisa-em-campo?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pesquisa-campo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41849 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo.png" alt="Banner Guia técnico pesquisa em campo" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais plantas daninhas e o desafio crescente no campo</h2>
<p>O cenário atual de plantas daninhas exige atenção redobrada. Espécies como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/">buva e capim-amargoso</a></strong> continuam sendo protagonistas, principalmente pela alta capacidade de produção de sementes. Cada planta pode produzir entre <strong>200 a 300 mil sementes</strong>, o que explica a persistência dessas espécies no sistema.</p>
<p>Além delas, outras plantas têm ganhado relevância e exigido ajustes no manejo.</p>
<p>O capim pé-de-galinha, por exemplo, apresenta um sistema radicular agressivo e alta capacidade de rebrota, o que dificulta o controle em estádios mais avançados.</p>
<p>Já a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/vassourinha-de-botao/">vassourinha de botão</a></strong>, ainda pouco conhecida em algumas regiões, vem se destacando pela dificuldade de controle com herbicidas tradicionais, especialmente aqueles mais utilizados no sistema.</p>
<p>Espécies como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trapoeraba-como-controlar-essa-planta-daninha/">trapoeraba</a></strong>, caruru e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/corda-de-viola-saiba-como-controlar-essa-planta-daninha/">corda-de-viola</a></strong> também reforçam um ponto importante: o sistema está cada vez mais complexo, e o manejo precisa evoluir junto.</p>
<h2>O fator mais importante no controle: o momento da aplicação</h2>
<p>Um dos conceitos mais relevantes discutidos no campo é que <strong>o melhor herbicida não é necessariamente o mais caro ou o mais novo</strong>. O melhor herbicida é a<strong>quele aplicado no momento correto</strong>.</p>
<p>Plantas daninhas em estádios iniciais são significativamente mais fáceis de controlar. À medida que se desenvolvem, passam a apresentar maior massa, maior reserva energética e, em muitos casos, estruturas que dificultam a absorção dos produtos.</p>
<p>Isso significa que atrasar ou não fazer a dessecação aumenta o custo, reduz a eficiência e exige combinações mais complexas de manejo.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41999" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/04/estacao-dessecacao.jpg" alt="Dessecação pré-semeadura sendo explicada no evento Pesquisa em Campo" width="800" height="533" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/04/estacao-dessecacao.jpg 800w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/04/estacao-dessecacao-300x200.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/04/estacao-dessecacao-768x512.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/04/estacao-dessecacao-370x247.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/04/estacao-dessecacao-270x180.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/04/estacao-dessecacao-740x493.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/04/estacao-dessecacao-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Estação Aspectos Práticos da Dessecação Pré-semeadura no evento Pesquisa em Campo Rehagro. Fonte: Acervo Rehagro. </span></p>
<h2>Manejo eficiente: controlar a planta e o sistema</h2>
<p>O <strong>controle eficiente</strong> de plantas daninhas <strong>não se limita à planta visível</strong>, é necessário atuar em dois níveis.</p>
<ol>
<li>Primeiro, eliminar as plantas já emergidas, reduzindo a competição imediata.</li>
<li>Depois, impedir novas emergências, atuando sobre o banco de sementes presente no solo.</li>
</ol>
<p>Esse segundo ponto é onde entram os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">herbicidas pré-emergentes</a></strong>, fundamentais para manter a área limpa após o plantio.</p>
<p>Quando essas duas estratégias são combinadas, o resultado é uma redução significativa da pressão de infestação ao longo do ciclo.</p>
<h2>Planta daninha não é problema da cultura, é do sistema</h2>
<p>Um erro comum é concentrar todo o manejo na cultura principal. Na prática, a planta daninha está presente o ano inteiro; se o controle for feito apenas na safra, ela se mantém na safrinha e na entressafra, perpetuando o problema.</p>
<p>O manejo mais eficiente é aquele <strong>distribuído ao longo do sistema produtivo</strong>.</p>
<p>Isso significa atuar na soja, no milho, nas culturas de segunda safra e também nos períodos de entressafra, utilizando produtos adequados, na dose ideal e mantendo o solo coberto com palha ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantas de cobertura</a></strong> para reduzir o risco de aumento de infestação nas áreas produtivas.</p>
<p>Quando essa estratégia é bem executada, a infestação reduz gradativamente, tornando o manejo mais simples e mais barato ao longo do tempo.</p>
<h2>Tecnologia de aplicação: onde muitos perdem eficiência</h2>
<p>Mesmo com a escolha correta de produtos, falhas na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">aplicação</a></strong> podem comprometer o resultado.</p>
<p>Alguns fatores técnicos fazem diferença direta:</p>
<ul>
<li>O <strong>pH da calda</strong>, por exemplo, deve ser mantido entre 4 e 5 para maximizar a eficiência dos herbicidas.</li>
<li>O <strong>volume de aplicação</strong> também influencia. Em situações como o controle de capim pé-de-galinha, volumes abaixo de 100 L/ha já começam a apresentar perdas de eficiência.</li>
<li>Outro ponto relevante é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/">uso de adjuvantes</a></strong>. Óleos e espalhantes ajudam a melhorar a cobertura e a absorção, principalmente em plantas com maior proteção foliar.</li>
</ul>
<p>Esses detalhes, muitas vezes negligenciados, têm impacto direto no resultado final.</p>
<h2>Intervalo entre dessecação e plantio: o erro invisível</h2>
<p>Um dos erros mais críticos no manejo é desrespeitar o intervalo entre aplicação e plantio. Esse problema é especialmente comum com herbicidas hormonais, como o 2,4-D.</p>
<p>Em muitos casos, o produtor não observa sintomas visíveis de fitotoxicidade, mas a planta sofre efeitos fisiológicos que impactam diretamente a produtividade.</p>
<p>Dados de campo mostram <strong>perdas de 6 a 8 sacas por hectare</strong> apenas por posicionamento incorreto do herbicida. Esse tipo de perda é silenciosa, mas extremamente relevante no resultado final.</p>
<h2>Mistura de herbicidas: cuidado com antagonismos</h2>
<p>A <strong>mistura de herbicidas é uma prática comum</strong> e, muitas vezes, necessária para ampliar o espectro de controle. No entanto, nem todas as combinações são positivas.</p>
<p>Um exemplo clássico é o uso do 2,4-D junto com graminicidas. Essa combinação pode reduzir a eficiência do controle de gramíneas em até 30% a 40%.</p>
<p>Além disso, há sinais de redução de eficiência do próprio 2,4-D em algumas situações, especialmente no controle de buva, reforçando a importância da rotação de mecanismos de ação.</p>
<h2>Sequencial de dessecação: como aumentar a eficiência</h2>
<p>A aplicação sequencial tem se mostrado uma estratégia eficiente para melhorar o controle.</p>
<p>O conceito é simples: r<strong>ealizar uma segunda aplicação após a primeira, respeitando um intervalo adequado</strong>.</p>
<p>O intervalo ideal gira em torno de 12 a 14 dias, a depender do cenário e dos ativos utilizados, permitindo que o produto inicial transloque corretamente e evitando que a planta desenvolva capacidade de rebrota.</p>
<p>Essa estratégia é especialmente importante em áreas com alta infestação ou com plantas em estádios mais avançados.</p>
<h3>Herbicidas no sequencial: como posicionar corretamente?</h3>
<p>Dentro do manejo sequencial, alguns produtos têm papel estratégico. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/glufosinato-de-amonio-como-utilizar-esse-herbicida-com-eficiencia/">glufosinato</a></strong> é um herbicida que apresenta melhor desempenho em condições de boa luminosidade, exigindo atenção ao momento da aplicação.</p>
<p>Já o diquat tem ação rápida e pouco translocável, sendo mais eficiente quando aplicado no final do dia, permitindo maior distribuição na planta antes da ação.</p>
<p>Os herbicidas do grupo dos protox também têm ganhado espaço, principalmente pelo efeito rápido em determinadas espécies.</p>
<p>No entanto, seu uso exige cuidado, especialmente quando combinados com produtos sistêmicos, para evitar perda de eficiência.</p>
<h2>Herbicidas pré-emergentes: o segredo da área limpa</h2>
<p>A dessecação limpa a área e o uso do pré-emergente ajuda a mantê-la limpa, essa é uma das bases do manejo moderno.</p>
<p>Os herbicidas pré-emergentes criam uma camada de proteção no solo, impedindo a emergência de novas plantas daninhas.</p>
<p>No entanto, seu uso exige critério, é necessário considerar três fatores principais: a capacidade de controle das espécies presentes, seletividade para a cultura e risco de <em><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/">carryover</a></strong></em>.</p>
<p>Aumentar a dose sem critério pode melhorar o controle no curto prazo, mas gerar problemas para a cultura atual ou para a próxima.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A dessecação pré-semeadura deixou de ser apenas uma etapa operacional e passou a ser um dos <strong>pilares estratégicos</strong> da produção de grãos.</p>
<p>Os aprendizados do Pesquisa em Campo do Rehagro mostram que eficiência no manejo não está apenas nos produtos utilizados, mas na forma como o sistema é conduzido.</p>
<p>O momento da aplicação, a escolha das estratégias, o respeito aos intervalos e a integração de ferramentas são os fatores que realmente determinam o resultado.</p>
<p>No fim, o produtor que domina esse processo não apenas controla plantas daninhas, mas constrói um sistema mais <strong>eficiente, previsível e rentável</strong>.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício</a></strong>, você vai aprender como otimizar cada aplicação, reduzir desperdícios e obter os melhores resultados com técnicas modernas e de fácil implementação. O conteúdo é direto ao ponto, prático e ensinado por especialistas com vasta experiência no setor agrícola.</p>
<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Plantabilidade: como ela funciona e melhora a produtividade?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/plantabilidade-para-o-potencial-de-producao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 17:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O potencial produtivo das culturas inicia no momento da semeadura, semeando errado a probabilidade de colher baixas produtividades aumentam muito. Ao considerar uma semeadora com espaçamento entre linhas de 50 cm temos 20.000 metros lineares, ao considerar uma semeadora de 10 carrinhos temos 2.000 metros lineares por carrinho por hectare, em uma propriedade com área [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O potencial produtivo das culturas inicia no momento da semeadura, semeando errado a probabilidade de colher baixas produtividades aumentam muito.</p>
<p>Ao considerar uma semeadora com espaçamento entre linhas de 50 cm temos 20.000 metros lineares, ao considerar uma semeadora de 10 carrinhos temos 2.000 metros lineares por carrinho por hectare, em uma propriedade com área cultivada de 500 hectares cada carrinho irá percorrer 1.000 quilômetros.</p>
<p>Nesse sentido podemos observar a necessidade da manutenção das semeadoras e realizar os cálculos que a falha pode ocasionar no momento do plantio. <strong>A boa plantabilidade mais o uso de sementes de qualidade é a receita que irá garantir altos rendimentos.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é plantabilidade?</h2>
<p>A plantabilidade é definida como a <strong>distribuição uniforme de sementes ao longo do sulco de semeadura</strong> com a população e a profundidade correta. Sendo assim, deve-se buscar pela maior porcentagem possível de espaçamentos aceitáveis entre uma semente e outra e o mínimo possível de duplas e falhas.</p>
<p>Ao deparar com uma maior porcentagem de falha os problemas que podem acontecer será a perda de produção pela falta da planta, além disso, poderá acontecer a entrada de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a>. No caso de plantas duplas ocorrerá a presença de plantas dominadas, acamamento da cultura acarretando perdas na colheita e dificuldade no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">controle de doenças</a></strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Coeficiente de variação do estande de plantio</h2>
<p>A fim de identificar tais problemas, a medida mais utilizada é a avaliação do coeficiente de variação do estande de plantio.</p>
<p>Para isso, após a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">planta germinada</a></strong> (estádio V2 a V3 – quando as plantas de milho apresentam de duas a três folhas e a soja apresenta o seu segundo ou terceiro trifólio) é realizado a medida de espaçamento entre uma planta e outra em 5 metros lineares em 5 linhas de plantio sendo considerado no mínimo 5 subamostras por gleba de produção.</p>
<p>Para o cálculo do coeficiente de variação, é realizado o cálculo da média dos espaçamentos realizados e o cálculo do desvio padrão dos espaçamentos obtidos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12060" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao-300x96.jpg" alt="Coeficiente de variação" width="200" height="64" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao-300x96.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao-370x119.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao.jpg 399w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li><strong>CV = coeficiente de variação;</strong></li>
<li><strong>δ = desvio padrão;</strong></li>
<li><strong>μ = média.</strong></li>
</ul>
<p>Para a cultura da soja é considerado aceitável um coeficiente de variação menor que 50% e para a cultura do milho é considerado um coeficiente de variação aceitável menor que 30%.</p>
<p>Dentre os fatores que interferem diretamente na distribuição de plantas, a velocidade de plantio é a que pode apresentar maior influência na distribuição longitudinal de plantas. Para isso, a fim de manter o menor coeficiente de variação, o ideal e manter a velocidade de plantio entre 5 e 6 km/h.</p>
<p>Para a comparação entre os coeficientes de variação vale ressaltar que deve ser realizada com as populações de plantas iguais. Na propriedade poderá ser construído um banco de dados das populações estabelecidas com os seus respectivos coeficientes de variação, e estabelecer metas a fim de reduzir o coeficiente de variação e obter melhor plantabilidade.</p>
<h2>Fatores que interferem em uma boa plantabilidade</h2>
<p>Além da velocidade de plantio, alguns fatores que podem interferir na plantabilidade das culturas são questões referentes ao solo.</p>
<p>O tipo de preparo do solo seja ele convencional ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong>, para isso deve ser realizada uma boa regulagem da máquina com um sistema eficiente de corte da palhada no caso de plantio direto.</p>
<p>A <strong>umidade é outro fator que apresenta grande interferência na plantabilidade</strong>, solos mais úmidos podem apresentar maiores problemas de embuchamento durante a semeadura das culturas. Para um bom plantio sobre a palhada a mesma deve estar seca a fim de evitar o envelopamento e garantir uma boa plantabilidade.</p>
<p>A qualidade das sementes seja ela fisiológica e sanitária irão interferir quando a uniformidade de germinação das culturas, para isso deve-se obter sementes com alta germinação e vigor.</p>
<p>Os fertilizantes também merecem atenção, para isso deve-se obter <strong>fertilizantes com boa qualidade física que apresentem boa uniformidade de partículas a fim de evitar a segregação das partículas</strong>. Apresentando menores paradas durante a semeadura no desentupimento dos mangotes.</p>
<p>Quanto às máquinas, o tipo de disco de corte utilizado, seja ele liso ou corrugado a pressão da mola no disco de corte irá interferir diretamente na qualidade do corte da palhada.</p>
<p>Quanto aos sulcadores existem dois tipos, a haste (facão) ou disco duplo. O disco duplo tem uma menor demanda de potência do trator e apresenta uma menor área mobilizada do sulco. No caso da haste pode promover uma leve escarificação do solo e depósito em maior profundidade do fertilizante.</p>
<p>Quanto ao mecanismo dosador de sementes no mercado existem as pneumáticas e as mecânicas:</p>
<ul>
<li>Nas <strong>semeadoras mecânicas</strong> a escolha do disco e anel apropriado é um dos fatores que interferem diretamente na qualidade da semeadura. Para sementes redondas deve-se optar por anel rebaixado, quanto ao disco deve-se optar pelo disco que entre apenas uma semente em cada furo;</li>
<li>Nas <strong>pneumáticas</strong> deve-se atentar a pressão do vácuo em cada uma das linhas, falta de vácuo pode causar falha e excesso de vácuo pode causar dupla. Outro fator é quanto a pressão do pneu da roda motriz, conferir a pressão garante uma melhor uniformidade de deposição das sementes.</li>
</ul>
<p>A fim de evitar esses problemas, a manutenção das máquinas como lubrificação da máquina, engraxamento dos pinos graxeiros, manutenção dos dosadores de fertilizantes, discos de corte desgastados, manutenção das molas, quantidade de grafite a ser colocada para manutenção da escoabilidade sendo ideal 5 gramas de grafite por quilo de semente.</p>
<p>Para obter uma boa plantabilidade a manutenção da semeadora e conferência do coeficiente de variação da população obtida torna-se um dos fatores primordiais para garantia do potencial produtivo das culturas.</p>
<p>Para realizar o acompanhamento da plantabilidade durante o processo de semeadura das culturas, pode ser feita uma planilha com um checklist, levantamento de plantas e fertilizantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12061 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist.jpg" alt="Checklist semeadura" width="448" height="491" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist.jpg 448w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist-274x300.jpg 274w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist-370x406.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist-270x296.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 448px) 100vw, 448px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Check list antes de iniciar a semeadura</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12063" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas.jpg" alt="Levantamento de plantas" width="600" height="260" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas-300x130.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas-370x161.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas-270x117.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Levantamento de plantas</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12062" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes.jpg" alt="Fertilizantes" width="600" height="183" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes-300x91.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes-370x113.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes-270x82.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes-740x225.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fertilizantes</span></p>
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		<title>Micro-organismos no solo: qual a importância para a fertilidade?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 18:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O solo é uma mistura heterogênea de diferentes organismos e substâncias orgânicas e minerais presentes em três fases: sólida, líquida e gasosa. As forças físicas e o agrupamento natural de partículas resultam na formação de agregados de solo de diferentes tamanhos, arranjos e estabilidades, que são as unidades básicas da estrutura do solo. A agregação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O</strong> <strong>solo é uma mistura heterogênea de diferentes organismos e substâncias orgânicas e minerais</strong> presentes em três fases: sólida, líquida e gasosa.</p>
<p>As forças físicas e o agrupamento natural de partículas resultam na formação de agregados de solo de diferentes tamanhos, arranjos e estabilidades, que são as unidades básicas da estrutura do solo.</p>
<p>A agregação do solo é influenciada por vários fatores, como mineralogia do solo, ciclos de umedecimento e secagem, a presença de óxidos de ferro e alumínio em função da faixa de pH do solo, argila e matéria orgânica.</p>
<p>Raízes de plantas contribuem diretamente para a estabilidade dos agregados do solo através da abundância inerente dessas estruturas na matéria orgânica e a produção de exsudatos estimulando a atividade microbiana, e indiretamente pela produção de associados ao exopolissacarídeo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Microrganismos e estabilidade do solo</h2>
<p>A estabilidade do solo resulta de uma combinação de características bióticas e abióticas, e as comunidades microbianas podem fornecer uma medida quantitativa da saúde do solo, uma vez que essas bactérias determinam o funcionamento do ecossistema de acordo com processos biogeoquímicos.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/" target="_blank" rel="noopener">saúde do solo</a></strong> define a capacidade do solo de funcionar como um sistema vivo vital, dentro dos limites do ecossistema e do uso da terra, para sustentar a produtividade vegetal e animal, manter ou melhorar a qualidade da água e do ar e promover a saúde vegetal e animal.</p>
<p>Os fatores que controlam a saúde do solo compreendem características químicas, físicas e biológicas, como tipo de solo, clima, padrões de cultivo, uso de defensivos agrícolas e fertilizantes, disponibilidade de substratos e nutrientes, concentrações de material tóxico e a presença ou ausência de conjuntos específicos e tipos de organismos.</p>
<p>As interações planta-microrganismos na rizosfera são os determinantes da saúde das plantas, produtividade e fertilidade do solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Bactérias promotoras de crescimento</h2>
<p><strong>Bactérias promotoras de crescimento de plantas são bactérias que podem aumentar o crescimento das plantas e protegê-las de doenças e estresses abióticos</strong> por meio de uma ampla variedade de mecanismos; aqueles que estabelecem associações estreitas com plantas, como os endófitos, podem ter mais sucesso na promoção do crescimento das plantas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Doenças causadas por microrganismos patogênicos frequentemente resultam em perda de produtividade. Também é bem conhecido que o crescimento das plantas é inibido quando as plantas são infectadas por patógenos, embora o mecanismo subjacente seja mal compreendido. </span></p>
<p>Algumas bactérias promotoras de crescimento de plantas <strong>protegem as plantas colonizadoras do ataque de patógenos, matando diretamente os parasitas. </strong>Esses tipos de bactérias promotoras de crescimento de plantas produzem antibióticos como HCN, fenazinas, pioluteorina e pirrolnitrina.</p>
<p>Algumas rizobactérias podem induzir resistência de plantas a micróbios patogênicos, que é chamada de resistência sistêmica induzida. Resistência sistêmica induzida é, em geral diferente da resistência sistêmica adquirida, pois depende da sinalização do ácido jasmônico e do etileno da planta do que da sinalização do ácido salicílico.</p>
<p>O segundo grupo de bactérias promotoras de crescimento de plantas pode estimular o crescimento da planta diretamente na ausência de patógenos, fornecendo substâncias que ajudam as plantas. Bactérias do gênero Rhizobium fixa N2 gasoso em amônia que pode ser usado por plantas leguminosas como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">fonte de nitrogênio</a></strong>.</p>
<p>Existem bactérias promotoras de crescimento de plantas ajudam as plantas a crescer, fornecendo fosfato solúvel convertido de fósforo insolúvel. Hormônios vegetais que promovem o crescimento, como auxina, citocinina e giberelinas, também podem ser sintetizados por algumas bactérias do solo usando precursores secretados por plantas. Esses hormônios derivados de bactérias posteriormente facilitam o crescimento das plantas.</p>
<p>A remoção de contaminantes do solo, que normalmente induzem respostas ao estresse das plantas e inibem o crescimento das plantas, pelas bactérias do solo também pode ajudar as plantas a crescerem melhor. Em muitos casos, o estresse ambiental causado por poluentes do solo estimula a produção de etileno nas plantas, o que posteriormente retarda o crescimento das plantas.</p>
<p>As raízes das plantas respondem às condições ambientais por meio da secreção de uma ampla gama de compostos, de acordo com o estado nutricional e as condições do solo. Esta ação interfere com a interação planta-bactéria e é um fator importante contribuindo para a eficiência do inoculante.</p>
<p>A exsudação da raiz inclui a secreção de íons, oxigênio e água livres, enzimas, mucilagem e uma variedade de substâncias contendo carbono de metabólitos primários e secundários.</p>
<p>As raízes de plantas excretam 10 a 44% de carbono fixados fotossinteticamente, que serve como fonte de energia, moléculas sinalizadoras ou antimicrobianos para microrganismos do solo. A exsudação da raiz varia com a idade e genótipo da planta e, consequentemente, microrganismos específicos respondem e interagem com diferentes plantas hospedeiras.</p>
<p>Assim, os inoculantes são geralmente destinados a um específico planta da qual a bactéria foi isolada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12069" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1.jpg" alt="Microrganismos no solo" width="600" height="300" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1.jpg 700w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1-300x150.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1-370x185.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1-270x135.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3>Inoculantes bacterianos</h3>
<p>Os inoculantes bacterianos podem contribuir para aumentar a eficiência agronômica, reduzindo os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos de produção</strong></a> e a poluição ambiental, uma vez que o uso de fertilizantes químicos pode ser reduzido ou eliminado se os inoculantes forem eficientes.</p>
<p>Para que os inoculantes bacterianos obtenham sucesso na melhoria do crescimento e produtividade das plantas, diversos processos envolvidos podem influenciar a eficiência da inoculação, por exemplo, a exsudação pelas raízes das plantas, a colonização bacteriana nas raízes e a saúde do solo.</p>
<p>De forma geral, <strong>os efeitos de práticas agrícolas não sustentáveis, podem causar sérios danos ao meio ambiente</strong>. A inoculação é uma das práticas sustentáveis mais importantes na agricultura, pois os microrganismos estabelecem associações com as plantas e promovem o crescimento das plantas por meio de diversas características benéficas.</p>
<p>Endófitos são adequados para inoculação, refletindo a capacidade desses organismos para colonização de plantas, e vários estudos têm demonstrado a comunicação específica e intrínseca entre bactérias e plantas hospedeiras de diferentes espécies e genótipos.</p>
<h2><b>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</b></h2>
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		<title>Pontos importantes para a semeadura da 2ª safra</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/pontos-importantes-para-semeadura-da-2a-safra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2020 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre pontos importantes para a semeadura da 2ª safra. O palestrante foi Flávio Araújo de Moraes, Engenheiro Agrônomo pela UFSJ, Mestre em Fitotecnia com ênfase em correção de solo pela UFLA e Consultor da Equipe Grãos do Rehagro. Moraes fala que o plantio é a primeira etapa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre pontos importantes para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong> da 2ª safra. O palestrante foi Flávio Araújo de Moraes, Engenheiro Agrônomo pela UFSJ, Mestre em Fitotecnia com ênfase em correção de solo pela UFLA e Consultor da Equipe Grãos do Rehagro.</p>
<p>Moraes fala que o plantio é a primeira etapa para aqueles que querem atingir altas produtividades. Ele é um dos fatores que mais interferem no potencial produtivo da cultura, pois investimos em sementes e fertilizantes e, muitas vezes, ocorrem falhas ao colocar a quantidade adequada de sementes e fertilizantes por hectare.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Sementes de qualidade têm um impacto significativo na produtividade. Cada aumento de 1% no vigor das sementes pode resultar em um aumento de 0,4 saco por hectare.</li>
<li>É mais recomendado fazer o tratamento das sementes de forma industrial, pois garante uma aplicação uniforme dos produtos e reduz o risco de subdosagem ou superdosagem.</li>
<li>O preparo do solo influencia a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantabilidade-para-o-potencial-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantabilidade</a></strong> e a uniformidade de emergência das plantas. É importante garantir que o solo esteja bem preparado, livre de torrões e com boa umidade.</li>
<li>A manutenção adequada da semeadora é essencial para garantir uma distribuição uniforme de sementes e fertilizantes. Peças desgastadas, como discos de corte e roscas, podem comprometer o plantio e afetar a produtividade.</li>
<li>A velocidade de plantio deve ser adequada para garantir uma distribuição uniforme das sementes e uma profundidade correta de plantio. Aumentar a velocidade pode comprometer a qualidade do plantio e resultar em menor produtividade.</li>
</ul>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Então, não perca a oportunidade de assistir ao vídeo!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou considerações da semeadura da 2ª safra, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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		<title>Semeadura do milho: saiba como realizar o planejamento</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2020 16:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grão]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[semeadura]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao realizar um planejamento de semeadura de milho, a quantidade de sementes a serem utilizadas é um dos fatores que os produtores ficam atentos. Isso porque, invariavelmente, ocorre sobreposição de sementes nos arremates e bordaduras dos talhões, resultando em um desperdício. Devido aos altos custos de produção, diversos produtores estão explorando novas tecnologias para ajustar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao realizar um planejamento de <strong>semeadura de milho</strong>, a quantidade de sementes a serem utilizadas é um dos fatores que os produtores ficam atentos. Isso porque, invariavelmente, ocorre sobreposição de sementes nos arremates e bordaduras dos talhões, resultando em um desperdício.</p>
<p>Devido aos altos custos de produção, diversos produtores estão explorando novas tecnologias para ajustar a utilização de sistemas de desligamento de seção.</p>
<p>Os sistemas podem ser usados com diferentes <strong>implementos agrícolas como pulverizadores e semeadoras</strong>, controlando seções de bicos nos pulverizadores e linhas nas semeadoras.</p>
<p>Densidades de plantas que excedem a taxa ideal a fim de maximizar a produtividade de grãos não apenas aumentam os custos de sementes, mas também podem reduzir os rendimentos.</p>
<p>As perdas econômicas e de rendimento de regiões com sobreposição de sementes, podem ser reduzidas usando a tecnologia de controle automático de seção em semeadoras, nas bordaduras dos talhões e arremates.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21594 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-1.jpg" alt="Região sem desligamento de seção e região com desligamento de seção" width="450" height="275" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-1.jpg 450w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-1-300x183.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-1-370x226.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-1-270x165.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-1-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-size: 10pt;">Região sem desligamento de seção (A) e região com desligamento de seção (B)</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Sistemas de semeaduras do milho e da soja</h2>
<h3>Semeadura do milho</h3>
<p>Os sistemas de semeadura de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-variavel-de-insumos-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">taxa variável</a></strong> são relativamente novos no mercado, com a maioria sendo introduzida desde 2005.</p>
<p>Antes da disponibilidade de acionamentos hidráulicos, a maioria dos medidores de sementes da plantadeira mantinha o espaçamento das sementes por um acionamento fixo. O espaçamento envolvia o solo e girava a uma velocidade relativa à velocidade do solo da plantadeira.</p>
<p>As taxas de semeadura foram alteradas de campo para campo ou de colheita para colheita, mudando o disco para uma placa com um número diferente de sementes por rotação ou alterando a proporção de dentes entre as rodas dentadas da corrente.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O <strong>principal benefício</strong> dos sistemas de semeadura em taxa variável é <strong>um aumento no rendimento</strong>. Onde o principal fator que impulsiona o desempenho econômico é a variabilidade do solo.</p>
<p>Em áreas de produção muito uniformes, o retorno do investimento será baixo. Já em em áreas de produção heterogêneas com regiões de desempenho diferenciadas, o retorno do investimento será muito maior.</p>
<p>Além da redução no custo de sementes, o sistema de desligamento de seção apresenta como vantagem o gerenciamento da distribuição de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">sementes</a></strong>, otimizando a gestão operacional da propriedade uma vez que exigem menos tempo de mão de obra para condução da semeadura.</p>
<p>As primeiras plantadeiras hidráulicas usavam um único motor hidráulico para acionar toda a plantadeira. Para reduzir custos, os sistemas mais novos incorporaram vários motores hidráulicos na plantadeira.</p>
<p>No entanto, está disponível um corte de linha individual, utilizando um sistema de embreagem em cada unidade de linha que é capaz de desengatar o eixo de acionamento para reduzir ou eliminar a sobreposição de plantio em uma base de linha individual.</p>
<p>A maioria dos <strong>sistemas hidráulicos não é adequada para o plantio de contornos ou em terraços</strong>, pois a seção da plantadeira acionada por cada acionamento hidráulico deve operar na mesma velocidade.</p>
<p>Os dois sistemas de desligamento de seção utilizados atualmente, que gerencia individualmente as linhas de semeadura e que realiza o controle por seções de plantio (ex.: 4 linhas de plantio equivale uma seção) por meio de embreagem pneumática, embreagem elétrica e sistema hidráulico.</p>
<p>No entanto, semeadoras podem ser transformadas em semeadoras a taxa variável, ajustando a velocidade da unidade de medição de sementes. Isso efetivamente mudará a população da planta.</p>
<p>A semeadura de taxa variável é realizada s<strong>eparando ou desconectando os sistemas de medidores de sementes da plantadeira da roda motriz do solo</strong>. Ao conectar um motor ou caixa de engrenagens (para alterar a velocidade da entrada da roda de terra), a taxa de propagação pode variar em movimento.</p>
<p>Segundo estudos, a área de sobreposição de semeadura varia entre <strong>2,5 e 5,5% da área de plantio</strong>.</p>
<p>Para o cultivo de milho o desligamento de seção proporciona um maior comprimento de espiga, aumento no número de grãos por espiga e maior peso de grãos. De maneira geral para o cultivo de milho grão apresenta um incremento de 11 a 14% de produção nas regiões com desligamento de seção.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21595 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-2.jpg" alt="Espigas de milho com diferenças de acordo com o sistema de semeadura" width="457" height="548" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-2.jpg 457w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-2-250x300.jpg 250w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-2-370x444.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-2-270x324.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-2-150x180.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 457px) 100vw, 457px" /><span style="font-size: 10pt;">Espigas de milho em regiões com desligamento de seção (a) e espigas de milho em regiões sem desligamento de seção (b). Fonte: Dagios &#8211; 2018</span></p>
<h3>Semeadura da soja</h3>
<p>A resposta do rendimento de soja à taxa de semeadura foi <strong>dependente do rendimento do ambiente de produção</strong>.</p>
<p>A taxa ótima de semeadura aumentou conforme os ambientes de produção foi reduzido. A taxa de semeadura pode ser reduzida em <strong>18% para ambientes de alta produtividade</strong> em relação a ambientes de baixo rendimento, sem apresentar redução na produção.</p>
<p>A época do plantio interage com a resposta da produção à taxa de semeadura, em ambientes de alto rendimento, o plantio tardio diminuiu a produção independentemente da taxa de semeadura.</p>
<p>A semeadura em taxa variável de sementes <strong>reduz a taxa de sementes</strong>, identificando e semeando sementes apenas nas áreas que atendem aos requisitos de sementes.</p>
<p>Os VRAs baseados em sensores são equipados com sensores de matéria orgânica do solo que detectam os diferentes níveis de conteúdo de matéria orgânica no solo e ajustam a população da planta de acordo.</p>
<p>Os medidores de umidade do solo também são usados ​​para ajustes de profundidade e, assim, para ajustar a população da planta. A taxa de semente é variada ao conectar uma caixa de engrenagens ou um motor à semeadora de taxa variável de sementes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21596 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4-1024x576.jpg" alt="Sensor para semeadura em taxa variável" width="770" height="433" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4-1024x576.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4-300x169.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4-768x432.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4-370x208.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4-270x152.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4-740x416.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4-150x84.jpg 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-4.jpg 1366w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /><span style="font-size: 10pt;">Sensor de matéria orgânica do solo para semeadura em taxa variável. Fonte: Precision Planting &#8211; 2019</span></p>
<h2>Semeadura de duas taxas</h2>
<p>A maioria desses dispositivos será compatível com um <strong>mapa de prescrição e pode ter duas ou mais taxas</strong>.</p>
<p>Um cenário de duas taxas pode ser um sistema que reduz as taxas de semeadura fora do alcance de um sistema de irrigação por pivô central, enquanto várias taxas podem ser necessárias para ajustar os tipos de solo (capacidade de retenção de água) e matéria orgânica.</p>
<p>Com o aumento do estudo para identificação da variabilidade que ocorre nas áreas de produção e definição de ambientes de produção começa a realizar estudos para semeadura de multi-híbridos/<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares</a></strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21597 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-3.jpg" alt="Área plantada com multi híbrido" width="417" height="552" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-3.jpg 417w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-3-227x300.jpg 227w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-3-370x490.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-3-270x357.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-3-150x199.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 417px) 100vw, 417px" /><span style="font-size: 10pt;">Exemplo de área plantada com multi-híbrido.</span></p>
<p>Na <strong>semeadora multi-híbrido/cultivar</strong>, dois ou mais híbridos/cultivares podem ser plantadas em um único campo a taxas de semeadura variáveis ou híbridos/cultivares são armazenadas em caixas de retenção separadas, das quais são medidas por várias unidades de medição de motores elétricos em um único tubo de semente ou transportador de correia/escova.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21598 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-5.jpg" alt="Semeadora multi hibrido" width="727" height="546" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-5.jpg 727w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-5-300x225.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-5-370x278.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-5-270x203.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-5-80x60.jpg 80w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-5-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 727px) 100vw, 727px" /><span style="font-size: 10pt;">Um exemplo de unidade de linha de semeadora multi-híbrido/cultivar. Fonte: Sharda et al &#8211; 2018</span></p>
<p>Em um estudo avaliando a viabilidade da semeadura multi-cultivar de soja, foi identificado que o desempenho da variedade de soja é diferido de acordo com o ambiente de produção.</p>
<ul>
<li><strong>Variedades de porte alto devem ser colocadas em ambientes de baixa produtividade</strong>, onde a redução e um aumento no número de vagens e no rendimento foi registrado.</li>
<li><strong>Variedades de porte baixo devem ser colocadas em ambientes de alta produtividade</strong>, evitando o crescimento excessivo das plantas e a redução do rendimento.</li>
</ul>
<p>Dentro do campo de arranjo de variedades aumentou o rendimento em 2,1% e 11,5% para ambientes de alta produtividade e baixa produtividade, respectivamente.</p>
<p>As perspectivas para a semeadura a taxa variável são positivas. As suas técnicas podem proporcionar aos produtores e técnicos a reflexão sobre suas decisões de manejo, para que tenham mais sucesso e, o melhor, a partir dados coletados na própria propriedade.</p>
<p>O aumento da adesão dos produtores à tecnologia é gradual e a precisão das ferramentas será aumentada conforme forem sendo entendidos os fatores principais que atuam na variabilidade espacial das áreas agrícolas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21599 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-6.jpg" alt="Arranjo de variedades da soja" width="774" height="434" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-6.jpg 774w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-6-300x168.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-6-768x431.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-6-370x207.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-6-270x151.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-6-740x415.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/semeadura-milho-6-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 774px) 100vw, 774px" /><span style="font-size: 10pt;">Estrutura teórica para o arranjo de variedades de soja de acordo com a classe de rendimento (baixa e alta). Fonte: Corassa et al (2018c).</span></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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