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	<title>produtividade Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>produtividade Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Baixa produtividade no café: como identificar a causa na sua lavoura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 13:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma lavoura de café produz abaixo do esperado, a reação mais comum é procurar rapidamente uma solução. Antes de qualquer intervenção como aumento de adubação, mudança no programa fitossanitário, poda ou renovação do cafezal, é necessário um diagnóstico técnico que identifique a causa real da queda de produtividade. As origens mais comuns são: restrição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma lavoura de café produz abaixo do esperado, a reação mais comum é procurar rapidamente uma solução. Antes de qualquer intervenção como aumento de adubação, mudança no programa fitossanitário, poda ou renovação do cafezal, é necessário um <strong>diagnóstico técnico</strong> que identifique a causa real da queda de produtividade.</p>
<p>As origens mais comuns são: restrição radicular, perda de área foliar causada pela incidência de pragas e doenças e bienalidade natural da cultura após safras de alta carga.</p>
<h2>Como confirmar se a produtividade do café realmente está baixa?</h2>
<p>Uma oscilação pontual de produção não indica necessariamente um problema fitossanitário ou nutricional. O cafeeiro apresenta <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bienalidade-do-cafe-entenda-o-ciclo-produtivo-e-suas-implicacoes/">bienalidade</a></strong> produtiva natural, variando conforme a cultivar, o clima, o manejo e a carga da safra anterior.</p>
<p>Para diferenciar a bienalidade de uma perda consistente de potencial produtivo, verifique os seguintes dados:</p>
<ul>
<li>Produtividade das últimas safras;</li>
<li>Idade da lavoura;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultivares-de-cafe-qual-escolher/">Cultivar</a></strong>;</li>
<li>População de plantas;</li>
<li>Histórico de podas;</li>
<li>Condições climáticas dos últimos ciclos.</li>
</ul>
<p>A análise individual de uma única safra pode levar a conclusões errôneas. Uma oscilação isolada (ex.: 60 sacas/ha seguidas de 30 sacas/ha) pode refletir apenas bienalidade, mantendo uma média histórica adequada. Por outro lado, a <strong>queda contínua na produção ao longo de múltiplos ciclos</strong> (ex.: 45, 37, 31 e 25 sacas/ha) confirma uma <strong>perda de potencial</strong> e exige investigação.</p>
<h2>Como identificar as causas da baixa produtividade do café?</h2>
<p>Evite isolar sintomas visuais, como amarelecimento foliar, que podem decorrer de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/">deficiências nutricionais</a></strong>, danos radiculares, estresse hídrico, alta carga pendente ou pragas/doenças. Siga o roteiro investigativo abaixo:</p>
<h3>Observe como os sintomas estão distribuídos na lavoura</h3>
<p><strong>Mapeie a ocorrência dos sintomas</strong> no talhão para identificar o padrão.</p>
<p>Sintomas uniformes em todo o talhão sugerem fatores gerais (clima, manejo fitossanitário global ou nutrição). Ocorrências em reboleiras, manchas ou linhas indicam variações físicas do solo, compactação, deficiência de drenagem, nematoides ou falhas localizadas no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-do-cafe-como-calcular-a-disponibilidade-de-agua/">sistema de irrigação</a></strong>.</p>
<h3>Avalie o sistema radicular do cafeeiro</h3>
<p>Abra trincheiras no solo para inspecionar a profundidade efetiva das raízes, a distribuição lateral, o volume de radicelas e a presença de camadas compactadas ou danos físicos.</p>
<p>Raízes restritas reduzem a absorção de água e nutrientes. Nessa situação, o incremento na adubação gera baixa resposta produtiva, mesmo com bons níveis de fertilidade indicados nas análises químicas de solo.</p>
<h4>Verifique a presença de nematoides</h4>
<p>Diante de plantas enfraquecidas e raquitismo em reboleiras, coletar amostras de solo e raízes para análise laboratorial e confirmação da espécie e densidade populacional de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-cafe/">nematoides</a></strong>.</p>
<h3>Avalie o estado nutricional da lavoura</h3>
<p>Correlacione os laudos de análise de solo e análise foliar. Teores adequados no solo aliados a baixos teores foliares indicam limitações na absorção por restrição radicular, déficit hídrico, desequilíbrio iônico ou época inadequada de amostragem.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-de-deficiencia-nutricional-no-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39677 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png" alt="Guia Deficiências nutricionais no cafeeiro" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Analise o histórico hídrico e o manejo da irrigação</h3>
<p>Avalie o impacto do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-hidrico-no-cafe/">estresse hídrico</a></strong> em fases críticas (florescimento e chumbamento/enchimento de grãos) reconstituindo dados pluviométricos e registros de veranicos.</p>
<p>Em áreas irrigadas, verifique a uniformidade de aplicação aferindo pressão, vazão de gotejadores/aspersores, presença de entupimentos ou vazamentos e adequação da lâmina aplicada.</p>
<ul>
<li>Como foi a distribuição das chuvas?</li>
<li>Ocorreram veranicos?</li>
<li>Como estava a umidade no período de florescimento?</li>
<li>Houve restrição durante enchimento dos frutos?</li>
<li>O perfil do solo consegue armazenar água?</li>
<li>As raízes exploram profundidade suficiente?</li>
</ul>
<h3>Avalie a área foliar e a sanidade das plantas</h3>
<p>Examine o histórico de incidência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/">ferrugem</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-no-cafe/">cercosporiose</a></strong> ou ataque de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-do-cafe/">bicho-mineiro</a></strong> causam desfolha precoce, comprometendo o crescimento vegetativo e a diferenciação de gemas florais para a safra seguinte.</p>
<h3>Considere o impacto da safra anterior</h3>
<p>Safras de altíssima carga <strong>exaurem as</strong> <strong>reservas de carboidratos da planta</strong>, reduzindo a emissão de ramos produtivos para o ciclo subsequente. Este efeito é agravado pela ocorrência simultânea de:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Déficit hídrico;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Nutrição insuficiente;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Desfolha;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Elevada pressão fitossanitária.</li>
</ul>
<h3>Avalie a arquitetura das plantas</h3>
<p>Verificar perda de ramos da saia, altura excessiva, autossombreamento. Só indicar poda se a arquitetura for comprovadamente o fator limitante principal.</p>
<h3>Verifique a cultivar e as condições de implantação</h3>
<p>Em lavouras com baixa produtividade, <strong>avalie os fatores operacionais e genéticos</strong> de implantação:</p>
<ul>
<li>A cultivar é adequada à região?</li>
<li>O espaçamento favorece o sistema atual?</li>
<li>A população de plantas está adequada?</li>
<li>Existem muitas falhas?</li>
<li>A lavoura foi implantada em uma área com limitações importantes?</li>
<li>A cultivar apresenta características compatíveis com clima, altitude, pressão de doenças e estratégia de colheita da propriedade?</li>
</ul>
<p>Incompatibilidades da cultivar na região ou falhas no estande definem limites de teto de produtividade independentemente do manejo adotado.</p>
<h3>Revise a execução das operações na lavoura</h3>
<p>Audite os registros de campo para verificar se as recomendações técnicas foram devidamente executadas:</p>
<ul>
<li>A adubação ocorreu na época planejada?</li>
<li>A dose realmente aplicada corresponde à recomendada?</li>
<li>As pulverizações tiveram boa cobertura?</li>
<li>Os produtos entraram no momento adequado?</li>
<li>O sistema de irrigação funcionou como previsto?</li>
<li>Houve atraso no controle de pragas?</li>
<li>As operações ocorreram de forma uniforme em todo o talhão?</li>
</ul>
<p>Falhas no momento de aplicação, regulagem de equipamentos ou parcelamento comprometem os resultados operacionais mesmo em planejamentos agronômicos corretos.</p>
<h2>Como os fatores limitantes podem atuar em conjunto?</h2>
<p>A baixa produtividade costuma ser resultado de reações em cadeia. Exemplos de interações:</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Solo compactado → menor crescimento radicular → menor exploração de água → maior estresse durante veranico → menor absorção de nutrientes → perda de vigor → redução da produtividade.</strong></em></p>
<p>Nestes cenários, intervenções isoladas (como apenas adubar ou aplicar fungicidas) não resolvem a causa primária do problema.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Safra muito carregada → menor crescimento vegetativo → ferrugem mal controlada → desfolha elevada → menor formação de ramos produtivos → safra seguinte baixa.</strong></em></p>
<h2>Definindo o plano de ação para recuperar a produtividade</h2>
<p>Após determinar a causa primária e os fatores secundários, <strong>estabeleça o plano de correção focando na limitação de maior impacto</strong> (manejo do solo, ajuste nutricional, adequação fitossanitária, manejo de irrigação, poda ou renovação).</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diagnostico-completo-do-sistema-de-producao-do-cafe/">diagnóstico</a></strong> preciso previne investimentos desnecessários e direciona recursos diretamente ao gargalo produtivo da lavoura, garantindo maior assertividade na tomada de decisão.</p>
<h2>Aprofunde sua gestão da lavoura cafeeira</h2>
<p>A análise integrada de solo, planta, clima, nutrição e fitossanidade é fundamental para evitar intervenções equivocadas no cafezal.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Produção de Café Arábica</strong></a> do Rehagro oferece treinamento prático e integrado para diagnóstico e tomada de decisões estratégicas em lavouras cafeeiras.</p>
<p>Saiba mais sobre o Curso Gestão na Produção de Café Arábica.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Janelas de produção no agronegócio: como transformar planejamento em lucro</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/janelas-de-producao-no-agronegocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 13:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um cenário cada vez mais competitivo no agronegócio, produzir bem já não é suficiente. A verdadeira diferença entre propriedades medianas e altamente lucrativas está na capacidade de planejar, executar e ajustar decisões no momento certo. É nesse contexto que as janelas de produção ganham protagonismo. Mais do que um conceito técnico, elas representam uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um cenário cada vez mais competitivo no agronegócio, produzir bem já não é suficiente. A verdadeira diferença entre propriedades medianas e altamente lucrativas está na capacidade de planejar, executar e ajustar decisões no momento certo.</p>
<p>É nesse contexto que as <strong>janelas de produção</strong> ganham protagonismo.</p>
<p>Mais do que um conceito técnico, elas representam uma <strong>ferramenta estratégica de gestão</strong> que impacta diretamente produtividade, custos e rentabilidade. Quando bem definidas, permitem extrair o máximo potencial do sistema produtivo. Quando ignoradas, podem comprometer toda a safra ou ciclo produtivo.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender como as janelas de produção funcionam na prática e como utilizá-las como alavanca para resultados superiores na fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são janelas de produção no agronegócio?</h2>
<p>As janelas de produção são os <strong>períodos ideais para realizar determinadas atividades dentro do sistema produtivo</strong>, considerando fatores como clima, solo, biologia das culturas ou animais e disponibilidade de recursos.</p>
<p>Na prática, elas orientam decisões críticas como o momento de plantar, colher, aplicar insumos ou conduzir manejos no rebanho. Não se trata apenas de escolher datas, mas de alinhar operações ao contexto ideal para maximizar desempenho e reduzir riscos.</p>
<h2>Por que as janelas de produção são decisivas para o resultado da fazenda?</h2>
<p>A definição correta das janelas de produção impacta diretamente <strong>produtividade, eficiência operacional e rentabilidade</strong>.</p>
<p>Quando uma operação acontece no momento certo, a natureza trabalha a favor do produtor. Por outro lado, decisões fora da janela tendem a gerar perdas silenciosas, como menor resposta a insumos, queda de desempenho produtivo e aumento de custos operacionais.</p>
<p>Em termos práticos, isso significa que duas fazendas com acesso aos mesmos recursos podem ter resultados completamente diferentes apenas pela qualidade do timing das decisões.</p>
<h2>Fatores que influenciam as janelas de produção</h2>
<p>As janelas de produção não são fixas e precisam ser interpretadas dentro da realidade de cada sistema produtivo.</p>
<p>O <strong>clima</strong> é um dos principais determinantes. Regime de chuvas, temperatura e variações ao longo do ano moldam o ambiente produtivo e exigem ajustes constantes. Em paralelo, o tipo de solo, sua capacidade de retenção de água e o histórico de uso da área também interferem diretamente na definição do melhor momento para cada operação.</p>
<p>Outro ponto relevante é a <strong>escolha de genética e insumos</strong>. Diferentes cultivares, raças ou tecnologias possuem comportamentos distintos, alterando o ciclo produtivo e, consequentemente, as janelas ideais.</p>
<p>Por fim, existe um fator muitas vezes negligenciado: a <strong>capacidade de execução da fazenda</strong>. Não adianta ter clareza sobre o melhor momento se não há estrutura operacional para executar com qualidade dentro dessa janela.</p>
<h2>Principais erros na definição de janelas de produção</h2>
<p>Um dos erros mais comuns é <strong>basear decisões apenas em tradição ou calendário fixo</strong>, ignorando dados atualizados e mudanças no ambiente produtivo.</p>
<p>Também é frequente a falta de integração entre <strong>planejamento e execução</strong>. Muitas fazendas até sabem o que deveria ser feito, mas não conseguem operacionalizar no momento certo por limitações de equipe, máquinas ou organização.</p>
<p>Outro ponto crítico é a <strong>tomada de decisão reativa</strong>. Quando o produtor atua sempre respondendo a problemas, em vez de se antecipar a eles, as janelas deixam de ser estratégicas e passam a ser apenas circunstanciais.</p>
<h2>Como definir janelas de produção eficientes na prática?</h2>
<p>A construção de janelas de produção eficientes começa com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ciencia-de-dados-no-agronegocio/">uso inteligente de dados</a></strong>. O histórico da própria fazenda é uma das fontes mais valiosas de informação, permitindo identificar padrões de desempenho e ajustar decisões com maior precisão.</p>
<p>A partir desse diagnóstico, entra o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/planejamento-estrategico-no-agronegocio-guia-pratico-para-colocar-em-acao/">planejamento estratégico</a></strong>. Aqui, o produtor ou gestor precisa organizar as atividades ao longo do ciclo produtivo, considerando metas claras e a disponibilidade de recursos.</p>
<p>Uma forma simples de estruturar esse processo é:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-42791" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/05/janelas-producao-eficientes.png" alt="Etapas do processo de janelas de produção" width="591" height="253" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/05/janelas-producao-eficientes.png 591w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/05/janelas-producao-eficientes-300x128.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/05/janelas-producao-eficientes-370x158.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/05/janelas-producao-eficientes-270x116.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/05/janelas-producao-eficientes-150x64.png 150w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /></p>
<p>Por fim, o <strong>monitoramento contínuo</strong> fecha o ciclo. Condições climáticas, desenvolvimento da produção e indicadores operacionais precisam ser acompanhados para permitir ajustes rápidos e assertivos.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/planejamento-estrategico-no-agronegocio-como-definir-acoes?utm_campaign=material-gestao&amp;utm_source=webinar-planejamento-estrategico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38761 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico.png" alt="Webinar planejamento estratégico" width="1024" height="359" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico.png 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-300x105.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-768x269.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-370x130.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-270x95.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-740x259.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Exemplos práticos de janelas de produção</h2>
<p>Na pecuária, as janelas de produção são fundamentais para alinhar o ciclo produtivo com a disponibilidade de alimento. Estratégias como estação de monta bem definida e planejamento nutricional ao longo do ano são exemplos claros de como o timing impacta o resultado.</p>
<p>Na produção de grãos, o respeito às janelas de plantio é determinante. Pequenos atrasos podem comprometer não apenas a produtividade da safra principal, mas também inviabilizar a segunda safra, afetando diretamente a rentabilidade do sistema.</p>
<p>Já na cafeicultura, o manejo adequado do timing influencia tanto a produtividade quanto a qualidade do produto final. Decisões relacionadas à florada, tratos culturais e colheita exigem precisão e planejamento.</p>
<h2>Como a tecnologia e a gestão impactam as janelas de produção?</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-no-agronegocio-como-ela-pode-ajudar-a-aumentar-a-produtividade/">tecnologia</a></strong> trouxe mais precisão para o agronegócio. Ferramentas de monitoramento climático, softwares de gestão e análise de dados permitem decisões mais embasadas.</p>
<p>No entanto, o verdadeiro diferencial está na gestão. A capacidade de interpretar dados, organizar processos e garantir execução eficiente é o que transforma informação em resultado.</p>
<p>Tecnologia potencializa, mas é a gestão que direciona.</p>
<h2>Relação entre janelas de produção e lucratividade</h2>
<p>A relação entre janelas de produção e resultado financeiro é direta. Quando as operações acontecem dentro do momento ideal, há melhor aproveitamento dos insumos, maior eficiência produtiva e menor risco de perdas. Isso se traduz em aumento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/margens-no-agronegocio/">margem</a></strong> e maior previsibilidade do negócio.</p>
<p>Por outro lado, decisões fora da janela geralmente geram custos invisíveis, que muitas vezes passam despercebidos, mas impactam fortemente o resultado final.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>As janelas de produção são uma das ferramentas mais poderosas para quem busca profissionalizar a gestão da fazenda.</p>
<p>Dominar esse conceito permite sair de um modelo reativo e avançar para uma gestão estratégica, baseada em planejamento, dados e execução de qualidade.</p>
<p>Em um ambiente cada vez mais desafiador, onde margens são pressionadas e riscos aumentam, o timing das decisões pode ser o fator que separa propriedades comuns de operações altamente lucrativas.</p>
<h2>Quer dar o próximo passo na gestão da sua fazenda?</h2>
<p>Se você quer evoluir sua visão estratégica e tomar decisões mais assertivas no campo, é fundamental investir em formação de alto nível.</p>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas</strong></a> do Rehagro foi desenvolvida justamente para formar gestores preparados para lidar com os desafios reais do agronegócio, com foco em resultado, eficiência e lucratividade.</p>
<p>Esse pode ser o passo que faltava para transformar sua gestão e elevar o nível da sua fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40402 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg" alt="Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipes Rehagro Gestão.</p>
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		<title>Como aumentar a produtividade do cafeeiro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 11:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem diversos fatores que podem transformar a produtividade da sua lavoura de café. Entre os principais, destacam-se: solo bem corrigido em profundidade, nutrição equilibrada, estande de plantas ideal por hectare, manejo fitossanitário eficiente (controle de pragas, doenças e plantas daninhas), plantas com arquitetura robusta e irrigação adequada. Descubra como otimizar cada um desses aspectos para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem diversos fatores que podem <strong>transformar a produtividade da sua lavoura de café</strong>.</p>
<p>Entre os principais, destacam-se: solo bem corrigido em profundidade, nutrição equilibrada, estande de plantas ideal por hectare, manejo fitossanitário eficiente (controle de pragas, doenças e plantas daninhas), plantas com arquitetura robusta e irrigação adequada.</p>
<p>Descubra como otimizar cada um desses aspectos para obter safras mais abundantes e lucrativas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Construção do perfil do solo</h2>
<p>A grande maioria dos <strong>solos brasileiros são ácidos e pobres em nutrientes</strong>, sendo considerados inadequados para agricultura em seu estado natural.</p>
<p>Por isso, a construção do perfil do solo é de suma importância para alcançar altas produtividades. O solo deve ser manejado para ter boas condições químicas, físicas e biológicas, proporcionando um bom desenvolvimento das raízes, inclusive em subsuperfície.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Fertilidade química: Correção e adubação</h3>
<p>Como mencionado anteriormente, grande parte dos solos brasileiros são naturalmente ácidos e pobres em nutrientes. A correção do pH na maioria das vezes é realizada através da prática da calagem.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/">calcário diminui a toxicidade</a></strong> de H+, Al3+ e Mn2+, fornece Ca e Mg e melhora a disponibilidade dos nutrientes de forma geral, melhorando assim a eficiência das adubações (Tabela 1).</p>
<p>O calcário possui baixa mobilidade no solo, desta forma sua maior ação acontece na camada arável. Por isso é de suma importância um preparo de solo bem feito, aplicação de doses corretas dos corretivos e uma boa incorporação (profunda) em áreas que serão implantadas.</p>
<p><strong>Em lavouras adultas a correção é realizada em superfície e sem incorporação</strong>, mas sempre que possível, deve-se realizar algum tipo de revolvimento (subsolagem de lavouras podadas por exemplo), pois melhora o resultado da calagem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34228" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/variacao-nutrientes.jpg" alt="Estimativa da variação percentual de assimilação dos principais nutrientes pelas plantas em função do pH do solo" width="669" height="217" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/variacao-nutrientes.jpg 669w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/variacao-nutrientes-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/variacao-nutrientes-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/variacao-nutrientes-270x88.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/variacao-nutrientes-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 669px) 100vw, 669px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 1. Estimativa da variação percentual de assimilação dos principais nutrientes pelas plantas em função do pH do solo. Fonte: Adaptado por Lopes (1984).</span></p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gesso-na-cultura-do-cafe/">gesso</a></strong> é empregado para melhorar as condições químicas do solo em subsuperfície. Sua solubilidade permite que ele infiltre facilmente no perfil do solo, melhorando o ambiente radicular, através da diminuição da toxicidade causada pelo alumínio e fornecendo cálcio em profundidade.</p>
<p>Dessa forma, o gesso contribui positivamente no desenvolvimento do sistema radicular facilitando a absorção de água e nutrientes em profundidade.</p>
<p>Após correção do solo, o fornecimento adequado dos nutrientes é fundamental para se obter altas produtividades.</p>
<p>A construção da fertilidade química do solo é um processo gradual que requer ajustes contínuos ao longo dos anos para atingir os níveis adequados dos atributos químicos (conforme indicado no Quadro 1). Esses valores podem variar de acordo com o tipo de solo.</p>
<p>Análises de solo e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-folha/">de folhas</a></strong> devem ser realizadas rotineiramente para auxiliar nos ajustes das doses dos nutrientes. Após a construção da fertilidade química, trabalhamos com a reposição dos valores de extração e exportação dos nutrientes, o uso de tabelas de adubações atualizadas é crucial para realização de um bom manejo nutricional.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34229" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atributos-fertilidade-solo.jpg" alt="Atributos da fertilidade de um solo de alto potencial produtivo para o cafeeiro" width="762" height="100" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atributos-fertilidade-solo.jpg 762w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atributos-fertilidade-solo-300x39.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atributos-fertilidade-solo-370x49.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atributos-fertilidade-solo-270x35.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atributos-fertilidade-solo-740x97.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atributos-fertilidade-solo-150x20.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 762px) 100vw, 762px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Quadro 1 – Atributos da fertilidade de um solo de alto potencial produtivo para o cafeeiro (considerando uma CTC entre 6 e 8 Cmolc/dm3). <span style="font-weight: 400;">Fonte: Adaptado de Quaggio </span><i><span style="font-weight: 400;">et al. </span></i><span style="font-weight: 400;"> (2018) e Carvalho </span><i><span style="font-weight: 400;">et al. </span></i><span style="font-weight: 400;"> (2021).</span></span></p>
<h3>Fertilidade física</h3>
<p>As diversas operações realizadas na cultura do café podem ocasionar o adensamento do solo, tendo como origem a passagem contínua de tratores e implementos agrícolas. Esse adensamento varia de acordo com a textura do solo, relevo, plantas de cobertura, etc.</p>
<p>Quando detectado, <strong>a subsolagem deve ser realizada para melhorar as condições físicas do solo</strong>, quebrando as camadas adensadas, o que facilita o desenvolvimento do sistema radicular, infiltração de água e arejamento nas camadas com problemas.</p>
<p>Por se tratar de uma cultura perene,<strong> a implantação da lavoura</strong> é uma ótima oportunidade para a realização de um bom preparo de solo, principalmente em profundidade, isso porque, a cultura ficará no campo por muitos anos.</p>
<p>Em lavouras adultas a subsolagem pode ser realizada nas lavouras que serão podadas, a operação normalmente é feita depois da poda, logo no início das primeiras chuvas. Para auxiliar na estruturação do solo, é importante semear alguma planta de cobertura após a subsolagem.</p>
<p>Na tabela 2, podemos observar a influência da subsolagem de um solo compactado na produtividade do cafeeiro. A operação com duas hastes, foi a que proporcionou maior incremento na produtividade média das três primeiras safras após a subsolagem, apresentando um acréscimo de 65%.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34230" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/resultados-cafeeiro-subsolagem.jpg" alt="Produção do cafeeiro submetido à subsolagem (2009) por número variável de hastes. " width="687" height="233" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/resultados-cafeeiro-subsolagem.jpg 687w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/resultados-cafeeiro-subsolagem-300x102.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/resultados-cafeeiro-subsolagem-370x125.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/resultados-cafeeiro-subsolagem-270x92.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/resultados-cafeeiro-subsolagem-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 2 &#8211; Produção do cafeeiro submetido à subsolagem (2009) por número variável de hastes. Resultados do primeiro triênio 2010 a 2012, Campo Experimental Izidoro Bronzi, Araguari, MG. Fonte: Fernandes <i>et al. </i>(2012).</span></p>
<h3>Fertilidade biológica</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/">matéria orgânica</a></strong> exerce papel fundamental no solo, sua presença afeta atributos químicos, físicos e biológicos.</p>
<p>Alguns dos benefícios da matéria orgânica são: fornece nutrientes por meio de sua mineralização, redução de toxicidade de alumínio, é o principal componente que contribui para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ctc-do-solo-entenda-o-que-e-e-como-interpreta-la/">CTC do solo</a></strong>, estabiliza o pH do solo por meio de sua ação tamponante e melhora a estruturação do solo.</p>
<p>O teor de matéria orgânica no solo resulta do balanço entre a deposição de resíduos orgânicos e sua decomposição.</p>
<p>Todas as práticas que auxiliam a aumentar e/ou manter a matéria orgânica no solo são bem vindas. As práticas mais utilizadas são <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/casca-de-cafe/">aplicação de casca de café</a></strong>, esterco, composto orgânico, chegada de cisco, entre outros.</p>
<p>Outra forma de fornecer resíduos orgânicos para as lavouras é por meio de roçadas das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/">plantas de cobertura</a></strong> (Imagem 1).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34231" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/manejo-braquiaria-no-cafeeiro.jpg" alt="Manejo da braquiária no cafeeiro" width="477" height="628" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/manejo-braquiaria-no-cafeeiro.jpg 477w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/manejo-braquiaria-no-cafeeiro-228x300.jpg 228w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/manejo-braquiaria-no-cafeeiro-370x487.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/manejo-braquiaria-no-cafeeiro-270x355.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/manejo-braquiaria-no-cafeeiro-150x197.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem 1 &#8211; Manejo da braquiária: Roçada para a projeção da saia do cafeeiro. Foto: Isaías dos Santos.</span></p>
<p>Pesquisadores da EMBRAPA observaram que atributos microbiológicos estão correlacionados com a ciclagem de nutrientes e aumento de matéria orgânica no solo. Ou seja, na escala de melhoria de um solo, os atributos microbiológicos são os primeiros a serem impactados.</p>
<p><strong>Mais atividade biológica significa, com o passar do tempo, mais matéria orgânica</strong> e, consequentemente, maior estruturação e agregação do solo, o que resulta em melhor infiltração e retenção de água.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<p>A Tecnologia Embrapa de Bioanálise de Solo (BioAS), consiste na avaliação de dois indicadores relacionados ao funcionamento da maquinaria biológica do solo, que são as enzimas arilsulfatase e β-glicosidase.</p>
<p>Na tabela 3 é possível observar os <strong>benefícios da braquiária</strong> no sistema de cultivo da soja, melhorando os atributos químicos pelo aumento dos nutrientes e da matéria orgânica.</p>
<p>Note que, na Tabela 4, a atividade das enzimas β-glicosidase e arilsulfatase foram, respectivamente, 4 e 8 vezes superior no manejo com braquiária, quando comparado com o manejo no pousio. Demonstrando que as análises biológicas conseguem representar bem as melhorias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34232" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/propriedades-quimicas-do-solo.jpg" alt="Propriedades químicas do solo" width="787" height="200" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/propriedades-quimicas-do-solo.jpg 787w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/propriedades-quimicas-do-solo-300x76.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/propriedades-quimicas-do-solo-768x195.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/propriedades-quimicas-do-solo-370x94.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/propriedades-quimicas-do-solo-270x69.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/propriedades-quimicas-do-solo-740x188.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/propriedades-quimicas-do-solo-150x38.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 787px) 100vw, 787px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 3 &#8211; Propriedades químicas do solo, na camada de 0 cm a 10 cm, nos tratamentos com soja/pousio e soja/braquiária. Fonte: Mendes <i>et al. </i> (2021).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34233" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atividade-betaglicosidade.jpg" alt="Níveis de atividade da β-glicosidase e da arilsulfatase" width="788" height="160" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atividade-betaglicosidade.jpg 788w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atividade-betaglicosidade-300x61.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atividade-betaglicosidade-768x156.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atividade-betaglicosidade-370x75.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atividade-betaglicosidade-270x55.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atividade-betaglicosidade-740x150.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/atividade-betaglicosidade-150x30.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 788px) 100vw, 788px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 4 &#8211; Níveis de atividade da β-glicosidase e da arilsulfatase na camada de 0 cm a 10 cm nos tratamentos com soja/pousio e soja/braquiária sob SPD. Fonte: Mendes <i>et al. </i> (2021).</span></p>
<h2>Manejo fitossanitário do cafeeiro</h2>
<p>O desenvolvimento do cafeeiro pode ser comprometido por diversas pragas, doenças, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-cafe/">fitonematoides</a></strong> e plantas daninhas, resultando em perdas significativas na produção. Portanto, um manejo fitossanitário eficiente é essencial para alcançar altas produtividades.</p>
<p>Os danos são severos quando ocorrem grandes perdas de área foliar, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/">Bicho Mineiro</a></strong> por exemplo, chega a ocasionar até 50% de desfolha, podendo acarretar em perdas superiores a 30% da produção na safra.</p>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/">A ferrugem do cafeeiro</a></strong> pode causar até 80% de desfolha (dependendo do manejo e da cultivar) e acarretar perdas de produtividade tanto na safra vigente (se a desfolha acontecer cedo) quanto na safra futura.</p>
<p>As plantas daninhas competem por água, luz e nutrientes com o cafeeiro, quando não controladas de forma eficaz causam redução da produção da lavoura, principalmente em lavouras mais novas, as perdas de produtividade podem chegar em até 40% (Tabela 5).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34234" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/perda-producao-cafeeiro.jpg" alt="Perda de produção do cafeeiro em função da época de controle de plantas daninhas" width="670" height="302" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/perda-producao-cafeeiro.jpg 670w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/perda-producao-cafeeiro-300x135.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/perda-producao-cafeeiro-370x167.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/perda-producao-cafeeiro-270x122.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/perda-producao-cafeeiro-150x68.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 5 – Perda da produção do cafeeiro em função da época de controle das plantas daninhas. Fonte: Oliveira <i>et al, citado</i> por Matiello <i>et al</i>, 2020. </span></p>
<h2>Época de colheita</h2>
<p>A época de colheita também impacta na produtividade, colheita realizada tarde pode afetar tanto a produtividade do ano, quanto da safra seguinte.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colheita-de-cafe/">planejamento de colheita</a></strong> deve ser realizado visando encerrar numa data adequada, essa data varia de região para região. Em regiões que a derriça da árvore se inicia no mês de abril o ideal seria terminá-la no máximo até o final de junho. Já onde se inicia em maio, a data limite seria o final do mês de julho.</p>
<p>De qualquer forma é importante ter em mente que quanto mais cedo terminar a colheita melhor.</p>
<p>Já existem trabalhos demonstrando que quanto mais tarde se realiza a colheita, menor é a produtividade no ano seguinte (tabela 6, gráfico 1). <strong>Quanto mais precoce for a colheita menor é o depauperamento das plantas e consequentemente menor a redução da safra seguinte</strong>.</p>
<p>Além disso, quando a colheita é realizada muito tarde pode danificar os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/florada-do-cafe/">botões florais</a></strong> ou até mesmo derrubá-los durante a derriça (imagem 2).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34235" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/reducao-produtividade-cafeeiro.jpg" alt="Redução da produtividade entre as safras" width="658" height="218" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/reducao-produtividade-cafeeiro.jpg 658w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/reducao-produtividade-cafeeiro-300x99.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/reducao-produtividade-cafeeiro-370x123.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/reducao-produtividade-cafeeiro-270x89.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/reducao-produtividade-cafeeiro-150x50.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 658px) 100vw, 658px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 6 – Redução da produtividade entre as safras de 2014 e 2015, em função da época de colheita. Fonte: Santinato, <i>et al. </i>, 2015.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34236" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro.jpg" alt="Gráfico 1 – Produtividade da lavoura 2013" width="600" height="360" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro.jpg 600w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-300x180.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-370x222.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-270x162.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-150x90.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Gráfico 1 – Produtividade da lavoura 2013, nas safras 2018 e 2019, em função de três épocas de colheita. Fonte: Adaptado de Bordin, 2020.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34237" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-1.jpg" alt="Frutos secos e botões florais em cafeeiro" width="660" height="507" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-1.jpg 660w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-1-300x230.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-1-370x284.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-1-270x207.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-1-80x60.jpg 80w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cafeeiro-1-150x115.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem 2 – Esquerda: frutos secos e botões florais em cafeeiro. Direita: Botões florais no fundo da colhedora de café. Foto: Isaías dos Santos.</span></p>
<h2>Estande de plantas</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/espacamento-no-plantio-de-cafe-arabica-o-que-voce-precisa-saber/">espaçamento entre ruas</a></strong>, combinado com espaçamento entre plantas, define o estande de plantas/ha da lavoura.</p>
<p>Diversos trabalhos têm demonstrado que o estande de plantas está diretamente relacionado com a produtividade. De forma que, quando se tem poucas plantas por hectare, por mais que a produção seja alta por planta, a produtividade por hectare é baixa, quando comparada com estandes maiores.</p>
<p>Já quando se tem muitas plantas por hectare, mesmo produzindo menos por planta, a produtividade é maior, quando comparada com estandes menores.</p>
<p>Além de melhorar a produtividade, <strong>estandes maiores tendem a diminuir a bienalidade da lavoura</strong>, ou seja, a produção por planta é menos discrepante de um ano para o outro.</p>
<p>O adensamento pode aumentar a produtividade e diminuir a bienalidade. No entanto, deve ser realizado de forma criteriosa, pois o excesso de plantas pode resultar em competição por água, luz e nutrientes, o que pode, consequentemente, reduzir a produtividade.</p>
<p>Atualmente, busca-se trabalhar com estande de plantas variando de 4 a 6 mil plantas/ha no cultivo mecanizado e de 6 a 10 mil plantas/ha, no cultivo manual.</p>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultivares-de-cafe-qual-escolher/">Cultivares</a></strong> que possuem diâmetro de copa maior, tendem a apresentar resultado melhor de produtividade quando o espaçamento é um pouco mais afastado. Pois, quando plantadas muito próximas pode ocorrer estiolamento, sombreamento do barrado e consequente perda de saia (barrado), no médio/longo prazo, quando não podadas.</p>
<p>Na tabela 7, podemos observar um estudo que avaliou a produtividade em função do espaçamento de duas cultivares ao longo de 9 safras. Ambas foram implantadas com o espaçamento de 3,5m entre ruas e tiveram variações no espaçamento entre plantas, variando de 0,5 a 1m.</p>
<p>A cultivar Catuaí 62, apresenta porte baixo e diâmetro de copa menor, quando comparada com a cultivar Mundo Novo 379/19.</p>
<p>A cultivar de porte baixo apresentou maior produtividade no espaçamento de 0,5m entre plantas em comparação com o espaçamento de 0,75m, apresentando uma redução de 11 Sc/ha.</p>
<p>A cultivar de porte alto, por outro lado, apresentou maior produtividade no espaçamento de 0,75 m entre plantas, com quase 5 Sc/ha a mais em comparação ao espaçamento de 0,5m.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34238" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-9-primeiras-safras.jpg" alt="Produtividade, nas 9 primeiras safras, em cafeeiros" width="664" height="196" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-9-primeiras-safras.jpg 664w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-9-primeiras-safras-300x89.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-9-primeiras-safras-370x109.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-9-primeiras-safras-270x80.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-9-primeiras-safras-150x44.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 664px) 100vw, 664px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 7 –  Produtividade, nas 9 primeiras safras, em cafeeiros sob efeito de espaçamentos na linha, em 2 variedades. Fonte: Filho <i>et al. </i>(2023).</span></p>
<p>Na tabela 8, todas as cultivares também apresentaram maior produtividade no espaçamento de 0,5m entre plantas. Com exceção da cultivar Mundo novo 376/4, que apresentou melhor produtividade no espaçamento de 0,7m entre plantas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-34239" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras-1024x465.jpg" alt="Produtividade, nas 4 primeiras safras, em cafeeiros" width="770" height="350" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras-1024x465.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras-300x136.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras-768x349.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras-370x168.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras-270x123.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras-740x336.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras-150x68.jpg 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-4-primeiras-safras.jpg 1066w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 8 – Produtividade, nas 4 primeiras safras, em cafeeiros sob efeito de espaçamentos na linha, em 5 variedades. Fonte: Filho <i>et al. </i>(2023).</span></p>
<h2>Programação de renovação do cafeeiro</h2>
<p>É importante sempre buscar renovar as lavouras por meio de algum <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/">tipo de poda</a></strong> (Decote, esqueletamento, recepa) ou arranquio e replantio.</p>
<p>A intervenção deve ser realizada antes da lavoura apresentar redução na produtividade, que normalmente acontece quando as plantas ficam sombreadas e começa a perder o barrado (saia). O número de safras desde o plantio até a primeira intervenção varia de acordo com região, tecnologia empregada, espaçamento entre ruas, cultivar, etc.</p>
<p>Buscamos manter o parque cafeeiro das fazendas com uma <strong>taxa de renovação anual por volta de 20%</strong>. Isso abrange podas das lavouras existentes, plantio e lavouras em formação.</p>
<p>Deve-se tomar cuidado ao postergar as renovações, pois futuramente poderá ter uma área muito grande da propriedade que necessite de algum tipo de renovação.</p>
<p>As podas do tipo decote e esqueletamento podem ser empregadas em lavouras que possuem bom estande de plantas, poucas falhas e plantas com boa arquitetura, em lavouras com as mesmas características e com arquitetura ruim (perdeu muito ramos plagiotrópicos) pode-se adotar a poda do tipo recepa.</p>
<p>Já em lavouras com Estande ruim e/ou com muitas falhas, realiza-se a o arranquio e planta-se uma nova lavoura com estande melhore. É importante ressaltar, que antes de qualquer intervenção deve-se analisar os dados históricos dos números de produtividade das lavouras, pois existem exceções.</p>
<h2>Irrigação do cafeeiro</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-do-cafe-como-calcular-a-disponibilidade-de-agua/">irrigação</a></strong> auxilia no aumento da produtividade em razão da cultura ser prejudicada por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-hidrico-no-cafe/">déficit hídrico</a></strong> prolongado nos períodos críticos de demanda de água pela planta.</p>
<p>A falta de água no processo de floração prejudica a indução floral, provoca a queda de botões florais e de chumbinhos, já no período de granação dos frutos pode resultar em frutos chochos (imagem 3).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34240" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/frutos-de-cafe-chochos.jpg" alt="Frutos de café chochos em decorrência de déficit hídrico e altas temperaturas" width="824" height="663" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/frutos-de-cafe-chochos.jpg 824w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/frutos-de-cafe-chochos-300x241.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/frutos-de-cafe-chochos-768x618.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/frutos-de-cafe-chochos-370x298.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/frutos-de-cafe-chochos-270x217.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/frutos-de-cafe-chochos-740x595.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/frutos-de-cafe-chochos-150x121.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 824px) 100vw, 824px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem 3. Frutos de café chochos em decorrência de déficit hídrico e altas temperaturas. Foto: Isaías dos Santos.</span></p>
<p><strong>A prática de irrigar vem sendo cada vez mais adotada pelos cafeicultores</strong>, mesmo em regiões que são consideradas aptas para o cultivo no sequeiro, como o Sul de Minas Gerais.</p>
<p>Em regiões onde o déficit hídrico é mais acentuado, a resposta do cafeeiro em aumento de produtividade tende a ser maior.</p>
<p>Na tabela 9, contém os resultados de um trabalho em que foi avaliado a produtividade do cafeeiro em função da irrigação, podemos observar que a produtividade média das quatros primeiras safras no cultivo irrigado apresentou 24 sc/ha a mais que o cultivo no sequeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34241" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cultivar-topazio.jpg" alt="Produtividade da cultivar Topázio" width="773" height="150" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cultivar-topazio.jpg 773w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cultivar-topazio-300x58.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cultivar-topazio-768x149.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cultivar-topazio-370x72.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cultivar-topazio-270x52.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cultivar-topazio-740x144.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-cultivar-topazio-150x29.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 773px) 100vw, 773px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 9 &#8211; Produtividade da cultivar Topázio nas quatro primeiras safras e média do quadriênio, em função da irrigação. Fonte: Adaptado de Bonomo <i>et al. </i> 2008.</span></p>
<p>Na tabela 10, contém os resultados de um trabalho realizado no município de Lavras &#8211; Mg, nele podemos observar que o tratamento irrigado por Pivô central apresentou 45 sc/ha a mais na média do biênio, quando comparado com o tratamento sequeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34242" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-duas-safras.jpg" alt="Produtividade de duas safras e a média do biênio em função da irrigação." width="668" height="150" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-duas-safras.jpg 668w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-duas-safras-300x67.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-duas-safras-370x83.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-duas-safras-270x61.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-duas-safras-150x34.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 668px) 100vw, 668px" /></p>
<p>Médias seguidas de mesma letra nas colunas não diferem entre si ao nível de 5% de probabilidade pelo teste Tukey.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tabela 10 &#8211; Produtividade de duas safras e a média do biênio em função da irrigação. Fonte: Adaptado de Silva <i>et al. </i> 2011.</span></p>
<p>Alguns trabalhos têm demonstrado que o <strong>déficit hídrico no cafeeiro reduz a produtividade</strong>, principalmente em regiões que apresentam temperaturas mais altas e déficit hídrico mais acentuado.</p>
<p>Ou seja, manter a planta hidratada durante todo o ano, tende a apresentar melhores resultados em produtividade quando comparado com períodos de déficit hídrico.</p>
<p>No quadro 2, podemos observar os resultados de produtividade quando o cafeeiro foi submetido a diferentes manejos de irrigação, onde foi comparado irrigação durante o ano todo (reposição da evapotranspiração), irrigação sendo interrompida por diferentes intervalos (30, 60, 90, 120, 150, 180 e 240 dias) e o cultivo no sequeiro (sem irrigação).</p>
<p>Note que a irrigação permanente apresentou a maior produtividade média ao longo de seis safras (56 sc/ha), é possível observar também que a falta de água nos meses de setembro a novembro, apresentou produtividade inferior (de 7 a 10 Sc/ha a menos) e quando o déficit hídrico foi acima de 120 dias, ocasionou perdas ainda maiores, variando de 15 a 22 Sc/ha a menos, quando comparados com a irrigação durante todo o ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34243" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-media-6-safras.jpg" alt="Produtividade média de 6 safras" width="673" height="228" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-media-6-safras.jpg 673w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-media-6-safras-300x102.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-media-6-safras-370x125.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-media-6-safras-270x91.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/produtividade-media-6-safras-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 673px) 100vw, 673px" /></p>
<p>Médias seguidas de mesma letra nas colunas não diferem entre si ao nível de 5% de probabilidade pelo teste Tukey.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Quadro 2 – Produtividade média de 6 safras, sob os diferentes tratamentos de irrigação, comparados com a testemunha não irrigada. Fonte: Adaptado de Fernandes <i>et al. </i> 2016.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Podemos observar que diversos fatores podem interferir na produtividade da lavoura de café.</p>
<p><strong>Focar em apenas um dos fatores pode não resultar em aumento de produtividade</strong>, deve-se ter uma visão holística da lavoura e buscar melhorias em todos os fatores possíveis.</p>
<h2>Aumente a produtividade do café com gestão e decisões mais assertivas</h2>
<p>Elevar a produtividade do cafeeiro depende de um conjunto de fatores, que vão desde o manejo nutricional e fitossanitário até a organização das operações no campo. Para transformar esse potencial em resultados concretos, é indispensável unir técnica e gestão estratégica da lavoura.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-29769" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias.jpg" alt="Isaias dos Santos" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">BONOMO. R. <i>et al. </i> Produtividade de cafeeiros arábica irrigados no cerrado goiano. <i>Pesquisa Agropecuária Tropical </i>v. 38, n. 4, p. 233-240, 2008. Goiânia, GO, Brasil.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">BORDIN, C. M. B. Respostas morfofisiológicas e produtivas do cafeeiro submetido a diferentes épocas e métodos de colheita no cerrado mineiro. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Viçosa. Florestal, MG, 2020.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">CARVALHO, G.R. <i>et al. </i> Cafeicultura do Cerrado. Belo Horizonte: EPAMIG, 2021. 564p.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">FERNANDES, A. L. T. <i>et al. </i> Utilização da subsolagem na redução da compactação do solo para produção de café cultivado no cerrado mineiro. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer, Goiânia, v.8, n.15; p. 1 6 5 6. 2012</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">FERNANDES, A. L. T. <i>et al. </i> Viabilidade técnica e econômica da irrigação localizada do cafeeiro, nas condições climáticas do planalto de Araxá, Mg. Coffee Science, Lavras, v. 11, n. 3, p. 347 &#8211; 358, jul./set. 2016.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">FILHO, M. J. <i>et al.  </i>Espaçamentos, na linha, em diferentes cultivares de cafeeiros, na região da mogiana paulista. In: Congresso brasileiro de pesquisas cafeeiras, 47. p. 54. 2023, Caxambú, MG.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">FILHO, M. J. <i>et al. </i> Estudo de espaçamentos x variedades de café na região da Mogiana – SP resultados nas nove primeiras safras. Congresso brasileiro de pesquisas cafeeiras, 47. p. 52. 2023, Caxambú, MG.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">LOPES, A. S. Solos sob “Cerrado” − Características, propriedades e manejo. 2. ed. Piracicaba: Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato, 1984. 162 p.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">MATIELLO, J. B. <i>et al. </i> Cultura de café no Brasil: Manual de recomendações. Varginha, MG, 2020. p.714.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">MENDES, I. C. <i>et al. </i> Tecnologia BioAS: Uma maneira simples e eficiente de avaliar a saúde do solo. Documentos 369. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2021.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">SANTINATO. F. <i>et al. </i> Época de colheita do café e variação da produtividade em função de seu atraso. Congresso brasileiro de pesquisas cafeeiras, 41. p.229. 2015, Poços de Caldas, MG.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">SILVA. A. C. <i>et al. </i> Características produtivas do cafeeiro arábica irrigado por pivô central na região de Lavras/MG. Coffee Science, Lavras, v. 6, n. 2, p. 128-136, maio/ago. 2011.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">QUAGGIO, J. A. <i>et al.  </i>Recomendações para calagem e adubação de café Boletim 100 – IAC. 1º Simpósio sobre os avanços na nutrição de citros e café. IAC, Campinas-SP. 2018.</span></li>
</ul>
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		<title>Metodologias ágeis no agronegócio: como aumentar a eficiência no campo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[metodologias ágeis]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, as metodologias ágeis têm se destacado como uma abordagem eficaz para gerenciar projetos de maneira flexível e adaptativa, possibilitando rápida resposta às mudanças e foco na entrega contínua de valor.  Originalmente desenvolvidas na indústria de software, essas metodologias têm sido cada vez mais exploradas e adaptadas para diversos setores, incluindo o agronegócio. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, as metodologias ágeis têm se destacado como uma abordagem eficaz para gerenciar projetos de maneira flexível e adaptativa, possibilitando rápida resposta às mudanças e foco na entrega contínua de valor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Originalmente desenvolvidas na indústria de software, essas metodologias têm sido cada vez mais exploradas e adaptadas para diversos setores, incluindo o agronegócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, exploramos seus principais tipos, desafios e considerações ao implementar essas metodologias em empresas agrícolas.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são metodologias ágeis?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Metodologias ágeis são <strong>conjuntos de práticas e princípios orientados a facilitar a colaboração, a auto-organização e o planejamento incremental de projetos. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em contraste com abordagens mais tradicionais, como o modelo cascata, essas metodologias promovem ciclos curtos de desenvolvimento, <a href="https://rehagro.com.br/blog/feedbacks-assertivos-no-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>feedback</strong></a> contínuo e ajustes frequentes de acordo com as necessidades do projeto e da empresa.</span></p>
<h3>Principais Metodologias Ágeis</h3>
<h4>Scrum</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Scrum é uma das metodologias ágeis mais populares e amplamente adotadas. Ele organiza o trabalho em ciclos curtos e repetitivos chamados sprints, que geralmente duram de 2 a 4 semanas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante cada sprint, a equipe define objetivos claros e prioridades específicas a serem alcançadas. Esse ciclo iterativo permite ajustes rápidos e contínuos com base no feedback recebido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Scrum é especialmente eficaz para <strong>projetos onde os requisitos podem mudar rapidamente</strong> e há necessidade de um alto grau de colaboração e visibilidade.</span></p>
<h4>Kanban</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Kanban é uma metodologia visual de gestão de fluxo de trabalho que utiliza quadros (boards) para representar as diferentes fases do processo. Cada tarefa é representada por um cartão que se move de coluna em coluna conforme avança no fluxo de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Kanban é altamente flexível e pode ser implementado sem a necessidade de grandes mudanças estruturais, sendo ideal para <strong>equipes que necessitam de uma visão clara e constante do trabalho em andamento</strong> e que podem se beneficiar de uma abordagem incremental e evolutiva.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33341 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/kanban.jpg" alt="Mulher trabalhando em um quadro kanban" width="800" height="450" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/kanban.jpg 800w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/kanban-300x169.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/kanban-768x432.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/kanban-370x208.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/kanban-270x152.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/kanban-740x416.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/kanban-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fonte: Freepik</span></p>
<h4>Lean Startup</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora o Lean Startup não seja uma metodologia ágil tradicional, ele compartilha muitos princípios com as metodologias ágeis, especialmente no que diz respeito à experimentação rápida, ao aprendizado validado e à interação contínua baseada no feedback.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Lean Startup é particularmente útil para iniciativas inovadoras onde o risco e a incerteza são altos</strong>, permitindo que as empresas testem rapidamente hipóteses, ajustem suas estratégias com base em dados reais e evitem grandes desperdícios de recursos.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=textos-pga&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19022 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Gestão do Agronegócio" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como adaptar essas metodologias ao ciclo agrícola?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das principais considerações ao introduzi-las no agronegócio é a adaptação aos ciclos sazonais e às variações climáticas. Enquanto métodos ágeis tradicionais enfatizam ciclos curtos de desenvolvimento, como sprints no Scrum, <strong>no agronegócio é essencial considerar a sazonalidade das culturas</strong> e os impactos das condições climáticas na produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A flexibilidade das metodologias ágeis permite ajustar prioridades e planos de acordo com esses fatores, melhorando a capacidade de resposta a mudanças inesperadas no ambiente agrícola. Isso pode incluir a reavaliação de prazos, a alocação de recursos conforme necessário e a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-acompanhar-metas-de-equipe-no-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>modificação de metas de curto prazo</strong></a> para garantir que as operações agrícolas permaneçam eficientes e produtivas, mesmo diante de condições variáveis.</span></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/planejamento-estrategico-no-agronegocio-como-definir-acoes?utm_campaign=material-gestao&amp;utm_source=webinar-planejamento-estrategico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38761 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico.png" alt="Webinar planejamento estratégico" width="1024" height="359" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico.png 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-300x105.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-768x269.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-370x130.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-270x95.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-740x259.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Cultura organizacional e aceitação da mudança</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cultura organizacional</strong></a> no agronegócio muitas vezes é caracterizada por estruturas hierárquicas e métodos de trabalho tradicionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A introdução de práticas ágeis pode encontrar resistência devido à necessidade de uma mentalidade mais colaborativa e adaptável. Por conta disso, é essencial uma liderança efetiva e uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/comunicacao-interpessoal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>comunicação clara</strong></a> para engajar toda a organização na mudança. Mostrar casos de sucesso de outras empresas agrícolas que implementaram metodologias ágeis pode ajudar a demonstrar os benefícios potenciais dessa abordagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, promover um ambiente onde o feedback é valorizado e as equipes são incentivadas a experimentar novas técnicas pode facilitar a transição para uma cultura ágil, destacando os ganhos em eficiência e inovação que essas práticas podem trazer.</span></p>
<h2>Complexidade dos projetos e gestão de partes interessadas</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Projetos no agronegócio frequentemente envolvem múltiplas partes interessadas, como produtores, fornecedores, distribuidores e entidades regulatórias. A gestão eficaz dessas partes interessadas é essencial para o sucesso do projeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Métodos ágeis incentivam a colaboração contínua e a comunicação transparente</strong>, o que pode facilitar a coordenação entre diferentes grupos envolvidos no ciclo de produção agrícola. Essa abordagem promove um ambiente onde as necessidades e preocupações de todas as partes são consideradas regularmente, permitindo ajustes rápidos e soluções colaborativas para problemas emergentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através de reuniões regulares e pontos de controle, as metodologias ágeis ajudam a garantir que todos os envolvidos estejam alinhados com os objetivos do projeto, promovendo uma execução mais coesa e eficiente.</span></p>
<h2>Treinamento e capacitação da equipe</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A adoção dessas metodologias no agronegócio também requer um <strong>investimento significativo em treinamento e capacitação da equipe</strong>. É necessário desenvolver novas habilidades e competências, como auto-organização, colaboração cruzada e tomada de decisões rápidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>ajustar papéis tradicionais para suportar equipes ágeis pode ser desafiador</strong>, mas essencial para maximizar os seus benefícios. Isso envolve a introdução de novos processos de trabalho e a familiarização com ferramentas de gestão ágil, como quadros Kanban e software de acompanhamento de projetos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Treinamentos regulares, workshops e sessões de coaching podem ajudar as equipes a entenderem e adotarem as novas práticas de maneira eficaz, garantindo que todos estejam alinhados e preparados para a mudança.</span></p>
<h2>Monitoramento de resultados e indicadores de desempenho</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Medir o sucesso e os resultados de projetos ágeis no agronegócio requer a definição clara de indicadores de desempenho relevantes. Esses indicadores podem incluir a velocidade de resposta às mudanças de mercado, a redução de desperdícios e custos operacionais, e a melhoria na qualidade e na previsibilidade da produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A coleta de dados precisos e a análise regular são fundamentais para ajustar estratégias e alcançar metas de maneira eficaz. Além disso, métricas como a satisfação do cliente, a eficiência dos processos e a capacidade de inovação também podem fornecer insights valiosos sobre o impacto das práticas ágeis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização de ferramentas de análise de dados pode facilitar o monitoramento contínuo e a visualização dos resultados, permitindo ajustes rápidos e informados.</span></p>
<h2>Quais os riscos na implementação de metodologias ágeis?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como em outros setores, sua implementação no agronegócio apresenta riscos potenciais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Resistência à mudança, falta de adaptação de ferramentas tradicionais e falhas na comunicação</strong> são alguns dos desafios que as empresas podem enfrentar. Desse modo, para mitigar esses riscos, será necessário um plano de mudança bem estruturado, envolvimento ativo da liderança e suporte contínuo às equipes durante a transição para um ambiente ágil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somado a isso, é essencial identificar os potenciais pontos de resistência antecipadamente e desenvolver estratégias para abordar essas preocupações. Isso pode incluir a realização de workshops de sensibilização, a comunicação clara dos benefícios esperados e a implementação de um sistema de feedback contínuo para ajustar o processo conforme necessário.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A adaptação das metodologias ágeis ao agronegócio apresenta uma oportunidade significativa para modernizar e otimizar operações, tornando-as mais responsivas e eficientes. Apesar dos desafios únicos do setor, como a sazonalidade e a complexidade dos projetos, elas oferecem flexibilidade para ajustar prioridades e planos de acordo com as condições climáticas e as demandas específicas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Investir em treinamento e capacitação da equipe, promover uma cultura organizacional colaborativa e utilizar indicadores de desempenho relevantes são passos essenciais para garantir o sucesso da sua implementação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao adotá-las, o agronegócio pode melhorar a coordenação entre múltiplas partes interessadas, integrar tecnologias emergentes e responder rapidamente às mudanças do mercado.</span></p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Gestão Rehagro.</p>
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		<title>Espaçamento no plantio de café arábica: o que você precisa saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 19:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[plantio de café]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por ser uma cultura perene, o cafeeiro permanece por muitos anos implantado na área, podendo passar de 30 anos. Desta forma, é importante ser assertivo na escolha do local, cultivar e espaçamento. A escolha do espaçamento deve ser muito bem planejado, pois ele está relacionado com a cultivar, sistema de cultivo, tratos culturais e estande [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por ser uma cultura perene, o cafeeiro permanece por muitos anos implantado na área, podendo passar de 30 anos. Desta forma, é importante ser assertivo na escolha do local, cultivar e espaçamento.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>escolha do espaçamento deve ser muito bem planejado</strong>, pois ele está relacionado com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultivares-de-cafe-qual-escolher/">cultivar</a></strong>, sistema de cultivo, tratos culturais e estande de plantas, sendo este fator ponderável no planejamento de todo o manejo da cultura, iniciando já na aquisição ou produção das mudas.  </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como escolher o espaçamento?</h2>
<h3>Definição do sistema de cultivo/manejo</h3>
<p>A escolha do espaçamento está correlacionada com vários fatores, para defini-lo de forma adequada, deve-se levar em consideração:</p>
<ul>
<li><strong>Sistema de cultivo:</strong> Manual ou mecanizado.</li>
<li><strong>Modelo de manejo:</strong> Frequência de poda e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desbrota-na-cultura-do-cafe/">desbrota</a></strong>.</li>
<li><strong>Escolha da cultivar:</strong> Diâmetro de copa da cultivar (porte alto ou baixo).</li>
<li><strong>Clima:</strong> Região com temperatura alta ou amena.</li>
<li><strong>Cultivo irrigado ou sequeiro</strong>.</li>
</ul>
<p>Quando as plantas crescem mais, como por exemplo cultivo em regiões com temperatura mais altas, cultivo irrigado e plantas com diâmetro de copa maior (porte alto, ou porte baixo muito vigoroso), é necessário realizar algum <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/">tipo de poda</a></strong> mais cedo e consequentemente mais desbrotas.</p>
<p>Desta forma, se essa não for a intenção do produtor, o plantio mais espaçado entre ruas e/ou a utilização de cultivares de porte baixo é uma forma de <strong>postergar a poda</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Estande de plantas</h3>
<p><strong>O espaçamento entre ruas, combinado com espaçamento entre plantas, define o estande de plantas/ha da lavoura.</strong> Diversos trabalhos têm demonstrado que o estande de plantas está diretamente relacionado com a produtividade, de forma que, quando se tem poucas plantas por hectare, por mais que a produção seja alta por planta, a produtividade por hectare é baixa, quando comparada com estandes maiores.</p>
<p>Já quando se tem muitas plantas por hectare, mesmo produzindo menos por planta, a produtividade é maior, quando comparada com estandes menores.</p>
<p>Além de melhorar a produtividade, estandes maiores tendem a diminuir a bienalidade da lavoura, ou seja, a produção por planta é menos discrepante de um ano para o outro.</p>
<p>O adensamento pode aumentar a produtividade e diminuir a bienalidade. No entanto, deve ser realizado de forma criteriosa, pois o excesso de plantas pode resultar em competição por água, luz e nutrientes, o que pode, consequentemente, reduzir a produtividade.</p>
<p>Atualmente, busca-se trabalhar com estande de plantas variando de <strong>4 a 6 mil plantas/ha no cultivo mecanizado e de 6 a 10 mil plantas/ha, no cultivo manual.</strong></p>
<h3>Espaçamento entre ruas</h3>
<p>O espaçamento entre ruas no sistema de cultivo mecanizado, dependerá da bitola (largura) do trator e diâmetro de copa da cultivar escolhida, variando de <strong>3,2m a 4m</strong>.</p>
<p>Já no cultivo manual o espaçamento varia de <strong>2m a 3m</strong>.</p>
<h3>Espaçamento entre plantas</h3>
<p>O espaçamento entre plantas varia de <strong>0,5 a 0,7m</strong>. Não se recomenda trabalhar com espaçamento superior a 0,7, pois afetará no estande final de plantas (ficará baixo).</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a relação entre o espaçamento do café e a produtividade?</h2>
<p>Na cafeicultura atual, há uma tendência de reduzir o espaçamento entre plantas com o objetivo de otimizar a área cultivada e alcançar maiores produtividades.</p>
<p>O espaçamento define o número de plantas por hectare e sua distribuição na área. Vários trabalhos vêm demonstrando que o espaçamento correto proporciona grande aumento de produtividade (Gráfico 1).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33490" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros.jpg" alt="Produtividade (Sc/ha) em função de diversos espaçamentos de cafeeiro Catuaí." width="780" height="329" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros.jpg 1372w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros-300x126.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros-1024x431.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros-768x324.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros-370x156.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros-270x114.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros-740x312.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-espacamento-cafeeiros-150x63.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Gráfico 1 &#8211; <span style="font-weight: 400;">Produtividade (Sc/ha) em função de diversos espaçamentos de cafeeiro Catuaí. Fonte: Rocha et al. (2000).</span></span></p>
<p><strong>Cultivares que possuem diâmetro de copa maior, tendem a apresentar resultado melhor de produtividade quando o espaçamento é um pouco mais afastado</strong>. Pois, quando plantadas muito próximas pode ocorrer estiolamento, sombreamento do barrado e consequente perda de saia (barrado), no médio/longo prazo, quando não podadas.</p>
<p>Na tabela 1, podemos observar um estudo que avaliou a produtividade em função do espaçamento de duas cultivares ao longo de 9 safras. Ambas foram implantadas com o espaçamento de 3,5m entre ruas e tiveram variações no espaçamento entre plantas, variando de 0,5 a 1m.</p>
<ul>
<li>A cultivar Catuaí 62 apresenta porte baixo e diâmetro de copa menor, quando comparada com a cultivar Mundo Novo 379/19.</li>
<li>A cultivar de porte baixo apresentou maior produtividade no espaçamento de 0,5m entre plantas em comparação com o espaçamento de 0,75m, apresentando uma redução de 11 Sc/ha.</li>
<li>A cultivar de porte alto, por outro lado, apresentou maior produtividade no espaçamento de 0,75m entre plantas, com quase 5 Sc/ha a mais em comparação ao espaçamento de 0,5m.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-33491" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe-1024x294.jpg" alt="Produtividade, nas 9 primeiras safras, em cafeeiros sob efeito de espaçamentos na linha, em 2 variedades" width="770" height="221" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe-1024x294.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe-300x86.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe-768x220.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe-370x106.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe-270x77.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe-740x212.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe-150x43.jpg 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-nove-safras-cafe.jpg 1039w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 13px;">Tabela 1 –  Produtividade, nas 9 primeiras safras, em cafeeiros sob efeito de espaçamentos na linha, em 2 variedades. Fonte: Filho et al. (2023).</span></p>
<p>Na tabela 2, todas as cultivares também apresentaram maior produtividade no espaçamento de 0,5m entre plantas. Com exceção da cultivar Mundo novo 376/4, que apresentou melhor produtividade no espaçamento de 0,7m entre plantas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-33492" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe-1024x465.jpg" alt="Produtividade, nas 4 primeiras safras, em cafeeiros sob efeito de espaçamentos na linha, em 5 variedades" width="770" height="350" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe-1024x465.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe-300x136.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe-768x349.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe-370x168.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe-270x123.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe-740x336.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe-150x68.jpg 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/produtividade-quatro-safras-cafe.jpg 1066w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 13px;">Tabela 2 – Produtividade, nas 4 primeiras safras, em cafeeiros sob efeito de espaçamentos na linha, em 5 variedades. Fonte: Filho et al. (2023).</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Diante do exposto, percebe-se que <strong>o número de plantas por hectare está diretamente relacionado com a produtividade</strong>. Atualmente procuramos trabalhar com estandes de plantas próximo ou acima de <strong>5 mil plantas/ha.</strong></p>
<p>Uma estratégia para regiões com mão de obra difícil ou que se deseja postergar as podas, é trabalhar com cultivares de porte baixo e/ou distanciar o espaçamento entre as ruas, podendo trabalhar com 3,8 m ou até 4m. Desta forma, as plantas irão demorar a perder o barrado (baixeiro da planta) demorando mais tempo para demandar podas.</p>
<p>No entanto, quando se opta por espaçamento mais largos entre as ruas, deve-se atentar com o espaçamento entre as plantas, sempre olhando o estande final.</p>
<p>Por exemplo, ao utilizar o espaçamento de 4 m entre ruas e 0,5 m entre plantas, temos um estande de 5 mil plantas/ha (10.000/4m/0,5m) que é considerado um bom estande.</p>
<p>Os espaçamentos que temos mais utilizados atualmente entre ruas variam de 3,5 a 3,8m no cultivo mecanizado e de 2 a 2,5 no manual. Já entre plantas variam de 0,5 a 0,6m.</p>
<h2>Defina o espaçamento ideal e aumente a eficiência da lavoura</h2>
<p>O espaçamento no plantio do café arábica influencia diretamente o desenvolvimento das plantas, a produtividade e a longevidade da lavoura. Para garantir os melhores resultados, é fundamental planejar essa escolha com base em critérios técnicos aliados a uma gestão estratégica da produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a tomar decisões mais assertivas desde a formação da lavoura, organizar a produção de forma eficiente, reduzir custos e conduzir sua fazenda com foco em produtividade, qualidade e rentabilidade.</p>
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<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 13px;">BORÉM. A. <i>et al. </i>Café Arábica: do plantio à colheita. Viçosa, MG: ED. UFV, 2015. 316 p.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">FILHO, M. J. <i>et al. </i>Espaçamentos, na linha, em diferentes cultivares de cafeeiros, na região da mogiana paulista. In: Congresso brasileiro de pesquisas cafeeiras, 47. p. 54. 2023, Caxambú, MG.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">FILHO, M. J. <i>et al.</i> Estudo de espaçamentos x variedades de café na região da Mogiana – SP resultados nas nove primeiras safras. Congresso brasileiro de pesquisas cafeeiras, 47. p. 52. 2023, Caxambú, MG.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">MATIELLO, J. B. <i>et al.</i> Cultura de café no Brasil: Manual de recomendações. Varginha, MG, 2020. p.714.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">ROCHA, A. C.; CEOTO, O. L.; PREZOTTI, L. C. Diversos espaçamentos para o plantio de café catuai na região serrana do espírito santo. In: Simpósio de pesquisa dos cafés do Brasil. Disponível em: &lt; https://biblioteca.incaper.es.gov.br/digital/bitstream/item/929/1/diversosespacamentosparaoplantiodecafecatuairegiaoserrana.pdf&gt;.</span></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Pista de alimentação na pecuária leiteira: como planejar e dimensionar corretamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[pista de alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pista de alimentação é um dos principais componentes da infraestrutura de uma fazenda leiteira. É nela que as vacas têm acesso diário à dieta e, por isso, seu planejamento influencia diretamente o consumo de matéria seca, o comportamento dos animais e a eficiência do sistema de produção. Quando bem dimensionada, a pista facilita o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>pista de alimentação</strong> é um dos principais componentes da infraestrutura de uma fazenda leiteira. É nela que as vacas têm acesso diário à dieta e, por isso, seu planejamento influencia diretamente o consumo de matéria seca, o comportamento dos animais e a eficiência do sistema de produção.</p>
<p>Quando bem dimensionada, a pista facilita o acesso ao alimento, reduz a competição entre as vacas e contribui para um manejo mais eficiente.</p>
<p>Por outro lado, <strong>erros de projeto podem dificultar o consumo</strong>, aumentar disputas por espaço e <strong>comprometer o desempenho do rebanho</strong>.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá como planejar uma pista de alimentação, quais características ela deve apresentar e quais cuidados ajudam a melhorar os resultados da fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Principais características de uma boa pista de alimentação</h2>
<h3>Largura da pista de alimentação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A largura da pista de alimentação deve ser suficiente para acomodar a movimentação dos animais e também permitir passagem de tratores ou outros equipamentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>largura de 4 metros</b><span style="font-weight: 400;"> vem sendo preconizada nos projetos dos barracões, pois assim é possível possibilitar que enquanto uma vaca está comendo a outra possa estar no cocho de água, ambas alinhadas, sem problemas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44905 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao.webp" alt="Imagens de duas pistas de alimentação para vaca" width="561" height="203" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao.webp 561w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-300x109.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-370x134.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-270x98.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 561px) 100vw, 561px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de duas pistas de alimentação, onde com a largura ideal, é possível ter uma vaca no cocho de água e outra na pista comendo ao mesmo tempo sem que ocorra incômodo entre elas. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> João Paulo Pereira</span></span></p>
<h3>Pisos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As especificações dos pisos da pista de alimentação em um barracão são cruciais para garantir segurança e saúde às vacas. É importante considerar alguns aspectos importantes no projeto e também na manutenção desses pisos. </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Especificações de concreto</b><span style="font-weight: 400;">: deve ser um concreto que suporte a abrasividade do casco, da urina, do dejeto, do esterco. Por isso é importante atentarmos a </span><b>qualidade do concreto</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Construção:</b><span style="font-weight: 400;"> quanto a utilização de argamassa sobre o concreto ou concreto direto, hoje tem sido mais utilizado o </span><b>concreto direto</b><span style="font-weight: 400;">, com a altura desse concreto em torno de </span><b>12 cm em locais de trânsito de animais e 14 cm em locais com trânsito de máquinas</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Uso de telas</b><span style="font-weight: 400;"> (ferragem): a inclusão desse material também chamado de malha de aço na base do concreto pode aumentar a resistência estrutural e prevenir rachaduras, por isso a indicação é de sempre utilizar nos projetos. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Caimento: </b>o<span style="font-weight: 400;"> caimento deve ser no sentido do movimento da vaca, o que facilita o equilíbrio e diminui a chance de lesão e quedas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Inclinação:</b><span style="font-weight: 400;"> a pista de alimentação deve ter de </span><b>1,5 a 2% de inclinação para </b><a href="https://rehagro.com.br/blog/compost-barn-o-que-e-e-como-fazer/" rel="noopener"><b><i>Compost barn</i></b></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>2% obrigatoriamente para </b><a href="https://rehagro.com.br/blog/free-stall/" rel="noopener"><b><i>Free Stall</i></b></a><span style="font-weight: 400;"> devido à presença da areia e necessidade de fazer limpeza com </span><i><span style="font-weight: 400;">flushing</span></i><span style="font-weight: 400;">. Outro ponto importante é o de que essa inclinação deve ser sempre no sentido do comprimento e nunca na largura.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Textura:</b><span style="font-weight: 400;"> é fundamental que a textura não seja lisa demais e provoque escorregamentos e acidentes, mas que não seja muito áspera correndo o risco de provocar <a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" rel="noopener"><strong>lesões de casco</strong></a>. O ideal é que seja uma textura intermediária, ou seja, que evite escorregões, mas que tenha uma facilidade na limpeza.  No geral, os especialistas em construção civil e concreto e que fazem as adequações dos lixamentos tem chamado a textura desse piso como “</span><b>piso camurçado</b><span style="font-weight: 400;">”.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-afeccoes-cascos-bovinos?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-cascos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39649 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png" alt="E-book Afecções de casco" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Frisos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os frisos no piso possuem recomendações muito bem definidas. Eles são responsáveis por proporcionar tração adequada, prevenindo que as vacas escorreguem ou tenham quedas. Quanto às recomendações, temos: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os frisos devem ser </span><b>paralelos entre si</b><span style="font-weight: 400;"> e com </span><b>espaçamento de 8 cm</b><span style="font-weight: 400;"> entre eles. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Largura – 1,5 cm.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Profundidade – 1,5 cm.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Orientação: os frisos devem ser sempre </span><b>no sentido de movimento da vaca</b><span style="font-weight: 400;">. É importante ressaltar que a vaca se movimenta lateralizando, então quando constrói o friso no sentido de movimento dela, ela utiliza o friso como forma de segurança para não escorregar.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Podem ser feitos com </span><b>concreto mole ou já curado</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Feitos com molde ou máquinas de corte: Na grande maioria das construções são utilizadas as </span><b>máquinas de corte</b><span style="font-weight: 400;"> para fazer os frisos, onde apesar de se ter um custo maior, a </span><b>qualidade é superior</b><span style="font-weight: 400;">, conferindo maior durabilidade e menor chance de quebras ou fissuras do concreto.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para realização do corte dos frisos, já existem </span><b>discos diamantados com o tamanho adequado</b><span style="font-weight: 400;"> (1,5cm de largura), entretanto, como o serviço para frisar é pesado, há um grande desgaste do disco, o qual possui um custo relativamente alto, o que pode elevar o custo total da construção.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44906 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1.webp" alt="máquinas de corte de friso em um piso de concreto já curado" width="556" height="228" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1.webp 556w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1-300x123.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1-370x152.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1-270x111.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 556px) 100vw, 556px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de máquinas de corte de friso em um concreto já curado. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> João Paulo Pereira</span></span><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44907 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2.webp" alt="Homem com gabarito para fazer os frisos em concreto mole." width="454" height="342" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2.webp 454w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-300x226.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-370x279.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-270x203.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 454px) 100vw, 454px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem de um gabarito para fazer os frisos em concreto mole. Fonte: João Paulo Pereira</span></p>
<h3>Pisos especiais</h3>
<ul>
<li><strong>Piso de borracha:</strong><span style="font-weight: 400;"> normalmente são utilizados em <a href="https://rehagro.com.br/blog/sala-de-espera-na-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sala de espera</strong></a> e nos corredores de acesso ao galpão. Essas borrachas, apesar de serem interessantes no sentido de conforto animal e saúde de casco, são de custo elevado, o que podem se tornar inviáveis a depender do projeto.</span></li>
<li><strong>Placas coladas ou fundidos no concreto:</strong><span style="font-weight: 400;"> essas placas macias podem proporcionar melhor amortecimento para os cascos, porém elas podem desgastar mais rapidamente e se desprender com o tempo, principalmente em áreas de tráfego intenso de animais. Além disso, a depender do material das placas e do processo de instalação, pode ser uma opção relativamente cara. </span></li>
</ul>
<h2>Quais são os erros mais comuns no planejamento da pista de alimentação?</h2>
<ul>
<li>Espaço insuficiente para alimentação;</li>
<li>Cochos mal dimensionados;</li>
<li>Drenagem inadequada;</li>
<li>Piso escorregadio;</li>
<li>Limpeza insuficiente;</li>
<li>Excesso de lotação;</li>
<li>Distribuição irregular da dieta;</li>
<li>Dificuldade de acesso ao alimento.</li>
</ul>
<p data-start="6274" data-end="6373">Esses fatores podem aumentar a competição entre os animais e comprometer o consumo de matéria seca.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, a pista de alimentação deve ser bem projetada e devemos nos atentar a largura da pista, a composição, dimensionamento do concreto e a confecção de frisos para que seja proporcionado à vaca conforto, segurança, menor risco de lesões e acidentes e consequentemente maior produtividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a atenção aos detalhes no design e na manutenção diária contribuirá para um ambiente eficiente e produtivo.</span></p>
<h2>Infraestrutura inteligente para mais eficiência e produção no leite</h2>
<p>Uma pista de alimentação bem planejada melhora o consumo, reduz desperdícios e aumenta a produtividade do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=pista-alimentacao">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar estrutura, manejo e gestão para garantir resultados consistentes, mais litros de leite no tanque e maior rentabilidade para a fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=pista-alimentacao" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-33249" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/Joao-Paulo-Pereira.jpg" alt="João Paulo Pereira - Equipe Leite" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/Joao-Paulo-Pereira.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/Joao-Paulo-Pereira-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/Joao-Paulo-Pereira-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Avaliação da rotina de ordenha: como você tem realizado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 13:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[ordenha]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O momento da ordenha na propriedade leiteira é um dos pontos mais importantes do manejo. É durante a rotina de ordenha que são evidenciados se os processos realizados na fazenda estão adequados, como manejo alimentar, manejo do ambiente das vacas e treinamento de colaboradores, além disso é nesse momento que obtemos o produto que gera [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O momento da ordenha na propriedade leiteira é um dos pontos mais importantes do manejo. É durante a rotina de ordenha que são evidenciados se os processos realizados na fazenda estão adequados, como manejo alimentar, manejo do ambiente das vacas e treinamento de colaboradores, além disso é nesse momento que obtemos o produto que gera lucro na propriedade: o leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, esse momento também é extremamente importante, pois durante a ordenha temos maior risco de exposição e transmissão dos </span><b><a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/" rel="noopener">agentes causadores de mastite</a>, </b><span style="font-weight: 400;">sendo também um momento importante para controle da contaminação microbiana do leite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto vamos abordar quais estratégias podemos adotar para avaliar a rotina de ordenha da fazenda, trazendo pontos específicos como a sujidade na ponta do teto, sujidade de úbere, avaliação de filtro de leite, higiene das teteiras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, também trataremos pontos importantes de avaliação dos procedimentos de ordenha, como a realização do teste da caneca de fundo preto, aplicação de pré e pós-dipping.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Aspectos legais da qualidade do leite</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As instruções normativas (IN) 76 e 77 definem que o <a href="https://rehagro.com.br/blog/conservacao-e-armazenamento-de-leite-cru/" rel="noopener"><strong>leite cru refrigerado de tanque individual</strong></a> ou de uso comunitário deve apresentar médias geométricas trimestrais de </span><b>Contagem Padrão em Placas (CPP) ou <a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/" rel="noopener">Contagem Bacteriana Total (CBT)</a></b><span style="font-weight: 400;"> de no </span><b>máximo 300.000 UFC/mL de leite. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa mesma instrução normativa temos que a <a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" rel="noopener"><strong>Contagem de Células Somáticas (CCS)</strong></a> deve apresentar médias geométricas trimestrais de no máximo </span><b>500.000 CS/ml de leite. </b>N<span style="font-weight: 400;">o entanto, para sabermos que o leite é de boa qualidade e que temos um bom plano de controle de mastite e qualidade do leite na propriedade, devemos ter como referência uma CBT menor que 10 mil UFC/mL e CCS menor que 200 mil células/mL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas fazendas enfrentam desafios quanto ao controle e redução da CCS e CBT do leite, e consequentemente têm maiores desafios na produtividade e obtenção de lucro sobre o leite que produzem. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Avaliação da sujidade de ponta de teto</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ponta do teto é um ponto de atenção importante durante a secagem dos tetos, nesse local temos um acúmulo maior de sujidade, e por meio da realização de escores conseguimos avaliar a eficiência de desinfecção e da secagem dos tetos durante o manejo de pré-ordenha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para realizar essa avaliação, devemos aguardar a realização do pré-dipping e secagem dos tetos. Após esses procedimentos, com auxílio de uma gaze ou papel toalha branco esfregamos delicadamente na ponta do teto da vaca e avaliamos a sujidade que encontramos no papel toalha ou gaze. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso após realizarmos esse escore seja observado que </span><b>mais de 20% dos tetos avaliados apresentam pontuação entre 3 – 4 é necessário realizar ajustes na secagem</b><span style="font-weight: 400;"> para que seja feita de forma adequada e com mais rigor, com esse resultado podemos também adotar outras medidas como repetir o pré-dipping e a secagem dos tetos. É crucial que seja utilizado uma ou duas folhas de papel </span><b>por teto, sem utilizar o mesmo papel para tetos diferentes.</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44435 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha.webp" alt="Tabela com o escore de higiene de ponta de teto" width="533" height="237" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha.webp 533w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-300x133.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-370x165.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-270x120.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 533px) 100vw, 533px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Adaptado de Westfalia Surge.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44436 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-1.webp" alt="Papel toalha após a realização do teste para avaliação da sujidade da ponta de teto, conferindo a esse teto um escore 4" width="257" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Imagem do papel toalha após a realização do teste para avaliação da sujidade da ponta de teto, conferindo a esse teto um escore 4. </span><span style="font-weight: 400;">Foto: Maria Fernanda Ferreira Faria</span></span></p>
<h2>Avaliação de sujidade de úbere</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O escore de sujidade do úbere indica o desafio ambiental enfrentado pelas vacas e, consequentemente, a ocorrência de <a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" rel="noopener"><strong>mastite</strong></a>. A condição de limpeza do úbere relaciona-se com o manejo de camas, da presença de barro e matéria orgânica no ambiente de permanência das vacas e consequentemente à exposição a agentes causadores de mastite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de vacas chegando sujas à ordenha são indicativos que outros fatores podem ser melhorados, como o local que as vacas caminham até a chegada na sala de ordenha, a ventilação, dimensão das camas ou lotes e a limpeza dos corredores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vacas com </span><b>escore 2 e 3 de sujidade do úbere têm 1,5 vezes mais chances de apresentarem crescimento dos principais patógenos causadores de mastite</b><span style="font-weight: 400;"> em resultados de culturas microbiológicas. Além disso, o aumento de um ponto no escore de sujidade do rebanho, resultou em um aumento da Contagem de Células Somáticas (CCS) de tanque de leite de ordem de 50.000 CS/ml.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44437 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-2.webp" alt="Tabela com escore de higiene do úbere" width="723" height="358" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-2.webp 723w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-2-300x149.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-2-370x183.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-2-270x134.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Adaptado de Ruegg, 2002</span></p>
<h2>Avaliação do filtro de leite</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44438 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-3.webp" alt="Quadro de avaliação de escore de filtro" width="740" height="555" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-3.webp 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-3-300x225.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-3-370x278.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-3-270x203.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-3-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Quadro de avaliação de escore de filtro. </span><span style="font-weight: 400;">Foto: Acervo Rehagro</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação do filtro do leite deve ser feita após </span><b>todas as ordenhas</b><span style="font-weight: 400;">, buscamos verificar a presença de grumos e sujeira. A presença de </span><b>grumos, </b><span style="font-weight: 400;">é um indicativo de falhas no processo de identificação de vacas com mastite no rebanho, por isso, devemos reforçar a necessidade de maior atenção na realização do teste da caneca, realizar a devida identificação desses animais e separá-los. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso seja observado a presença de sujidade no filtro, é um <strong>indicativo de falhas na limpeza do ambiente e dos tetos das vacas</strong>. Por isso, devemos checar a limpeza do ambiente, como está sendo feita a limpeza dos tetos. Junto a isso é importante fazer a conferência da limpeza das tubulações da linha de vácuo, linha de limpeza e linha do leite, para verificar a presença de acúmulo de sujidades e também se a limpeza dos equipamentos está sendo eficiente.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em fazendas que utilizam o sistema balde ao pé ou <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-ordenha/" rel="noopener"><strong>ordenha manual</strong></a>, o leite deve ser coado antes de ser colocado no tanque de resfriamento com uso de um coador. Podemos utilizar a peneira do coador para realizar essa avaliação, tendo os mesmos cuidados que no filtro do leite, caso seja observado a presença de sujidade e grumos. </span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=rotina-ordenha" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Higiene de teteiras</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A limpeza das teteiras é um ponto importante na avaliação da limpeza dos equipamentos, por isso, devemos implementar uma checagem diária na rotina dos ordenhadores da fazenda. Em especial, devemos verificar a limpeza interna passando o dedo na parte interna das teteiras do conjunto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é essencial fazer a verificação das mangueiras e borrachas do conjunto, pois <strong>a presença de rasgos ou furos nas mesmas pode comprometer o vácuo e consequentemente a ordenha da vaca.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de mangueiras e borrachas rasgadas ou furadas podem afetar a qualidade da limpeza do equipamento. Caso seja detectado alguma falha é importante realizar a troca do material antes da próxima ordenha.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44439 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-4.webp" alt="Teteira com a limpeza ineficiente" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Teteira com a limpeza ineficiente. Fonte: Maria Fernanda Faria</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44440 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-5.webp" alt="Teteira com a borracha danificada" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Teteira com a borracha danificada. Fonte: Gabriela Magioni</span></p>
<h2>Deslizamento de teteiras</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O deslizamento de teteiras pode ser um indicativo de que as <strong>vacas estão estressadas antes da ordenha</strong>, o que contribui em aumentar a ocorrência do deslizamento devido as chutes e agitação dos animais, por isso, a condução e a preparação das vacas devem ser feitas de forma tranquila, sem manejos aversivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o deslizamento pode indicar falhas no alinhamento das unidades de ordenha, que ficam mais susceptíveis a quedas. O nível de vácuo também tem relação com essa falha, quando o equipamento de ordenha apresenta problemas e observamos a presença de baixo vácuo, além da ordenha mais lenta observamos mais episódios de deslizamento e queda das teteiras, pois o vácuo baixo faz com que as teteiras não tenham força para realizar seu funcionamento adequado e permaneçam no teto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa situação pode provocar o refluxo do leite no úbere das vacas, aumentando as chances de mastite, de lesões na ponta de teto e a reduzindo a estimulação correta da massagem do teto e consequente ordenha da vaca, por isso, o animal pode não apresentar o seu potencial produtivo máximo em episódios de deslizamento durante a ordenha.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44441 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-6.webp" alt="Teteira deslizando do teto da vaca" width="169" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de uma teteira em deslizamento. </span><span style="font-weight: 400;">Foto: Maria Fernanda Ferreira Faria</span></span></p>
<h2>Avaliação dos procedimentos de ordenha</h2>
<h3>Avaliação do teste da caneca de fundo preto</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O teste da caneca de fundo preto é um passo fundamental na rotina de ordenha para realizarmos o diagnóstico da mastite clínica em animais do rebanho. Além disso, esse procedimento possibilita a identificação e descarte do leite com maior contaminação bacteriana e concomitantemente estimula a descida do leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse procedimento deve ser feito com muita atenção por parte dos ordenhadores, para que grumos ou alterações no leite não passem despercebidas. É necessário </span><b>desprezar os três primeiros jatos de leite de cada quarto mamário</b><span style="font-weight: 400;"> e observar na caneca a presença de alterações como presença de sangue, grumos ou outras alterações no leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito importante que, após a realização do teste da caneca na vaca, o utensílio seja limpo para evitar a avaliação incorreta dos próximos animais pela presença de resíduos de leite de outras vacas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44442 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-7.webp" alt="Imagem de uma caneca de fundo preto utilizada para avaliação visual do leite nos primeiros jatos" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de uma caneca de fundo preto utilizada para avaliação visual do leite nos primeiros jatos. </span><span style="font-weight: 400;">Foto: Maria Fernanda</span><span style="font-weight: 400;"> Ferreira Faria</span></span></p>
<h3>Avaliação do pré-dipping</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A aplicação de solução desinfetante pré-ordenha (<a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" rel="noopener"><strong>pré-dipping</strong></a>) é uma forma de reduzir a contaminação dos tetos com agentes causadores de mastite. Muitas vezes, devido ao desafio ambiental, as vacas chegam à sala de ordenha com a presença de sujidade na parte externa dos tetos. Para que esse procedimento seja eficaz na desinfecção é muito importante avaliar a </span><b>forma de aplicação, a concentração do produto utilizado e o armazenamento correto do mesmo. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto a forma de aplicação é muito importante que o produto cubra todo o teto do animal e que seja utilizado para aplicação um copo sem retorno visando evitar a contaminação do produto, ademais a solução desinfetante deve agir por </span><b>pelo menos 30 segundos em contato com o teto. </b><span style="font-weight: 400;">Junto a esse ponto de atenção devemos garantir que o produto seja eficiente no processo de assepsia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os princípios ativos mais utilizados são o iodo, clorexidina e cloro, podendo ser produtos líquidos ou em espuma, é importante seguir as instruções de uso da bula do produto para garantir a concentração adequada e o armazenamento correto, além disso devemos avaliar visualmente a aplicação do produto no teto.</span></p>
<h3>Avaliação do pós-dipping</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de desinfetante após a ordenha é um passo importante para reduzir a transmissão de patógenos contagiosos causadores de mastite. Esse procedimento visa reduzir a contaminação da pele dos tetos, formando uma camada protetora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse manejo deve ser realizado após a retirada do conjunto de ordenha, toda superfície do teto deve ser imersa na solução, principalmente a parte em contato com a teteira, é importante que o produto esteja em um copo sem retorno. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos avaliar a aplicação do pós-dipping na propriedade realizando uma avaliação visual da presença do produto no teto das vacas como também realizar o </span><b>teste do papel toalha. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a aplicação do produto no teto, devemos cobrir a superfície com um papel toalha descartável, o produto é transferido para o papel e conseguimos avaliar a proporção e uniformidade de cobertura do produto no teto, que deve ser pelo menos 80 – 90% de toda superfície do teto.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44443 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-8.webp" alt="Teste do papel toalha em teto de vaca" width="270" height="276" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Imagem demonstrando a realização do teste do papel toalha para avaliar a correta aplicação do produto. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Cotta, Leonardo et al. 2020.</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44444 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-9.webp" alt="Incorreta aplicação do pós-dipping, onde o mesmo não é aplicado cobrindo toda superfície do teto" width="225" height="300" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44445 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/rotina-ordenha-10.webp" alt="Incorreta aplicação do pós-dipping, onde o mesmo não é aplicado cobrindo toda superfície do teto" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Imagens demonstrando a incorreta aplicação do pós-dipping, onde o mesmo não é aplicado cobrindo toda superfície do teto. </span><span style="font-weight: 400;">Fotos: Maria Fernanda Ferreira Faria</span></span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma rotina de ordenha eficiente depende de um alinhamento adequado entre a saúde das vacas, bons manejos das instalações e equipamento de ordenha e </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/ordenhador-na-producao-de-leite/" rel="noopener"><b>capacitação dos ordenhadores</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito importante implementar protocolos escritos nas fazendas, <strong>Procedimentos Operacionais Padrão (POP)</strong>, para facilitar o entendimento dos processos da rotina de ordenha e ser uma forma de consulta para os funcionários no momento de dúvidas e também para <strong>garantir a padronização das atividades e evitar falhas que podem ocasionar em maiores casos de mastite, aumento de CCS e CBT</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adoção de pontos de avaliação da rotina de ordenha de forma mensal, semanal e diário, de acordo com a necessidade, é uma forma de garantir que os procedimentos e processos estão alinhados e sendo realizados adequadamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, conhecer os modos de avaliação apresentados nesse texto, como realizá-los e o objetivo de cada um é muito importante para que sua implementação na fazenda permita a construção de dados e informações que promovam o aprimoramento dos processos e consequentemente a produção de um leite de melhor qualidade.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="ROTINA DE ORDENHA: COMO REALIZAR A PREPARAÇÃO DAS VACAS? | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/BOHhmvN7TX8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Transforme a ordenha em um processo de alta performance</h2>
<p>Uma rotina de ordenha bem executada é decisiva para garantir produtividade, qualidade do leite e saúde do rebanho.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=rotina-ordenha" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a identificar gargalos, implementar práticas mais eficientes e acompanhar indicadores para aumentar o lucro da sua produção. Com uma metodologia prática e aplicável, vai além da teoria e coloca a gestão no centro das decisões da fazenda.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23092" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg" alt="Maria Fernanda Faria - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Fases da cultura do milho: saiba quais são e a importância de cada uma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é um produtor comprometido com o sucesso da sua lavoura de milho, compreender as fases do cultivo é essencial. Neste artigo, vamos explorar as fases da cultura do milho, destacando a importância de cada uma e as práticas agronômicas essenciais para garantir uma colheita abundante. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é um produtor comprometido com o sucesso da sua lavoura de milho, compreender as fases do cultivo é essencial.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar as fases da cultura do milho, destacando a importância de cada uma e as práticas agronômicas essenciais para garantir uma colheita abundante.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Primeira fase: Boca e alicerce</h2>
<p>A primeira fase do cultivo do milho é o que chamamos de <strong>&#8220;boca e alicerce&#8221;</strong>. Durante esse período, que abrange desde o <strong>plantio até as primeiras fases com cinco a seis folhas emergindo</strong>, a planta está construindo as bases para seu crescimento saudável. É aqui que ocorre a absorção de nutrientes e água do solo, fundamentais para sustentar uma planta vigorosa e uma espiga pesada.</p>
<p>Nesta fase crucial, é imperativo implementar práticas agronômicas sólidas. O manejo adequado é essencial para proporcionar uma lavoura livre de problemas como <strong>pragas</strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ervas daninhas</strong></a>, protegendo a planta contra <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> e garantindo uma distribuição uniforme das plantas na lavoura. <strong>Solo descompactado</strong> e terra fértil são pré-requisitos para o sucesso nesta etapa.</p>
<p>Ao atender a esses cuidados desde o início, as chances de sucesso na produção de milho são significativamente ampliadas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Segunda fase: Caixa produtiva</h2>
<p>A segunda etapa crucial na cultura do milho é marcada pelo crescimento das plantas e o desenvolvimento da chamada &#8220;caixa produtiva&#8221;. Neste período, as plantas aumentam de tamanho, o número de folhas cresce e a caixa produtiva, responsável pela formação das espigas, está em pleno funcionamento.</p>
<p>A nutrição adequada torna-se ainda mais vital nesta fase, com uma alta taxa de absorção de <a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nitrogênio</strong></a>, potássio e <a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fósforo</strong></a> pela planta. Manter a lavoura bem nutrida é essencial para converter esse crescimento exuberante em grãos de alta qualidade.</p>
<p>Proteger as folhas é crucial para garantir uma taxa fotossintética elevada, permitindo que o milho transforme eficientemente a energia em grãos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ETAPAS DA CULTURA DO MILHO | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/Qf9jxJdZrDw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Terceira fase: Definição da produção</h2>
<p>Na terceira e última etapa, ocorre a definição da produção. Neste ponto, o milho consolida seu desempenho, analisando se foi bem tratado ao longo das fases anteriores. Fatores como o plantio na janela adequada, a disponibilidade de água e o manejo eficaz são cruciais.</p>
<p>A planta, ao se sentir bem tratada, começa a depositar amido nos grãos, preparando-se para a fase final de entrega da lavoura.</p>
<p>Ao focar nessas três fases &#8211; boca e alicerce, caixa produtiva e definição da produção &#8211; os produtores podem estabelecer as bases para o sucesso futuro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-26042 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho.jpg" alt="Fases da cultura do milho" width="1315" height="584" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho.jpg 1315w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-300x133.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-1024x455.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-768x341.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-370x164.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-270x120.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-740x329.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-150x67.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1315px) 100vw, 1315px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fases da cultura do milho. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>Um cultivo de milho bem-sucedido requer não apenas atenção às práticas agronômicas, mas também um entendimento profundo das necessidades específicas de cada fase do desenvolvimento da planta. Com dedicação e manejo cuidadoso, a recompensa virá na forma de uma colheita abundante e de alta qualidade.</p>
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<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
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		<title>Perdas de nitrogênio no solo: saiba quais são os principais tipos</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/perdas-de-nitrogenio-na-producao-de-graos/</link>
					<comments>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/perdas-de-nitrogenio-na-producao-de-graos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2023 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No contexto da agricultura, a eficiência no uso de nutrientes é crucial para otimizar a produção. Um elemento essencial, o nitrogênio, muitas vezes enfrenta quatro tipos de perdas no sistema agrícola: Lixiviação; Desnitrificação; Volatilização; Imobilização. Entender essas perdas é vital para implementar estratégias que minimizem impactos negativos e maximizem o rendimento das culturas. &#160; Sem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No contexto da agricultura, a eficiência no uso de nutrientes é crucial para otimizar a produção.</p>
<p>Um elemento essencial, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio</a></strong>, muitas vezes enfrenta quatro tipos de perdas no sistema agrícola:</p>
<ol>
<li>Lixiviação;</li>
<li>Desnitrificação;</li>
<li>Volatilização;</li>
<li>Imobilização.</li>
</ol>
<p>Entender essas perdas é vital para implementar estratégias que minimizem impactos negativos e maximizem o rendimento das culturas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais são os tipos de perdas de nitrogênio?</h2>
<h3>Lixiviação</h3>
<p>A lixiviação ocorre principalmente com o nitrato devido à sua carga negativa, facilitando a movimentação no perfil do solo.</p>
<p>A aplicação de nitrato seguida por chuvas intensas pode levar a uma perda significativa, comprometendo a absorção pelas raízes.</p>
<p>Excesso de água, textura do solo, dose parcelada e época de aplicação são <strong>fatores-chave</strong> para ocorrência da lixiviação.</p>
<h3>Desnitrificação</h3>
<p>A desnitrificação, embora difícil de quantificar, ocorre na ausência de oxigênio, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/">microrganismos</a></strong> utilizando nitrato para seu metabolismo.</p>
<p>Excesso de água, compactação do solo e teor de nitrato são fatores críticos para sua ocorrência.</p>
<p>Apesar de ser mais relevante do ponto de vista ambiental, sua quantificação é desafiadora.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Volatilização</h3>
<p>A volatilização é uma perda crucial, especialmente ao aplicar ureia. Influenciada por fatores como pH, CTC (capacidade de troca de cátions), umidade, temperatura e a incorporação do adubo.</p>
<p>A transformação de amônio em amônia, que se perde na atmosfera, torna a <strong>volatilização uma das principais formas de perda de nitrogênio.</strong></p>
<h3>Imobilização temporária</h3>
<p>A imobilização temporária ocorre quando o nitrogênio é retido na biomassa microbiana, competindo com as plantas. Principalmente em áreas com gramíneas, a imobilização é mais pronunciada.</p>
<p>Estratégias como adubação antecipada podem evitar a perda do potencial produtivo da cultura.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIPOS DE PERDAS DE NITROGÊNIO NO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE GRÃOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/DFxjHGjP9_U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O entendimento desses quatro tipos de perdas de nitrogênio é crucial para otimizar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>adubação nitrogenada</strong></a> e garantir a eficiência na absorção pelas plantas.</p>
<p>Estratégias como o parcelamento da dose, escolha adequada do tipo de adubo e adubações antecipadas podem ser implementadas para minimizar essas perdas e promover uma agricultura mais sustentável e produtiva.</p>
<p>Ao incorporar essas práticas, os agricultores podem colher os benefícios de uma gestão nutricional mais eficaz, resultando em colheitas mais robustas e sustentáveis.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro pode te ajudar.</p>
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<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
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		<title>Desafios do transporte de leite: boas práticas e controle de temperatura</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/transporte-de-leite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 17:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cadeia leiteira é um dos setores mais importantes na produção de alimentos de origem animal no país, abrangendo uma ampla rede de sistemas que começa com a retirada do leite cru nas propriedades rurais até a disponibilidade do produto lácteo final nas prateleiras. Nesse contexto, as indústrias lácteas desempenham um papel crucial ao coordenar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A cadeia leiteira <strong>é um dos setores mais importantes na produção de alimentos de origem animal no país</strong>, abrangendo uma ampla rede de sistemas que começa com a retirada do leite cru nas propriedades rurais até a disponibilidade do produto lácteo final nas prateleiras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, as indústrias lácteas desempenham um papel crucial ao coordenar toda a logística de coleta, transporte e processamento do leite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, é complexo todo planejamento sustentado na manutenção viável dessa rede, especialmente quando levamos em consideração operações como a coleta e transporte do leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse artigo, abordaremos os principais desafios dessa coleta, trazendo pontos como a infraestrutura de armazenamento e vias de acesso nas fazendas, bem como as condições precárias das estradas rurais, a sazonalidade do volume de leite coletado e as flutuações do mercado, as quais tornam o planejamento da captação e transporte um desafio singular para a indústria.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Logística de coleta</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A logística de captação eficiente se destaca como um dos maiores obstáculos dentre os desafios no estabelecimento de uma rede de coleta e transporte. O emaranhado de vias rurais, para o acesso às propriedades, se delibera em dois aspectos cruciais: </span><b>a dificuldade de acesso e a distância entre os pontos de coleta</b><span style="font-weight: 400;">.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A precariedade das vias de acesso às propriedades, especialmente estradas mal estruturadas, esburacadas, estreitas e sem nenhuma infraestrutura de drenagem e sustentação, resulta em altos custos de transporte do leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre tanto pela manutenção frequente dos veículos quanto pela necessidade de utilizar veículos menores, o que eventualmente reduz o volume de captação e exige mais viagens dos pontos de coleta aos locais de processamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somado a isso, a distância entre os pontos de coleta atribui um desafio a mais, seja pelo custo com combustível ou pelo tempo de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/conservacao-e-armazenamento-de-leite-cru/" target="_blank" rel="noopener"><b>armazenamento do leite cru</b></a><span style="font-weight: 400;">, o qual, conforme as instruções normativas 76 e 77, </span><b>não deve ultrapassar 48 horas da coleta ao processamento</b><span style="font-weight: 400;">, com condições específicas de temperatura e qualidade a serem respeitadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, o tempo de armazenamento, mesmo em caminhões-tanques isotérmicos, pode resultar em alterações físico-químicas no leite, tornando-o inviável para o processamento, principalmente quando temperaturas e concentrações microbianas específicas são extrapoladas.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a falta de investimento nas vias dentro das propriedades, também carreiam todos os obstáculos perceptíveis nas vias públicas. Que, não obstante, dos desafios já descritos, torna mais laborioso o deslocamento, e agrega mais custos na manutenção e reparo dos veículos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, nos últimos anos, o planejamento de rotas de captação de leite tem sido um dos principais focos de investimento. Isso envolve a busca por esquematizar trajetos com menor quilometragem e maior acessibilidade das vias de chegada aos pontos de coleta, sempre considerando a capacidade de transporte dos caminhões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, incentivos à manutenção e correção das estradas nas propriedades, seja por meio de bonificações ou descontos sobre o valor pago por litro, é uma ótima aplicação de cooperação entre produtores e indústria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra medida importante é a adoção de softwares de posicionamento e sinalização de rotas, que se tornaram ferramentas essenciais na dinâmica do transporte de leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses softwares permitem um acompanhamento otimizado dos trajetos e podem ser atualizados conforme as condições da via e da demanda de volume em cada rota cadastrada, proporcionando maior eficiência logística e redução de custos operacionais.</span></p>
<h2>Armazenamento e infraestrutura das propriedades</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Concomitantemente aos desafios das vias de acesso, a estrutura de </span><b>armazenamento </b><span style="font-weight: 400;">e a </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener"><b>qualidade do leite</b></a><span style="font-weight: 400;"> dentro das propriedades interfere diretamente no planejamento da captação e transporte.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Visto que, propriedades com sistemas de armazenamento inadequados não conseguem manter o leite em temperaturas ideais, ocasionando instabilidade química do leite e redução de sua qualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, uma </span><b>má higiene da ordenhadeira, do tanque de expansão e durante a ordenha, contribuem para um aumento da carga microbiológica, gerando uma diminuição do tempo de viabilidade do leite</b><span style="font-weight: 400;">. Essa situação obriga a diminuir o tempo de permanência do leite ao longo do transporte para evitar prejuízos na qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deste modo, a adoção de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><b>boas práticas de higiene</b></a><span style="font-weight: 400;">, como a limpeza adequada e o acompanhamento dos equipamentos (ordenhadeira e tanque de expansão), juntamente com o posicionamento correto desses dispositivos, desempenham um papel crucial na redução da contaminação e no controle da carga microbiana.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=transporte-leite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dado a rica composição do leite, como também as possíveis sujidades decorrentes da ordenha, os procedimentos de higiene, como o enxágue externo das teteiras e internos nas tubulações, limpeza com detergente alcalinos clorados e detergentes ácidos, e a desinfecção e sanitização do tanque, são primordiais, para a manutenção e prolongamento da viabilidade do leite.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46038 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite.webp" alt="Esquema simplificado de fatores que prolongam a viabilidade do leite frente a coleta e transporte." width="740" height="417" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite.webp 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-300x169.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-370x209.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-270x152.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Figura mostrando um esquema simplificado de fatores que prolongam a viabilidade do leite frente a coleta e transporte. Fonte: Eliel Ariadner Scavazzini Neves</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o resfriamento do leite no tanque de expansão a temperatura menor ou igual a 4°C deve ser de no máximo 3 horas após a ordenha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todo esse cuidado deve ser seguido também nos tanques isotérmicos dos caminhões coletores. Deve-se realizar a limpeza externa e a sanitização interna do tanque e dos utensílios e acessórios utilizados na coleta, após cada descarga na indústria ou postos de refrigeração. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, antes e após cada coleta, a realização da higiene do registro de saída do tanque é imprescindível para a não contaminação do leite, já que é um local de acúmulo de sujidade e resíduos.     </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a IN 77, artigo 30 parágrafo único, a temperatura do leite cru refrigerado no ato de recepção na unidade de processamento não deve exceder 7°C, e em situações excepcionais admite até 9°C. De modo que, da coleta na propriedade (4°C), até o recebimento, o tanque isotérmico deve ter a capacidade de manter a temperatura estável, não acrescendo acima de 3°C. Isso implica, na vistoria frequente do potencial térmico dos caminhões, como também no planejamento do tempo entre a coleta e a descarga. </span></p>
<h2>Interferências da sazonalidade da produção e flutuação de volume no mercado</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema de produção de leite no Brasil possui um perfil muito heterogêneo, sendo composto por diferentes arquiteturas de criação, que variam em intensivo, semi-intensivo ou extensivo, como também variáveis dimensionamentos de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/evolucao-do-rebanho/" target="_blank" rel="noopener"><b>rebanhos</b></a><span style="font-weight: 400;">, sobretudo pequenos e médios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso modula uma bovinocultura de leite sensível e suscetível a várias influências, como a disponibilidade de alimentos, condições climáticas, manejo da criação e a </span><b>genética do rebanho</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre esses fatores, o clima possui uma dinâmica direta com o volume de leite produzido, já que em épocas mais chuvosas os pastos e as plantações se tornam mais abundantes e nutritivos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso possibilita um maior aporte nutricional, tanto em quantidade quanto em qualidade, resultando em maior produtividade e menor custo de produção por litro de leite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como consequência, há um aumento no volume de leite no tanque, permitindo a maximização da coleta de leite com caminhões operando em capacidade máxima. Esse aproveitamento do espaço reduz o custo por volume transportado frente ao consumo de combustível, tornando o frete mais econômico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia, em </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-seca-como-se-preparar-e-garantir-o-desempenho-do-rebanho/" target="_blank" rel="noopener"><b>épocas secas</b></a><span style="font-weight: 400;"> ocorre a falta da disponibilidade de alimentos em quantidade e qualidade, o que pode gerar uma queda da produção, impactando diretamente nos custos de produção, e também de transporte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a depender da flutuação do mercado, </span><b>o produtor sofre um ônus no custo total de produção</b><span style="font-weight: 400;">, ônus este muito presente nos últimos anos, caracterizado por aumento das cargas inflacionárias, acrescido pelo alto custo de expansão do negócio, o qual é agravado pelo gradativo retorno financeiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses aspectos diminuem a propulsão da produção dos pequenos e médios produtores, aumentando a instabilidade do sistema produtivo, impactando diretamente no volume de leite coletado pelos laticínios. E como já visto, gera todo um desafio de logística na captação e transporte deste produto.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46039 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-1.webp" alt="Gráfico apresentando a queda na produção de leite total adquirido entre 2020 a 2022" width="740" height="480" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-1.webp 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-1-300x195.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-1-370x240.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-1-270x175.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Gráfico apresentando a queda na produção de leite total adquirido nos últimos anos, enfatizando quedas históricas na produção em trimestres de menor pluviosidade. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: IBGE 2023 adaptado</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para amortecer esta </span><b>sazonalidade da produção</b><span style="font-weight: 400;">, como também mitigar as variações do mercado, o </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-gestao-de-fazenda-leiteira/" target="_blank" rel="noopener"><b>planejamento</b></a><span style="font-weight: 400;"> a curto, médio e longo prazo é fundamental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Planejamentos referentes a quantidade de animais em lactação, </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener"><b>pré-parto</b></a><span style="font-weight: 400;">, cria e recria são fundamentais para a estimativa do aporte alimentar necessário ao longo do ano, principalmente em meses de estiagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Analisar a viabilidade de investimentos, e o preço pago pelo leite em conjunto com o </span><b>custo de produção</b><span style="font-weight: 400;">, são as bases para solidificar estratégias que favorecem a estabilidade da produção e consequentemente da lucratividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas indústrias, já vêm implementando um planejamento de produção conjuntamente aos produtores, auxiliando na composição de projetos de médio e longo prazo. Isso favorece tanto o produtor, quanto a indústria, que consegue aumentar a previsibilidade, facilitando a programação de toda a logística de coleta.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46040 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-2.webp" alt="Custo de produção do leite de 2006 a 2022" width="740" height="416" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-2.webp 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-2-300x169.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-2-370x208.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/transporte-leite-2-270x152.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Gráfico apresentando o custo de produção do leite de 2006 a 2022, índice EMBRAPA-CILeite. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: CILeite 2023 </span></span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste complexo mecanismo associado ao transporte, é evidente que a solução para a redução de custos e, consequentemente, a otimização do transporte de leite, requer uma abordagem abrangente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso engloba a adoção de ações desde o planejamento cuidadoso da produção na propriedade, passando pelas boas práticas de higiene e armazenamento do leite, até a logística eficiente das rotas de acesso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente com uma integração efetiva desses elementos é possível alcançar um transporte de leite mais eficaz e sustentável em todos os aspectos.</span></p>
<h2>Qualidade garantida do campo ao laticínio</h2>
<p>O transporte de leite exige práticas rigorosas para manter a qualidade e evitar perdas que afetam a rentabilidade.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=transporte-leite">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a implementar controles, otimizar processos e integrar manejo, gestão e qualidade para entregar um produto superior e lucrativo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=transporte-leite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23116" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini.jpg" alt="Eliel Scavazzini - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Seguro rural: o que é e qual o tipo ideal para sua propriedade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O seguro rural é uma valiosa ferramenta de gestão para proteção da atividade agrícola, que possibilita ao produtor a mitigação dos seus prejuízos, contribuindo para a sua estabilidade de renda e consequentemente a permanência no ramo. A atividade agrícola naturalmente apresenta um elevado risco e incertezas, devido às instabilidades climáticas, pragas, doenças, e oscilações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>seguro rural</strong> é uma valiosa ferramenta de gestão para proteção da atividade agrícola, que possibilita ao produtor a mitigação dos seus prejuízos, <strong>contribuindo para a sua estabilidade de renda</strong> e consequentemente a permanência no ramo.</p>
<p>A atividade agrícola naturalmente apresenta um elevado risco e incertezas, devido às instabilidades climáticas, pragas, doenças, e oscilações de preços de mercado. E um outro fator que potencializa esses riscos, é a proximidade do fenômeno El Niño, trazendo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener">mudanças climáticas</a></strong> mais extremas.</p>
<p>Devido a isso, o tema seguro rural sempre volta à pauta do produtor brasileiro e se torna cada vez mais urgente.</p>
<p><strong>O seguro rural é um instrumento da política agrícola brasileira</strong>, praticado por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), do Ministério da Agricultura. Além de receber uma indenização por eventuais danos ao bem segurado, o produtor ao contratar esse serviço, também tem acesso a outros benefícios, como o crédito rural, trazendo segurança para expandir suas atividades agrícolas.</p>
<p>Para aproveitar essas vantagens, é importante encontrar uma seguradora habilitada pelo Ministério da Agricultura no Programa de Subvenção e escolher o tipo de seguro rural correto, avaliando as coberturas oferecidas e quais delas cobrem os riscos associados à realidade da sua lavoura.</p>
<p>Atualmente <strong>existem sete modalidades de seguro disponíveis</strong>, que serão abordadas ao longo do texto, e cada uma delas é indicada para finalidades diferentes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o seguro rural?</h2>
<p>O seguro rural reúne um <strong>conjunto de seguros para o produtor e suas lavouras</strong>, desde produção, máquinas e benfeitorias, até seguro de vida. Entender a importância das funcionalidades do mesmo, é essencial para se desenvolver uma gestão agrícola de excelência, diante de elevados riscos inerentes à atividade agrícola.</p>
<p>Uma gestão agrícola de excelência inclui a previsão de riscos da produção e um plano de ação elaborado para mitigar possíveis danos e prejuízos, no qual se encaixa o seguro rural. Esses fatores podem ser essenciais para contribuir com a estabilidade financeira da fazenda e a sua permanência na atividade.</p>
<p>O seguro rural é reconhecidamente <strong>um dos mais eficientes mecanismos de proteção de renda da atividade agrícola</strong>, atuando como elo de transferência do risco da agricultura para outros agentes e setores econômicos. A contratação de seguro tende a estimular o aumento da área cultivada e o uso de tecnologia, principalmente ao atuar como garantia adicional para acesso ao crédito.</p>
<p>Com o apoio do Governo Federal, <strong>já foram contratadas mais de 1 milhão de apólices de seguro para mais de 60 culturas diferentes</strong>, beneficiando milhares de produtores anualmente em todas as regiões do país. Somente entre 2014 e 2020, aproximadamente R$11,7 bilhões foram pagos em indenizações pelas seguradoras para os produtores em virtude de sinistros nas lavouras.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40402 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg" alt="Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Em 2022, o volume de contratações bateu recorde histórico. Foram atendidos 78.574 produtores, sendo 15,1% deles pela primeira vez. Em montante, foram R$ 12,6 bilhões em prêmios emitidos, aumento de 40% em relação ao ano anterior, e três vezes maior que há cinco anos. Mesmo assim, a área assegurada é de somente 14 milhões de hectares, ou seja, 17% do total de área plantada do país.</p>
<p>Isso acontece porque o seguro pesa no bolso, representando de 6% a 15% do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener">custo de produção</a></strong>, segundo Rafaela Parra, <em>head</em> de Direito Ambiental da Araúz Advogados. <em>&#8220;O governo não entrega o dinheiro na mão do ente particular, mas há seguradoras específicas e isso é repassado para os produtores rurais&#8221;</em>, diz.</p>
<p>O quadro abaixo traz as <strong>regras do Plano Trienal do Seguro Rural 2022-2024</strong>:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22712 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1024x468.jpg" alt="Regras do Plano Trienal do Seguro Rural 2022-2024" width="770" height="352" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1024x468.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-300x137.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-768x351.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-370x169.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-270x123.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-740x338.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-150x69.jpg 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural.jpg 1478w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-22713" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-1024x315.jpg" alt="Regras do Seguro Rural 2022-2024" width="770" height="237" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-1024x315.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-300x92.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-768x236.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-1536x472.jpg 1536w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-370x114.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-270x83.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-740x227.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-150x46.jpg 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1.jpg 1803w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Mapa</span></p>
<p>Produtores das regiões <strong>Norte e Nordeste e do Programa da Agricultura de Baixo Carbono (ABC) terão benefícios diferenciados no período</strong>.</p>
<h3>Cobertura do seguro rural no Norte e Nordeste</h3>
<p>Tomando por base uma das diretrizes do PSR, que é massificar o seguro rural por todo o país, o governo federal iniciou, em 2019, uma política de se destacar um recurso orçamentário exclusivo para as Regiões Norte e Nordeste, como forma de incentivar a contratação de apólices de seguro nessas localidades.</p>
<p>O número de produtores atendidos nas Regiões Norte e Nordeste subiu de 591 em 2018 para 3.963 em 2021, mais que dobrando a participação relativa dentro do Programa. Em 2022, os produtores de grãos das regiões Norte e Nordeste tiveram R$ 60 milhões em recursos exclusivos.</p>
<p>Dando continuidade à política de incentivar a oferta e contratação do seguro rural nas Regiões Norte e Nordeste, está sendo aplicado nos anos de 2023 e 2024, um percentual de subvenção ao prêmio diferenciado de 30% para a cultura da soja e 45% para as demais atividades.</p>
<h2>Incentivo às práticas sustentáveis</h2>
<p>Para incentivar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-e-esg/" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade</a></strong> nas atividades agropecuárias, para as contratações de seguro rural em 2023 e 2024, cujo segurado seja participante do Programa (ABC), com contrato vigente até a data de 31 de dezembro do ano anterior, o percentual de subvenção ao prêmio para as apólices contratadas será diferenciada em 25% para a soja e 45% para as demais atividades.</p>
<p>Isso quer dizer que o produtor que contratou um financiamento de investimento do ABC nos últimos anos ou em 2022, e que esteja com o contrato vigente em final de dezembro de 2022, poderá acessar em 2023 uma subvenção diferenciada em relação a subvenção tradicional, que é de 20% para soja e 40% para as demais atividades.</p>
<p>O Programa da Agricultura de Baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pegada-de-carbono/" target="_blank" rel="noopener">Carbono</a></strong> (ABC) tem o objetivo de disseminar práticas que envolvem a produção sustentável e culminam na baixa emissão de gases causadores do efeito estufa.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/sustentabilidade-e-agenda-esg?utm_campaign=material-gestao&amp;utm_source=webinar-esg&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38780 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg.png" alt="Webinar sustentabilidade e esg" width="1024" height="359" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg.png 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-300x105.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-768x269.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-370x130.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-270x95.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-740x259.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Tipos de seguro rural</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22714" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2.jpg" alt="Área rural com um pôr-do-sol ao fundo" width="750" height="410" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2.jpg 750w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-300x164.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-370x202.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-270x148.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-740x405.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Cada um dos tipos de seguro é destinado a uma cobertura específica, conheça abaixo as modalidades:</p>
<h3>1. Seguro agrícola</h3>
<p>O seguro agrícola visa proteger as atividades contra perdas resultantes, principalmente, de condições climáticas adversas, como secas ou chuvas excessivas, incêndios, descargas elétricas, entre outros.</p>
<p>A cobertura do seguro agrícola se estende até a colheita da lavoura, ou seja, pode ser estendida para custeios, produtividades, preços.</p>
<h3>2. Seguro pecuário</h3>
<p>O seguro pecuário visa proteger danos causados ao rebanho do produtor. Ele pode ser aplicado aos animais de corte e também aos animais destinados à atividade reprodutiva.</p>
<p>A cobertura do seguro se estende desde as fases de cria, recria e engorda, até animais que são destinados ao trabalho na fazenda, por tração, transporte no manejo da fazenda ou sela.</p>
<h3>3. Seguro aquícola</h3>
<p>O seguro aquícola é destinado aos produtores que possuem controle de biomassa na atividade aquícola.</p>
<p>A cobertura do seguro garante uma indenização ou reposição do estoque do produtor, caso o mesmo venha a ter uma perda das espécies seguradas.</p>
<h3>4. Seguro de benfeitorias e produtos agropecuários</h3>
<p>Essa modalidade de seguro é destinada à proteção do patrimônio rural, cobrindo maquinários, implementos e construções rurais em eventuais perdas e danos.</p>
<p>O seguro também visa proteger os produtos armazenados que são associados à atividade agrícola, pecuária, aquícola e florestal. Porém, esses bens protegidos não podem estar listados como garantia para o crédito rural.</p>
<h3>5. Seguro de penhor rural</h3>
<p>Essa modalidade de seguro é destinada para cobrir os bens oferecidos como garantia no crédito rural contra eventuais perdas e danos.</p>
<h3>6. Seguro de florestas</h3>
<p>O seguro de florestas visa proteger culturas perenes que tendem a obter retorno financeiro a médio e longo prazo. O seguro pode cobrir diferentes tipos de danos causados às florestas seguradas, como eventos climáticos e incêndios.</p>
<h3>7. Seguro de vida do produtor rural</h3>
<p>Esse tipo de seguro tem objetivo de garantir a amortização ou liquidação da dívida em caso de morte ou invalidez para o produtor que deve crédito rural.</p>
<h2>Como contratar o seguro rural?</h2>
<p>A primeira etapa para a contratação do seguro rural é encontrar uma <strong>seguradora habilitada</strong> que ofereça o tipo de serviço. O produtor deve fornecer algumas informações e dados para a confecção da proposta de seguro, como o tipo de cobertura desejada, o valor que irá ser segurado, a área de plantio e outras informações relevantes ao bem.</p>
<p>Com esses dados em mãos, a seguradora analisa os riscos que são inerentes à lavoura específica, o histórico da propriedade, entre outros fatores, para retornar com a devolutiva positiva ou negativa da obtenção da proposta, ou até mesmo, sugerir uma cobertura com valores diferenciados.</p>
<p>A resposta sendo positiva, o produtor deve analisar e assinar o contrato, realizar o pagamento do prêmio, que é o valor pago pelo seguro, e a partir disso, a propriedade fica protegida contra os riscos cobertos pela modalidade de seguro escolhida.</p>
<p>Um ponto de muita atenção é em relação aos detalhes do contrato, todos os riscos cobertos pelo seguro devem estar especificados, o tempo de duração da sua vigência e as possibilidades de renovações. Durante esse período, é fundamental também que o produtor cumpra com as condições de manutenção e orientação da seguradora, em relação a sua propriedade.</p>
<h3>Como escolher o melhor seguro?</h3>
<p>A escolha do melhor seguro <strong>deve-se levar em conta alguns fatores, como a cultura da lavoura, localização da propriedade e os riscos associados ao bem segurado</strong>. Identificar os riscos associados à sua produção agrícola é essencial para uma boa tomada de decisão.</p>
<p>Nessa fase importante do planejamento da escolha do seguro ideal, é recomendado a procura de um especialista, como um engenheiro agrônomo, para o auxílio na identificação desses riscos e orientações para a modalidade de seguro mais indicada.</p>
<p>Avalie os danos cobertos por cada tipo de seguro e verifique as exclusões, que são os detalhes do contrato que o seguro não cobre. Isso é um detalhe fundamental para evitar surpresas que estavam fora do radar, caso ocorra algum problema com o bem segurado.</p>
<h3>Quais são os documentos necessários para contratação do seguro?</h3>
<p>Alguns documentos que são exigidos pelas seguradoras, vão depender do tipo de lavoura e modalidade escolhida pelo produtor, porém, alguns documentos devem ser entregues independentemente da modalidade, são eles:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Georreferenciamento da área segurada</strong>: a indicação de área segurada deve ser feita com polígono completo, utilizado para precificar melhor o risco das atividades seguradas, aumentar o controle do seguro e o monitoramento com <a href="https://blog.climatefieldview.com.br/sensoriamento-remoto-na-agricultura"><strong>sensoriamento remoto</strong>;</a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Certificação dos profissionais de seguro rural</strong>: essa certificação comprova que o profissional apresenta os requisitos mínimos para o atendimento, como a capacidade de aferir perdas e liquidar sinistros.</li>
</ul>
<p>Além disso, dados pessoais do proprietário da lavoura serão exigidos. Pessoas físicas e/ou jurídicas, desde que cumpram os requisitos estabelecidos pelo programa, estão aptas a participar do Programa.</p>
<h2>Da operação ao lucro: aprenda a gerir fazendas de alto desempenho</h2>
<p>Fazer a fazenda produzir é diferente de fazer a fazenda lucrar. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas</a></strong> ensina o método usado por gestores que entregam resultados consistentes: controle financeiro rigoroso, eficiência operacional e gestão baseada em dados.</p>
<p>Conheça o programa completo da pós:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40402 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg" alt="Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-22728" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-300x96.jpg" alt="Danilo Silami - Especialidade Gestão Rehagro" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-300x96.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-768x246.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-370x118.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-740x237.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-150x48.jpg 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Evolução do rebanho leiteiro: como fazer a projeção e planejar a fazenda</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/evolucao-do-rebanho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 19:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[evolução do rebanho]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A evolução do rebanho é uma projeção utilizada para estimar quantos animais a fazenda terá em cada categoria ao longo dos próximos meses ou anos. A partir do estoque atual e de indicadores como reprodução, mortalidade, descarte, nascimentos, secagens e idade ao primeiro parto, é possível prever a quantidade de vacas em lactação, vacas secas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>evolução do rebanho</strong> é uma <strong>projeção utilizada para estimar quantos animais a fazenda terá em cada categoria</strong> ao longo dos próximos meses ou anos.</p>
<p>A partir do estoque atual e de indicadores como reprodução, mortalidade, descarte, nascimentos, secagens e idade ao primeiro parto, é possível prever a quantidade de vacas em lactação, vacas secas, bezerras, novilhas e outros grupos.</p>
<p>Essas informações ajudam a planejar a produção de leite, a reposição dos animais, a necessidade de alimentos, a capacidade das instalações e o orçamento da propriedade.</p>
<p>Entretanto, <strong>a evolução do rebanho não deve ser entendida como uma previsão imutável</strong>. Ela é uma simulação construída com base em premissas e precisa ser comparada regularmente com os resultados reais da fazenda.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá como fazer a evolução do rebanho leiteiro, quais indicadores utilizar e de que forma aplicar a projeção no planejamento zootécnico e financeiro.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Quando realizar a evolução do rebanho?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>evolução de rebanho</b><span style="font-weight: 400;"> pode ser realizada mês a mês ou anualmente e ela parte do estoque atual de animais que a fazenda detém dentro de cada categoria, como o número de vacas em lactação, vacas secas e animais de recria e se baseia nos indicadores (produtivos, reprodutivos) da fazenda levando em conta melhorias previstas que podem impactar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao incidir então esses indicadores sobre o estoque é possível ter o número de animais em cada categoria nos próximos meses e anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os principais índices necessários para a evolução de rebanho, temos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mortalidade em cada categoria animal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Descarte involuntário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Descarte voluntário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-servico-em-vacas-leiteiras/" rel="noopener"><b>Taxa de serviço</b></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/" rel="noopener"><b>Taxa de concepção</b></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-como-aumentar-na-sua-propriedade/" rel="noopener"><b>Taxa de prenhez</b></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Perda de prenhez<span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Taxa de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aborto-em-vacas-leiteiras/">abortos</a></strong> e natimortos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agenda de próximos partos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Idade ao primeiro parto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agenda de próximas secagens;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Período seco médio;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">% de fêmeas nascidas.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/planilha-evolucao-anual-rebanho-leiteiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-evolucao-rebanho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39664 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-evolucao-anual.png" alt="Planilha evolução anual do rebanho leiteiro" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-evolucao-anual.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-evolucao-anual-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-evolucao-anual-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-evolucao-anual-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-evolucao-anual-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-evolucao-anual-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-evolucao-anual-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que os resultados desses índices predizem o cenário futuro da fazenda, por exemplo, quanto mais eficiente for a </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><b>reprodução</b></a><span style="font-weight: 400;"> e os índices de desempenho, melhor serão esses indicadores e consequentemente maior será o crescimento do rebanho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, </span><b>é possível através dessa simulação futura acertar os números reais da fazenda?</b><span style="font-weight: 400;"> A resposta é </span><b>sim</b><span style="font-weight: 400;">. Por ser realizado a partir do método, ou seja, um processo organizado e lógico é provável que seja assertivo e a fazenda detenha um desempenho de acordo com o previsto.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45765 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho.webp" alt="Tabela de vacas em lactação no ano" width="555" height="331" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho.webp 555w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho-300x179.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho-370x221.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho-270x161.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 555px) 100vw, 555px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45766 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho-1.webp" alt="Gráfico de meta de vacas de lactação no ano" width="585" height="300" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho-1.webp 585w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho-1-300x154.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho-1-370x190.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/evolucao-rebanho-1-270x138.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela e gráfico demonstrando o desvio entre a meta prevista e o número real de vacas em lactação em uma fazenda. Observe o quanto os desvios são pequenos. </span><span style="font-size: 10pt;">Fonte: <span style="font-weight: 400;">Rehagro Consultoria</span></span></p>
<h2>Importância da evolução de rebanho</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como qualquer outro planejamento, é importante que o mesmo contemple todas as </span><b>previsões da fazenda</b><span style="font-weight: 400;">, principalmente aquelas relacionadas com a compra de animais ou venda que ultrapasse a taxa de descarte estimada. Além disso, é fundamental que seja feita a checagem de forma frequente, pois a fazenda pode tomar decisões não previstas anteriormente e isso impactará nos números. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, a partir da checagem frente ao planejado e por não ser algo engessado, alterações podem ser feitas a fim de possibilitar que os números futuros levem em consideração as mudanças definidas no decorrer do caminho e assim aumentar a segurança dos resultados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelo fato de a evolução de rebanho estimar a quantidade mensal de animais em cada categoria, quando pensamos na sua utilização, ela pode ser crucial em muitos momentos e ser uma ferramenta decisiva para tomadas de decisões. Dentre os pontos onde a evolução de rebanho pode ser crucial, temos:</span></p>
<h3>Discutir a estratégia do negócio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir das previsões demonstradas é possível avaliar como será o comportamento do negócio, onde a estimativa pode ser usada tanto para não deixar a produção de leite reduzir tomando a decisão de comprar animais ou alterar manejos, mas também para avaliar se será necessário vender animais excedentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É nesse momento também que pode ser feito o </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-gestao-de-fazenda-leiteira/" rel="noopener"><b>planejamento</b></a><span style="font-weight: 400;"> e avaliação da perspectiva de crescimento da fazenda. </span></p>
<h3>Avaliar o dimensionamento das instalações</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Temos também a possibilidade de <strong>planejar as</strong> <strong>instalações dos animais</strong>, por exemplo, sabendo que meu rebanho irá crescer, consigo avaliar se todos os animais irão caber no bezerreiro, se todas as vacas caberão no barracão. Ou seja, de forma antecipada tenho visão do futuro e é possível estruturar corretamente todos os setores dentro da fazenda.</span></p>
<h3>Base para o planejamento forrageiro</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a evolução de rebanho e a dieta dos animais por cabeça por categoria é possível estimar o consumo de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/" rel="noopener"><b>silagem</b></a><span style="font-weight: 400;"> multiplicando esse valor pelo número médio mensal de animais por categoria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tendo essa estimativa de consumo anual conseguimos posteriormente estimar a área necessária para plantio de volumoso, onde deve ser considerada a produtividade de volumoso por hectare e a porcentagem de perdas na colheita, ensilagem e no fornecimento para os animais. </span></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Estimativa de consumo anual</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Consumo de volumoso por cabeça por categoria x</span> <span style="font-weight: 400;">Quantidade média de animais da categoria a cada mês </span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">OBS: Devem ser somados os consumos de todas as categorias e de todos os meses.</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Estimativa de área de plantio</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Estimativa de consumo de volumoso</span> /<span style="font-weight: 400;"> (Produtividade por hectare – Produtividade por hectare x</span><span style="font-weight: 400;"> Perda após colheita). </span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplo</span><i><span style="font-weight: 400;">:</span></i><span style="font-weight: 400;"> A partir do cálculo da estimativa de consumo de volumoso, hipoteticamente serão necessárias 3.000 toneladas, considerando 15% de perdas e com produtividade de 45 toneladas por hectare, temos: </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">3.000 Toneladas / (45 – 45 X 15%)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">3.000 Toneladas / (45 – 6,75)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">3.000 Toneladas / 38,25 = </span><b>78,43 hectares necessários para plantio</b></p>
<h3>Utilizado para orçamento financeiro</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A evolução de rebanho pode ser utilizada para a realização do <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/" rel="noopener"><strong>orçamento financeiro</strong></a>, onde é possível inferir qual rumo o negócio irá tomar a partir da previsão do saldo bancário futuro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que assim como a evolução de rebanho, o orçamento é uma estimativa e pode sofrer variações ao longo do tempo, inclusive por alterações na própria evolução de rebanho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto é importante sempre revisá-lo e fazer ajustes necessários com base nas mudanças realizadas na fazenda e nas condições do mercado. </span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, é notório o quanto a evolução de rebanho pode ser uma aliada no desenvolvimento do negócio, pois a partir dela, além de ser possível ter estimativas futuras, ela pode ser utilizada como uma ferramenta eficiente para ter controle e planejamento de ações. Além disso, quando associado a um olhar técnico crítico frente aos números é provável que o negócio caminhe de forma saudável.</span></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como se preparar e garantir o desempenho do rebanho no período de seca?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/periodo-de-seca-como-se-preparar-e-garantir-o-desempenho-do-rebanho/</link>
					<comments>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/periodo-de-seca-como-se-preparar-e-garantir-o-desempenho-do-rebanho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 18:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[forrageira]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de forrageiras ao longo de um ano não é uniforme, existe uma variação na produtividade do pasto devido aos fatores ambientais, como o clima. E esse é um dos maiores desafios para o produtor: o período de seca. Ele ocorre todos os anos e representa uma queda na produção e qualidade das forragens, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de forrageiras ao longo de um ano não é uniforme, existe uma variação na produtividade do pasto devido aos fatores ambientais, como o clima. E esse é um dos maiores desafios para o produtor: o período de seca.</p>
<p>Ele <strong>ocorre todos os anos e representa uma queda na produção e qualidade das forragens</strong>, pois nesse período de meses do ano ocorre queda do volume de chuvas, temperaturas mais baixas e menor luminosidade.</p>
<p>Diante da certeza desse período, como podemos contornar e nos preparar?</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45914 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca.webp" alt="Gráfico com a distribuição de chuvas e taxa de acúmulo de forragem ao longo do ano" width="630" height="416" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca.webp 630w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-300x198.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-370x244.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-270x178.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Demarchi, 2002.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Principais estratégias para disponibilidade de forrageiras</h2>
<p>As plantas forrageiras precisam de disponibilidade de água, luminosidade e temperatura adequadas para garantir o seu crescimento, condições essas que durante o período da seca não são atendidas, fazendo com que o capim entre em um período de “senescência”.</p>
<p>Ou seja, o capim envelhece e fica mais lignificado ou ocorre o florescimento e produção de sementes das forrageiras, perdendo qualidade nutricional.</p>
<p>As forragens apresentam naturalmente a <strong>lignina</strong> em sua composição, independente se o volumoso está em forma de pasto, silagem, feno ou resíduos agroindustriais e ela atua como uma barreira física de proteção à parede celular vegetal.</p>
<p>Quando relacionamos a lignina com a nutrição dos animais, ela pode ser apresentada como uma substância “anti nutricional” pelo fato de que sua ligação com carboidratos e proteínas presentes na parede celular vegetal resulta em <strong>menor degradabilidade da fibra, menor valor nutritivo do alimento e por isso, menor aproveitamento pelo animal</strong>.</p>
<p>Sabe-se que é por meio da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/">fermentação ruminal</a></strong> de carboidratos fibrosos que as principais fontes proteicas e energéticas são disponibilizadas para a sobrevivência e produção dos animais.</p>
<p>Entretanto, a lignina consegue influenciar na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">qualidade final da dieta</a></strong> e na eficiência alimentar do ruminante por reduzir o acesso microbiano e enzimático e consequentemente a fermentação ruminal dos carboidratos fibrosos.</p>
<p>Por isso que quanto maior for a maturação do capim, ou seja, mais velho, maior será o teor de lignina e maior o impacto negativo no ponto de vista nutricional.</p>
<p>Então, sabendo dessas alterações nesse período do ano, <strong>existem medidas para evitar que o pasto perca tanta qualidade na seca</strong>, garantindo que as necessidades nutricionais das vacas sejam atendidas e a produção de leite seja mantida.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como realizar o planejamento forrageiro?</h3>
<p>O <strong>planejamento forrageiro</strong> é um instrumento para planejar a alimentação dos animais visando organizar a propriedade.</p>
<p>O intuito é conseguir disponibilizar forragens de alta qualidade e em quantidade adequada para atender as demandas do rebanho durante todo o ano dentro da capacidade de produção do pasto, da taxa de lotação da propriedade e visando maximizar a produtividade por área.</p>
<p>Para a realização do planejamento devem ser seguidas algumas etapas:</p>
<h4>Avaliar as áreas disponíveis na propriedade</h4>
<p>É importante avaliar a declividade do terreno, a disponibilidade de água, a localização da propriedade e a drenagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45915 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-1.webp" alt="Mapeamento de propriedade para implantação de pasto" width="663" height="428" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-1.webp 663w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-1-300x194.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-1-370x239.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-1-270x174.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 663px) 100vw, 663px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Satélite GeoEye. (Embrapa, 2015).</span></p>
<h4>Analisar as condições das pastagens já existentes, a fertilidade e qualidade do solo</h4>
<p>A avaliação da fertilidade do solo é um processo importante pois a partir disso é possível determinar a sua qualidade e capacidade de fornecer nutrientes necessários para que as plantas cresçam saudáveis.</p>
<p>Dentre as técnicas mais comuns de solo temos:</p>
<ul>
<li><strong>Análise química do solo:</strong> a partir da coleta de amostras do solo é possível avaliar os principais nutrientes (nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre), além de medir parâmetros como pH, capacidade de troca catiônica (CTC) e o teor de matéria orgânica. Dessa forma, a partir da referência ou recomendação para a planta cultivada é possível determinar a disponibilidade de nutrientes no solo e identificar possíveis deficiências ou excessos e traçar ajustes na adubação para correção de desequilíbrios nutricionais.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45916 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-2.webp" alt="Homem realizando coleta de amostra para realização de análise de solo" width="240" height="373" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-2.webp 240w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-2-193x300.webp 193w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Embrapa.</span></p>
<ul>
<li><strong>Dimensionar e estruturar um rebanho compatível com os objetivos do produtor, com a capacidade da área e da produção das forrageiras:</strong> importante ter estruturado o tipo de gado que a fazenda possui, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/">se o negócio está crescendo ou irá crescer nos próximos anos</a></strong>, qual a produção da forrageira e a partir disso determinar a área necessária para alimentar todos os animais de forma ideal.</li>
<li><strong>Dimensionar áreas de implantação de pastos, escolher a forrageira adequada para a fazenda:</strong> importante ter o planejamento do tipo de forrageira que será utilizada levando em conta se haverá manejo de adubação ou uso de irrigação, o dimensionamento da área dos pastos ou piquetes e o período de descanso dos mesmos.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=periodo-seca" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Diferimento de Pastagem</h3>
<p>Estratégia que relativamente envolve baixo custo e de fácil aplicação nas fazendas, é também conhecido como “feno em pé”.</p>
<p>Consiste em <strong>suspender a utilização de uma parte da área de pasto da propriedade durante parte da época de chuvas</strong>, dessa forma, a forragem fica acumulada naquele pasto para ser utilizada durante a seca.</p>
<p>No entanto, devemos nos atentar a alguns cuidados para a realização dessa estratégia:</p>
<ul>
<li>Deve ser um pasto bem manejado durante as águas, para garantir a qualidade da forrageira;</li>
<li>Avaliar a massa de forragem: quantidade de forragem existente por área;</li>
<li>Se o tipo de forrageira utilizada é adequada para esse processo, dando preferência a plantas com baixo acúmulo de colmos e boa retenção de folhas verdes, resultando em menores reduções no valor nutritivo ao longo do tempo;</li>
<li>A altura do pasto no início do diferimento;</li>
<li>A adubação e suplementação do pasto.</li>
</ul>
<p>A utilização do diferimento é uma estratégia muito interessante para garantir uma massa de forragem maior na época da seca, disponibilidade de volumoso aos animais e qualidade nutricional da forragem, no entanto para garantir que o animal mantenha um desempenho satisfatório na produção leiteira devemos pensar também na suplementação desses animais.</p>
<h3>Pastejo rotacionado ou lotação rotacionada</h3>
<p>O <strong>pastejo rotacionado</strong> consiste na utilização de pelo menos dois piquetes submetidos a sucessivos períodos de descanso e de ocupação.</p>
<p>No descanso do piquete a forrageira faz a rebrota, já que na ausência dos animais não há pressão de pastejo e no período de ocupação os animais realizam o consumo do pasto juntamente com o crescimento da forragem.</p>
<p>Existem várias modalidades de lotação rotacionada como:</p>
<ul>
<li>Convencional;</li>
<li>Alternada;</li>
<li>Com diferimento,</li>
<li>Em faixas;</li>
<li>Tipo pizza;</li>
<li>Módulo com corredor.</li>
</ul>
<p>Para a escolha da modalidade devemos avaliar as características da fazenda, qual modelo melhor se adequa a sua propriedade, as possibilidades de implantação da fazenda, a disponibilidade de mão de obra, quantos piquetes é possível dividir a fazenda, quantos animais ficam em cada pasto, as categorias de animais: multíparas, primíparas, novilhas, por exemplo e as exigências nutricionais de cada uma dessas categorias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45917 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-3.webp" alt="Pastejo rotacionado convencional" width="370" height="234" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-3.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-3-300x190.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-3-270x171.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Figura demonstrando o pastejo rotacionado do tipo convencional, onde os animais pastejam alternando os piquetes de pasto como demonstra a direção da seta.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45918 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-4.webp" alt="Pastejo rotacionado em faixa" width="370" height="235" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-4.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-4-300x191.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-4-270x171.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Figura demonstrando o pastejo rotacionado em faixa, onde os animais têm acesso restrito dentro do piquete e com a utilização de cercas o animal pasteja em faixas restritas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45919 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-5.webp" alt="Pastejo rotacionado diferido" width="370" height="237" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-5.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-5-300x192.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-5-270x173.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Figura ilustrando o pastejo rotacionado diferido, onde uma das áreas foi escolhida para diferimento, a qual não será utilizada na época das águas, acumulando assim uma massa de forragem para a época da seca.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45920 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-6.webp" alt="Pastejo rotacionado em módulos do tipo corredor e pizza" width="559" height="337" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-6.webp 559w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-6-300x181.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-6-370x223.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-6-270x163.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Figura da esquerda demonstrando um sistema de pastejo rotacionado com a presença de um corredor central, o qual dá acesso a área de descanso e ao bebedouro. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Já a figura da direita demonstra um sistema de pastejo rotacionado no formato de pizza, onde ao centro se localiza a área de descanso e o bebedouro.</span></p>
<p>O <strong>manejo da lotação rotacionada</strong> é mais complexo, exige um bom manejo das gramíneas, adubação, suplementação e irrigação do pasto, manejo do solo e também uma boa escolha da espécie forrageira.</p>
<p>No entanto, é uma ótima opção para assegurar a disponibilidade de forragem para os animais durante todo o ano devido a setorização do terreno da propriedade que permite que em algumas áreas da fazenda o pasto descanse e se recupere para os períodos de seca.</p>
<h2>Suplementação com volumoso para os animais no período de seca</h2>
<p>Como no período de seca a produção de matéria seca das forrageiras diminui significativamente, torna-se necessária a <strong>suplementação volumosa</strong> ou o uso de concentrado para manter a nutrição adequada dos animais e amenizar o déficit nutricional do rebanho e evitar prejuízos reprodutivos, produtivos e de condição corporal das vacas.</p>
<p>Como opção de suplementação volumosa podemos utilizar a capineira que é uma forma de produção de forragem em que utilizamos de um pasto com área cultivada com uma gramínea de alta produtividade, onde ao atingir seu ponto ótimo de produção e valor nutritivo realizamos o corte de forma específica para cada espécie forrageira.</p>
<p>Pode ser fornecida <i>in natura</i> no cocho para os animais ou realizar a <strong>conservação da forragem</strong> por meio do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">processo de ensilagem</a></strong>, no entanto para a realização desses métodos devemos realizar o manejo e planejamento no período das águas para que estas opções sejam utilizadas na época de seca.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45921 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-7.webp" alt="Capim cortado para processo de ensilagem" width="700" height="525" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-7.webp 700w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-7-300x225.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-7-370x278.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-7-270x203.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-7-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45922 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-8.webp" alt="Capim sendo direcionado ao processo de ensilagem" width="720" height="396" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-8.webp 720w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-8-300x165.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-8-370x204.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/periodo-seca-8-270x149.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo pessoal Rehagro</span></p>
<p>O oferecimento de material volumoso na forma de silagem <strong>é uma alternativa para suplementação na época da seca</strong>, evitando uma queda na produtividade.</p>
<p>É uma técnica relativamente simples e acessível, no entanto deve ser realizada tomando os devidos cuidados com o plantio e corte da forrageira, com o processo de compactação e fechamento do silo e com a umidade com o objetivo de garantir um processo de fermentação adequada e evitar a contaminação da silagem.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Sabendo então que o período de seca continuará existindo e que a escassez de chuvas pode causar sérios impactos na produção de alimentos, na qualidade dos pastos, no desempenho e saúde dos animais e na lucratividade da fazenda, <strong>ter um planejamento antecipado e estar preparado de forma adequada é extremamente importante</strong> para garantir a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/">sustentabilidade e produtividade da atividade leiteira</a></strong>.</p>
<h2>Transforme o desafio da seca em oportunidade de crescimento</h2>
<p>Manter o desempenho do rebanho no período seco exige planejamento, controle de custos e decisões assertivas.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=periodo-seca">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a organizar a produção, utilizar os recursos de forma inteligente e implementar estratégias que garantem produtividade e lucro o ano todo, mesmo nos meses mais críticos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=periodo-seca" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23092" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg" alt="Maria Fernanda Faria - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/periodo-de-seca-como-se-preparar-e-garantir-o-desempenho-do-rebanho/">Como se preparar e garantir o desempenho do rebanho no período de seca?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ciclo PDCA: como ele pode ser usado no agronegócio?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/ciclo-pdca/</link>
					<comments>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/ciclo-pdca/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 21:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[modelo de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PDCA foi criado nos Estados Unidos, na década de 20, pelo americano Walter Andrew Shewhart, um físico conhecido por ser pioneiro no controle estatístico de qualidade. A ferramenta PDCA, inicialmente, ficou conhecida como ciclo de Shewhart, composta apenas por três passos contínuos: especificação, produção e inspeção. Alguns anos depois, em 1951, o professor William Edwards Deming, reconhecido [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/ciclo-pdca/">Ciclo PDCA: como ele pode ser usado no agronegócio?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PDCA foi criado nos Estados Unidos, na década de 20, pelo americano Walter Andrew Shewhart, um físico conhecido por ser pioneiro no controle estatístico de qualidade.</p>
<p>A ferramenta PDCA, inicialmente, ficou conhecida como ciclo de Shewhart, composta apenas por três passos contínuos: <i>especificação</i>, <i>produção</i> e <i>inspeção</i>.</p>
<p>Alguns anos depois, em 1951, o professor William Edwards Deming, reconhecido por sua importância para a melhoria dos processos produtivos nos EUA durante a segunda guerra e também por seu trabalho de consultoria com executivos japoneses, identificou a necessidade da inserção de mais uma etapa no ciclo, nascendo assim a “<strong>Roda de Deming</strong>”, a qual era composta por quatro passos também repetidos de forma contínua:<em> especificação, produção, colocar no mercado e reprojetar.</em></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o ciclo PDCA?</h2>
<p>Após anos de evolução, <strong>hoje</strong> <strong>o PDCA é mundialmente reconhecida como uma ferramenta de melhoria contínua</strong> composta pelas seguintes etapas:</p>
<ul>
<li><strong>P</strong>lan (planejar);</li>
<li><strong>D</strong>o (fazer);</li>
<li><strong>C</strong>heck (checar ou verificar);</li>
<li><strong>A</strong>ction ou Act (agir).</li>
</ul>
<p>Como mencionado anteriormente, o PDCA é uma ferramenta para o gerenciamento de processos com foco na melhoria contínua dos resultados. <strong>Sendo assim, uma vez implantado, o ciclo deve se tornar uma constante</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18660" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ciclo-pdca.png" alt="Ciclo PDCA" width="300" height="300" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ciclo-pdca.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ciclo-pdca-150x150.png 150w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ciclo-pdca-270x270.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ciclo-pdca-96x96.png 96w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h2>Etapas do ciclo PDCA</h2>
<h3>Planejamento</h3>
<p><strong>O</strong> <strong>Planejamento é a etapa inicial, na qual se analisa o cenário ou problema</strong>, o que será feito, considerando os recursos disponíveis, para que assim, seja construído <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-estabelecer-as-metas-de-uma-fazenda/" target="_blank" rel="noopener">um plano contendo os passos que se pretende realizar</a></strong>.</p>
<p>Para a realização desta etapa, outras ferramentas podem ser úteis, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Os 5 Porquês ou Diagrama de Ishikawa para identificação e análise quando o ciclo abordar a resolução de problemas;</li>
<li>5W2H para elaboração do plano de ação, considerando que o modelo 5W2H proporciona uma visão aprimorada e consistente do que precisa ser feito.</li>
</ul>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/planejamento-estrategico-no-agronegocio-como-definir-acoes?utm_campaign=material-gestao&amp;utm_source=webinar-planejamento-estrategico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38761 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico.png" alt="Webinar planejamento estratégico" width="1024" height="359" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico.png 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-300x105.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-768x269.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-370x130.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-270x95.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-740x259.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-planejamento-estrategico-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h3>Execução</h3>
<p><strong>A</strong> <strong>Execução é a etapa em que se coloca em prática as fases seguintes</strong>, como “pôr as mãos na massa” para executar o que foi planejado. É importante ressaltar que, para iniciar esta etapa, o planejamento deve estar completo e as ações a serem realizadas estejam claras para todos os envolvidos.</p>
<p>Além disso, devem ser adquiridos todos os recursos que serão necessários para a execução do planejado, por exemplo, materiais e ferramentas, antes de iniciar a etapa de execução para que isso não seja um empecilho durante a condução das ações.</p>
<h3>Verificação</h3>
<p>A terceira etapa é a etapa de Verificação. <strong>Nesta etapa é avaliado o que foi feito durante a execução, analisando e identificando o que seguiu e o que não seguiu conforme o planejado</strong>.</p>
<p>É fundamental que se tenha definido o que será medido, os indicadores (os quais recomenda-se definir durante a etapa de planejamento), possibilitando assim, identificar quais foram os resultados positivos e o que ainda necessita de melhorias.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=textos-pga&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19022 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Gestão do Agronegócio" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-pga-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Atuação</h3>
<p><strong>O Atuar/Agir é a etapa que requer maior cuidado e atenção</strong>. Refere-se ao agir/atuar de acordo com o resultado obtido e observado na etapa de verificação.</p>
<p>Dessa forma, caso o resultado esperado seja alcançado, deve-se incorporar o método/processo ou melhoria na rotina, ou até mesmo em outros processos.</p>
<p>E caso o resultado esperado não tenha sido atingido, deve-se identificar os pontos de falhas e reiniciar o ciclo.</p>
<h2>Como o PDCA pode ser usado no Agronegócio?</h2>
<p>Esse método serve para a <strong>melhoria na gestão dos processos e controlar com qualidade de forma constante</strong>.</p>
<p>Nas fazendas, tanto de agricultura, quanto de pecuária, a gestão deve ser muito eficiente para gerar lucro, tendo em vista que essas atividades possuem longa duração e o lucro depende de diversos fatores.</p>
<p><strong>A utilização do PDCA contribui na organização, planejamento, redução de custos, aumento na produção e no lucro</strong>. Para isso, é preciso <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-acompanhar-metas-de-equipe-no-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener">controle e avaliação periódica dos resultados</a></strong> técnicos e financeiros.</p>
<p>Utilizando das ferramentas corretas, a fazenda estará preparada para os momentos de baixa e consegue aproveitar melhor os períodos de alta nos preços.</p>
<h3>Exemplo da aplicação do PDCA na pecuária de corte</h3>
<h4>P (planejar)</h4>
<ul>
<li>Definir metas de ganho de peso, peso de abate, rendimento de carcaça, entre outras;</li>
<li>A estratégia utilizada será uma terminação intensiva a pasto (TIP);</li>
<li>Elaborar um plano de ação.</li>
</ul>
<h4>D (Fazer)</h4>
<ul>
<li><strong>Capacitar os colaboradores</strong>;</li>
<li>Executar o plano de ação;</li>
<li>Coletar dados.</li>
</ul>
<h4>C (Checar)</h4>
<ul>
<li>Analisar os dados e comparar com o planejado (etapa 1).</li>
</ul>
<h4>A (Agir)</h4>
<ul>
<li>Estabelecer a padronização das atividades;</li>
<li>Corrigir falhas.</li>
</ul>
<h3>Exemplo da aplicação do PDCA na agricultura</h3>
<h4>P (planejar)</h4>
<ul>
<li>Determinar área a ser plantada;</li>
<li>Máquinas a serem utilizadas;</li>
<li>Quantidade de colaboradores para o plantio;</li>
<li>Datas de plantio e colheita.</li>
</ul>
<h4>D (Fazer)</h4>
<ul>
<li>Capacitação dos colaboradores;</li>
<li>Plantio;</li>
<li>Adubação;</li>
<li>Pulverização;</li>
<li>Controle de frota.</li>
</ul>
<h4>C (Checar)</h4>
<ul>
<li>Identificar erros operacionais;</li>
<li>Fatores ambientais (chuvas, secas etc);</li>
<li>Compactação do solo.</li>
</ul>
<h4>A (Agir)</h4>
<ul>
<li>Estabelecer a padronização das atividades;</li>
<li>Corrigir falhas.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, o ciclo PDCA permite que os produtores identifiquem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-tarefas-na-fazenda/" target="_blank" rel="noopener">onde podem ou devem mudar determinada atividade</a></strong>, seja na elaboração de um produto, um serviço ou na execução das suas atividades.</p>
<h2>Conquiste a excelência na gestão do agronegócio!</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=textos-pga&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Gestão do Agronegócio</a></strong> oferece uma oportunidade única para você se capacitar e se destacar no mercado, adquirindo conhecimentos atualizados sobre as melhores práticas de gestão, inovações tecnológicas aplicadas ao campo, estratégias de marketing e muito mais.</p>
<p>Você será capaz de tomar decisões estratégicas fundamentadas, aumentar a produtividade das operações agrícolas e alcançar o sucesso almejado na área do agronegócio.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como aumentar a produtividade na pecuária leiteira: principais fatores para melhorar os resultados</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/</link>
					<comments>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 13:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumentar a produtividade é um dos principais objetivos das fazendas leiteiras, mas produtividade não significa apenas produzir mais leite. Em sistemas eficientes, o foco está em gerar mais resultado a partir dos recursos disponíveis, utilizando melhor a terra, os animais, a mão de obra e os insumos. Por isso, quando falamos em produtividade na pecuária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aumentar a produtividade é um dos principais objetivos das fazendas leiteiras, mas <strong>produtividade não significa apenas produzir mais leite</strong>. Em sistemas eficientes, o foco está em gerar mais resultado a partir dos recursos disponíveis, utilizando melhor a terra, os animais, a mão de obra e os insumos.</p>
<p>Por isso, quando falamos em produtividade na pecuária leiteira, é importante olhar além do volume total produzido. Indicadores como produção por vaca, produção por hectare, eficiência alimentar e desempenho reprodutivo ajudam a entender se a fazenda está realmente evoluindo.</p>
<p>Nesse contexto, <strong>aumentar a produtividade depende da integração entre nutrição, reprodução, sanidade, manejo e gestão</strong>. Quanto maior o equilíbrio entre esses fatores, maiores tendem a ser os resultados do sistema.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que significa produtividade na pecuária leiteira?</h2>
<p>A produtividade pode ser medida de diferentes formas dentro de uma fazenda leiteira.</p>
<p>Entre os indicadores mais utilizados estão:</p>
<ul>
<li>Litros de leite por vaca;</li>
<li>Litros de leite por hectare;</li>
<li>Produção diária da fazenda;</li>
<li>Produção por colaborador;</li>
<li>Eficiência alimentar;</li>
<li>Produção corrigida por sólidos.</li>
</ul>
<p>Cada indicador fornece uma perspectiva diferente do sistema e ajuda a identificar oportunidades de melhoria.</p>
<p>Por esse motivo, <strong>avaliar apenas o volume total de leite produzido pode levar a conclusões equivocadas</strong>. O mais importante é compreender se os recursos da fazenda estão sendo utilizados de forma eficiente.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/planilha-custo-producao-pecuaria-leiteira?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-custo-producao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39662 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-custo-producao.png" alt="Planilha custo de produção na pecuária leiteira" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-custo-producao.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-custo-producao-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-custo-producao-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-custo-producao-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-custo-producao-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-custo-producao-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-custo-producao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como fazer com que as vacas produzam mais leite?</h2>
<p>Conforme comentado, <strong>umas das formas de aumentarmos a produtividade na pecuária leiteira é possibilitando que as vacas produzam mais leite. </strong></p>
<p>Mas como isso pode ser feito? Melhorias principalmente em genética, reprodução, nutrição, conforto e saúde são o caminho.</p>
<h3>Genética</h3>
<p>Ter um programa de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/genomica-nas-fazendas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">melhoramento genético</a></strong> na propriedade é essencial. No entanto, devemos sempre ter em mente que os ganhos genéticos para aumento da produção de leite são vistos somente a longo prazo, devido a necessidade de esperar a próxima geração nascer e iniciar o ciclo produtivo.</p>
<p>Sendo otimista, os resultados aparecerão em torno de 2 anos e 10 meses após a concepção das vacas com uma genética superior. Isso porque teremos que esperar 9 meses de gestação das bezerras mais o desenvolvimento até a sua concepção e parto, estimando um bom indicador de idade ao primeiro parto de 24 meses.</p>
<p>Entretanto,<strong> a genética é uma ferramenta indispensável para qualquer propriedade que deseja aumentar sua produtividade</strong> e está atrelada a todos os pontos que serão discutidos aqui.</p>
<h3>Reprodução</h3>
<p>Outro aspecto que merece destaque no aumento da produção de leite é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong>. Afinal, ela é um dos setores que compõem o coração da fazenda. Rebanhos que alcançam eficiência reprodutiva possuem maior produção de leite, tanto na média por vaca quanto no volume do tanque.</p>
<p>O fato de bons indicadores reprodutivos contribuírem na produção de leite está relacionado à redução do intervalo entre partos e consequente redução do DEL médio do rebanho. Um DEL médio de aproximadamente 160 dias, por exemplo, significa que grande parte das vacas está mais próxima do pico de lactação, que é quando os animais produzem mais leite.</p>
<p>Além disso, a eficiência alimentar é otimizada. Em outras palavras, as vacas são mais eficientes em converter comida em leite e isso contribui para o custo alimentar por litro de leite.</p>
<h3>Nutrição</h3>
<p>Já o efeito da nutrição na produção de leite é bem claro. Afinal, o leite “entra é pela boca”. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">Dietas</a></strong> <strong>bem formuladas conforme a exigência nutricional de cada categoria e manejos nutricionais alinhados, fazem toda a diferença. </strong></p>
<p>Se engana quem pensa que estes pontos devem ser tratados com cuidado e atenção somente para as vacas em lactação. Uma nutrição inadequada para vacas secas e vacas em pré-parto interfere diretamente no desempenho da lactação seguinte. Logo, a produtividade estará comprometida.</p>
<p>Não é raro encontrarmos propriedades que fornecem comida de baixa qualidade para vacas secas somente pelo fato de que elas não estão produzindo leite no momento.</p>
<h3>Conforto</h3>
<p>O conforto é outro gargalo relacionado ao leite das vacas. E quando tratamos de conforto não estamos falando apenas do conforto térmico, que por via de regra é crucial.</p>
<p>O conforto deve ser abordado de forma mais ampla. Tanto nas instalações (espaço de cocho, <strong>conforto térmico</strong>, qualidade da cama, qualidade de piso, etc.) quanto no manejo (condução das vacas, <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>preparação tranquila para ordenha</strong></a>, estímulos adequados para ejeção do leite).</p>
<h3>Saúde</h3>
<p>A saúde do rebanho também é outro calcanhar de Aquiles para a produtividade dos animais. A vaca doente produz menos leite, independente da doença, seja ela de origem infecciosa, metabólica ou traumática.</p>
<p>Planejar programas de saúde e calendário sanitário para o rebanho conforme as características e indicadores da fazenda deve ser algo inegociável. A sanidade do rebanho contribui para a reprodução, qualidade do leite e, principalmente, produtividade dos animais.</p>
<h2>Aumento da capacidade de vacas em lactação</h2>
<p><strong>Aumentar a capacidade de vacas em lactação da fazenda também é outra forma de elevar a produtividade na pecuária leiteira.</strong> Se temos mais vacas dando leite, logo a produção de leite também será maior.</p>
<p>No entanto, é necessário que seja feito um estudo de diagnóstico prévio na propriedade para entender se há viabilidade e condições de aumentar a categoria de vacas em lactação.</p>
<p>Este diagnóstico da propriedade deve contemplar vários itens e setores.</p>
<ul>
<li>A fazenda terá espaço físico para comportar mais vacas? Se sim, qual o contingente máximo de animais que a fazenda consegue abrigar?</li>
<li>Será necessária a construção de novas instalações?</li>
<li>Alguma estrutura precisará ser ajustada ou adaptada?</li>
<li>A fazenda possui área agricultável disponível para produzir comida para os animais adicionais?</li>
<li>A mão de obra atual da propriedade conseguirá conduzir o operacional do rebanho ou será necessário contratar mais colaboradores?</li>
<li>Será necessário a compra de algum maquinário?</li>
</ul>
<p><strong>Note o quanto de <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-gestao-de-fazenda-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">planejamento</a> está por trás dessas decisões.</strong> Elas não podem ser tomadas do dia para a noite na realidade da fazenda. Até porque tudo que é feito às pressas e sem planejamento corre grande risco de não obter sucesso.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre produtividade na pecuária leiteira</h2>
<h3>O que influencia a produtividade na pecuária leiteira?</h3>
<p>Nutrição, reprodução, sanidade, conforto animal, genética e gestão estão entre os principais fatores que influenciam os resultados da fazenda.</p>
<h3>Como aumentar a produção de leite por vaca?</h3>
<p>Melhorias na alimentação, saúde, reprodução e conforto dos animais costumam gerar impactos diretos sobre a produção individual.</p>
<h3>Qual a diferença entre produtividade e rentabilidade?</h3>
<p>Produtividade está relacionada à eficiência produtiva, enquanto rentabilidade considera os resultados econômicos gerados pela atividade.</p>
<h3>Como medir a produtividade de uma fazenda leiteira?</h3>
<p>A avaliação pode ser feita por indicadores como produção por vaca, produção por hectare, eficiência alimentar e produção total da fazenda.</p>
<h3>A genética influencia a produtividade?</h3>
<p>Sim. O potencial genético dos animais influencia a capacidade produtiva, mas os resultados dependem também de manejo, nutrição e ambiente.</p>
<h2>Produtividade alta começa com decisões inteligentes</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária leiteira exige muito mais do que seguir dicas pontuais, é preciso unir manejo, nutrição, reprodução e gestão de forma estratégica.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=produtividade-leite">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas que vivem o campo e aplicam métodos que já transformaram os resultados de produtores e consultores em todo o Brasil.</p>
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		<title>Gestão do Agronegócio: o que é e como se especializar?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/o-que-e-gestao-no-agronegocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 17:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[modelo de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[plano de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[produtor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira dificuldade que o produtor enfrenta quando se trata do tema gestão no agronegócio é o desconhecimento do que é gestão. Onde há desconhecimento existe o preconceito e, por isso, a gestão é vista com preconceito. Gestão é a alocação correta dos recursos financeiros, materiais e humanos, buscando a obtenção dos resultados desejados de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira dificuldade que o produtor enfrenta quando se trata do tema gestão no agronegócio é o desconhecimento do que é gestão. Onde há desconhecimento existe o preconceito e, por isso, a gestão é vista com preconceito.</p>
<p>Gestão é a alocação correta dos recursos financeiros, materiais e <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-em-fazendas/"><strong>humanos</strong></a>, buscando a obtenção dos resultados desejados de maneira eficaz.</p>
<p>Basicamente é:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Determinar o resultado esperado da atividade;</li>
<li style="font-weight: 400;">Treinar e motivar a equipe para executar as ações necessárias;</li>
<li style="font-weight: 400;">Agir rapidamente quando o resultado não está sendo alcançado;</li>
<li style="font-weight: 400;">Padronizar as atividades que alcançaram resultados de sucesso.</li>
</ul>
<p>Uma empresa rural ou urbana precisa de ferramentas gerenciais simples e que sejam aplicáveis à sua realidade.</p>
<p>Muitas vezes, metodologias complexas, que prometem análises extremamente detalhadas, não saem do papel, levando ao insucesso da sua utilização. Antes de tudo, é preciso definir aonde se quer ir.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Qual é a razão da existência da sua empresa rural?</h2>
<p>Antes de definir as metas, é necessário lembrar que <strong>toda meta deve ter objetivo, prazo e valor</strong>. Muitas são as fazendas que não sabem para onde estão indo, qual é o objetivo do trabalho ou do projeto e quando pretendem atingir este objetivo.</p>
<p>Depois de definida a meta, é preciso planejar e definir ações que nos permitam percorrer um caminho em direção a esta meta, através de bons <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plano-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">planos de ação</a></strong>. Problemas irão surgir ao percorrer este caminho e, quando eles aparecerem, ferramentas gerenciais que levem a uma boa análise devem ser utilizadas na busca de soluções.</p>
<p>A seguir serão discutidos, de forma sucinta, passos a serem seguidos para se modificar a gestão das empresas rurais:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Estabeleça as metas, respondendo à pergunta: onde você quer chegar?</li>
<li style="font-weight: 400;">Levante todo o conhecimento disponível na empresa que possa auxiliá-lo na trajetória de cumprimento da meta;</li>
<li style="font-weight: 400;">Faça uma análise das razões ou causas que estão impedindo a empresa de bater as metas;</li>
<li style="font-weight: 400;">Construa um bom plano de ação, que nada mais é que um conjunto de medidas necessárias para atingir a meta;</li>
<li style="font-weight: 400;">Execute as ações;</li>
<li style="font-weight: 400;">Verifique se as medidas tomadas foram suficientes para atingir a meta;</li>
<li style="font-weight: 400;">Se as medidas foram suficientes, padronize. Se as metas não foram atingidas, faça um novo plano de ação.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-6-etapas-plano-negocios-eficaz?utm_campaign=material-gestao&amp;utm_source=ebook-plano-negocios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41744 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/banner-ebook-plano-negocios-agro.jpg" alt="E-book 6 etapas para criar plano de negócios eficaz" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/banner-ebook-plano-negocios-agro.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/banner-ebook-plano-negocios-agro-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/banner-ebook-plano-negocios-agro-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/banner-ebook-plano-negocios-agro-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/banner-ebook-plano-negocios-agro-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/banner-ebook-plano-negocios-agro-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/banner-ebook-plano-negocios-agro-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que o conhecimento técnico e gerencial seja colocado em prática, <strong>é preciso investir tempo no treinamento da equipe</strong>. Desta forma, praticando a gestão, as pessoas estarão adquirindo “conhecimento prático”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta fase, a liderança da empresa ou setor deverá buscar levar o conhecimento à equipe, servindo de facilitador à aplicação do mesmo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-acompanhar-metas-de-equipe-no-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener">para que as metas sejam atingidas</a></strong>, é essencial realizar mudanças e, para que elas ocorram com sucesso, devem-se difundir os conhecimentos necessários e auxiliar na sua aplicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um <a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-faz-um-gestor-de-fazendas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>gestor</strong></a> precisa ter mente aberta e ser capaz de olhar o mundo e adequar seu negócio. A gestão de um negócio precisa estar continuamente monitorando o mundo a sua volta e sempre estar questionando se as decisões tomadas anteriormente, mesmo àquelas acertadas, ainda são as melhores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma mudança na conjuntura pode fazer com que o sistema precise ser repensado. Os conceitos precisam ser constantemente revistos e a pessoa deve estar disposta a evoluir. A gestão precisa se mostrar aberta e dinâmica, pois velocidade de ação nesses momentos pode ser questão de sobrevivência.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/curso/graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=textos-gga&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37333 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga.jpg" alt="Banner Graduação em Gestão do Agronegócio" width="1387" height="480" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga.jpg 1387w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga-300x104.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga-1024x354.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga-768x266.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga-370x128.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga-270x93.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga-740x256.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/banner_gga-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1387px) 100vw, 1387px" /></a></p>
<h2>Orçamento e Fluxo de caixa</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada vez mais se torna necessário à profissionalização do agronegócio, com o produtor rural tratando sua propriedade como um negócio, uma empresa, se tornando um empresário rural e exigindo do produtor uma visão administrativo-financeira do negócio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas ferramentas podem auxiliar o produtor, como o orçamento e o fluxo de caixa. </span></p>
<h3>O que é orçamento?</h3>
<p>Orçamento é um <strong>plano detalhado de aquisições e uso de recursos materiais e financeiros</strong>. Permite que o responsável pelos controles financeiros, quer seja o empresário, ou o gestor, ou um assistente técnico, acompanhe o fluxo de recursos da empresa. Representa um <strong>plano para o futuro</strong>, expresso em termos quantitativos e formais.</p>
<p>O orçamento tem uma grande ligação com o longo prazo da empresa e continuação da organização, pois também possibilita estabelecer o elo gerencial entre a atuação de curto prazo da empresa e suas estratégias maiores.</p>
<p>Estrategicamente o orçamento é muito importante, pois permite que o empresário trace metas para compra de mercadorias/insumos, vendas de animais em períodos mais propícios, etc. Ao implantar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-para-resultados-no-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>metodologia de gestão por resultados</strong></a> em uma propriedade rural, é comum que sejam levantados questionamentos como:</p>
<ul>
<li>Quais são os primeiros passos para se elaborar um orçamento?</li>
<li>Como projetar os valores de receitas, custos e despesas?</li>
<li>Quem deve participar da elaboração do orçamento?</li>
<li>Como checar o orçamento projetado versus o realizado?</li>
</ul>
<p>Estas são algumas perguntas fundamentais a serem respondidas para que se tenha eficácia na construção do orçamento. Para todas elas, é fundamental que os três pilares básicos da gestão (liderança, conhecimento técnico e ferramentas de gestão) estejam devidamente alinhados e consolidados.</p>
<p>Quando se almeja construir um orçamento, deve-se ter como ponto de partida qual é o resultado desejado. <strong>É comum identificar planejamentos orçamentários feitos sem que seja avaliado o resultado a ser atingido</strong>. Na gestão por resultado, o orçamento partirá tendo como base o resultado financeiro e econômico previamente definido pelo proprietário.</p>
<p>A base para o orçamento de uma fazenda de leite é a evolução de rebanho, onde serão consideradas as variações de quantidade de animais em cada categoria ao longo do ano, de acordo com o objetivo do proprietário.</p>
<p>O orçamento traçado pode ser baseado em números de outras propriedades que tenham o mesmo segmento e padrão de produção da empresa analisada e, logicamente, tenham bons números para serem usados como modelo. Outros números que podem ajudar a traçar o orçamento são os da própria fazenda, desde que ela tenha esses dados anotados.</p>
<h3>O que é fluxo de caixa?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O fluxo de caixa é a <strong>demonstração das saídas e entradas de recursos financeiros na empresa</strong>, funcionando assim como uma grande agenda dos compromissos financeiros da propriedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através do fluxo de caixa o proprietário ou gestor obtém informações do caixa mensal e até mesmo diário da empresa rural utilizando essa ferramenta para auxiliar na tomada de decisões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conhecimento do momento de maior entrada ou saída de capital da empresa possibilita ao gestor:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Analisar qual o melhor momento para realizar investimentos e quando poderão ser pagos, de acordo com as sobras de caixa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Avaliar se há necessidade ou não de capital externo para desafogar o caixa, de acordo com a previsão dos pagamentos e recebimentos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Criar estratégias de compras, avaliando qual a melhor forma de pagamento: parcelado ou à vista;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Comprar o previsto e realizado, possibilitando avaliar onde estão as discrepâncias.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Como ferramenta de gestão, <strong>deve sempre ser avaliado em conjunto com o orçamento detalhado mensal</strong>, pois somente com o fluxo de caixa não será possível enxergar o futuro da empresa, principalmente os compromissos futuros ainda não estabelecidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acompanhamento do orçamento ajuda o empresário rural a não perder o foco do projeto estabelecido, pois o capital que está na conta bancária e que parece estar sobrando, quando melhor analisado, pode ser usado para a compra estratégica de insumos da safra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para iniciar a análise de fluxo de caixa, é preciso registrar quanto a</span> <span style="font-weight: 400;">empresa tem em caixa, ou seja, o saldo atual. E então, coletar os dados em notas fiscais, contas a pagar e a receber. Planilhas de Excel ou softwares específicos podem ser utilizados para auxiliar nos registros.</span></p>
<h2>O agronegócio precisa de líderes preparados</h2>
<p>O mercado está cada vez mais competitivo e exige profissionais que unam visão estratégica, gestão eficiente e conhecimento técnico.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/curso/graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=textos-gga&amp;utm_medium=blog">Graduação em Gestão do Agronegócio</a></strong> do Rehagro foi criada para formar gestores capazes de transformar propriedades, cooperativas e empresas rurais em negócios de alta performance.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/curso/graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=textos-gga&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39525 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes.jpg" alt="Banner Graduação em Gestão do Agronegócio" width="1200" height="542" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes.jpg 1200w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes-300x136.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes-1024x463.jpg 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes-768x347.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes-370x167.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes-270x122.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes-740x334.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/banner-gga-inscricoes-150x68.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Gestão Rehagro.</p>
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		<title>Creep-feeding e creep-grazing: como funcionam as suplementações de bezerros?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[creep-feeding]]></category>
		<category><![CDATA[creep-grazing]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fase inicial do processo de produção de gado de corte é fundamental para o desempenho dos animais ao longo da vida e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio. Potencializar essa fase e acelerar o processo pode ser alcançado com a utilização de estratégias e ferramentas, como o creep-feeding e o creep-grazing.  O produtor busca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase inicial do processo de produção de gado de corte é fundamental para o desempenho dos animais ao longo da vida e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio. Potencializar essa fase e acelerar o processo pode ser alcançado com a utilização de estratégias e ferramentas, como o <strong><em>creep-feeding</em> e o <em>creep-grazing</em>. </strong></p>
<p>O produtor busca pela harmonia perfeita entre cria, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">recria</a></strong> e engorda, pois são fatores determinantes para maior eficiência produtiva de um sistema de produção.</p>
<p>Com isso, o peso dos bezerros na desmama é fundamental para a redução da idade ao abate e a melhoria na taxa de desfrute das propriedades.</p>
<p>Entre o nascimento e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">desmama</a></strong>, há a etapa da vida do animal onde se apresentam as melhores taxas de ganho de peso, alcançando, em apenas sete meses, aproximadamente de 25 a 35% do peso final do abate.</p>
<p>O leite proporciona nutrientes imprescindíveis e de grande relevância para o desempenho da cria, sob uma forma simples e de fácil absorção, de maneira a suprir as exigências relativamente altas nesta fase. Até certo momento, quanto mais leite o bezerro recebe da matriz, mais rápido e mais saudável ele cresce.</p>
<p>A relação entre esses dois fatores (produção leiteira da mãe e ganho de peso da cria), no entanto, diminui bastante de intensidade depois de 16 semanas. Esperar, por conseguinte, que a partir da idade de três a quatro meses, boa parte dos nutrientes indispensáveis aos bezerros de corte se origina de outras fontes que não somente do leite materno.</p>
<p>Para suprir as possíveis deficiências nutricionais e potencializar os ganhos dos animais nessa etapa da vida, <strong>determinadas formas de suplementação de bezerros foram desenvolvidas.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é o <em>Creep-feeding</em>?</h2>
<p>O <strong><em>creep-feeding</em> ou cocho privativo</strong>, é uma forma de suplementação com ração balanceada no cocho, dentro de uma área cercada, com acesso exclusivamente ao bezerro. O objetivo é suplementar a cria sem apartar da mãe.</p>
<p>Ainda que haja indicativos da melhoria na eficiência reprodutiva da vaca, o <em>creep-feeding</em> favorece principalmente ao bezerro, tendo como finalidade o aumento do peso a desmama, bem como habituá-lo à suplementação no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">cocho</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14027 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding.jpg" alt="Creep-feeding" width="594" height="341" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding.jpg 594w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-300x172.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-370x212.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-270x155.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p>Para que a suplementação alcance êxito, irá depender do consumo dos bezerros. Dessa forma, determinadas práticas de manejo podem ser ressaltadas, primeiramente, quando se usa o sistema de cocho privativo:</p>
<ul>
<li>Reunir às crias alguns bezerros mais velhos que já conhecem o sistema, servindo como exemplo;</li>
<li><strong>Espalhar ração do lado de fora do cercado</strong>, de maneira que as vacas possam treinar suas crias a comer;</li>
<li><strong>Permitir o acesso ao cocho</strong>, tanto das vacas quanto dos bezerros, durante alguns dias.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que é o <em>Creep-grazing</em>?</h2>
<p>O <strong><em>creep-grazing</em> ou pasto privativo</strong>, ainda pouco aproveitado no Brasil, é o método que consiste em permanecer os bezerros juntos às suas mães e têm acesso exclusivo a um piquete formado com forrageiras de alto valor nutritivo, pequeno porte e alta densidade, como aveia, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">tifton</a></strong>, milheto etc.</p>
<p>As instalações (exigências são parecidas às do <em>creep-feeding</em>), são proporcionais ao número de bezerros e à produção de matéria seca da forrageira escolhida pelo tamanho do piquete.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14028 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing.jpg" alt="Creep-grazing" width="336" height="357" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing.jpg 336w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-282x300.jpg 282w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-270x287.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-150x159.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 336px) 100vw, 336px" /></p>
<h2>Outras alternativas de suplementação de bezerros</h2>
<p>Além dessas duas formas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/">suplementação de bezerros</a></strong>, pode ser utilizada a <strong>desmama precoce</strong>, uma vez que essa permite que as matrizes recuperem seu estado corporal e manifestem o cio.</p>
<p>Para a maior eficiência do sistema, porém, é preciso que esta prática ocorra dentro da estação de monta, possibilitando uma nova concepção imediata.</p>
<p>Esta estratégia pode ser utilizada para descartar as fêmeas que não reconceberam ao final da estação de monta, sem que elas fiquem por muito tempo na propriedade ocupando espaço de outra mais produtiva.</p>
<p>Para isso, os bezerros entre 90-120 dias de idade são desmamados e colocados em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastagens adequadas</a></strong>, bem afastados das mães. O pasto apropriado para desmama deve ser formado com forrageiras, correspondendo aos requisitos do <em>creep-grazing</em> (alto valor nutritivo, alta densidade, palatabilidade e baixo porte).</p>
<p>Além do pasto, é aconselhado <strong>suplementar os bezerros com uma ração concentrada</strong> &#8211; a mesma do <em>creep-feeding</em> &#8211; até 6-7 meses, idade correspondente à desmama tradicional, pois as crias têm a capacidade de retirar do concentrado a energia suficiente que encontrariam com o leite.</p>
<p>É esperado que os bezerros consumam de 200 – 400g/cab/dia. Com o passar do tempo, eles somam gradativamente a ingestão, chegando a atingir, na fase final, 2 – 2,5 kg/cab/dia. Pode-se ofertar a quantidade de 1% do peso vivo médio de cada lote, para cada animal por dia, durante o período de 3 a 4 meses.</p>
<h2>Característica do suplemento no <em>creep</em></h2>
<p>A suplementação utilizada, no creep, por exemplo, deve receber a devida atenção no momento da formulação, contendo em média, de <strong>18 a 20% de proteína. </strong></p>
<p>Em alguns casos, é interessante a utilização de produtos palatabilizantes na suplementação para fomentar e aumentar o consumo por parte dos bezerros.</p>
<p>Outro ponto de importância para o sistema como um todo é a possibilidade de fornecer aos animais nessa fase da vida, aditivos na suplementação, como salinomicina, monensina dentre outros. Estes, atuam como coccidiostáticos, no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coccidiose-bovina/" target="_blank" rel="noopener">controle da coccidiose</a></strong>, o que apresenta grande importância para a fase de grande acometimento da eimeriose.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CREEP-FEEDING: O SEGREDO PARA BEZERROS MAIS SAUDÁVEIS | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/9Q2bnApDfk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações sobre <em>creep-feeding</em> e <em>creep-grazing</em></h2>
<p>Em um sistema de produção de bovinos de corte, a taxa de desmama e a quantidade de kg de bezerro desmamado/vaca/ano influenciam diretamente a eficiência do processo de criação.</p>
<p>A capacidade e a melhoria desse indicador está diretamente relacionado ao nível de intensificação da propriedade, quanto maior a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener">taxa de lotação</a></strong> da propriedade, maior a eficiência nos manejos reprodutivos e sanitários com as matrizes e suas crias, e o peso de desmama influenciam diretamente nesse indicador de tamanha importância para propriedades de cria.</p>
<p>A suplementação, ainda que na fase de aleitamento, evidencia ser uma importante ferramenta complementar nos projetos que visam níveis altos de produtividade.</p>
<p>Quanto mais pesado desmamar o bezerro, menor será seu tempo no sistema até o abate, reduzindo seu custo de permanência na propriedade ou maior será seu valor de venda e mais rápido as fêmeas são destinadas à reposição. Além disso, permite que as matrizes recuperem seu estado corporal e retome a ciclicidade mais rápido.</p>
<p>Para o produtor é indispensável saber os custos do sistema e devem ser levados em consideração os custos com ração/bezerro.</p>
<p>É essencial, no entanto, observar se um bezerro bem nutrido, durante o primeiro ano de vida, é capaz de suportar maiores estresses climáticos e/ou orgânicos e, consequentemente, te restituir um boi mais pesado no futuro, mostrando mais importante o fechamento econômico da operação.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=creep-feeding" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/">Creep-feeding e creep-grazing: como funcionam as suplementações de bezerros?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Sêmen bovino: por quanto tempo permanece viável no botijão?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/semen-bovino-no-botijao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 11:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é uma realidade na pecuária brasileira. Atualmente cerca de 22,2% do rebanho inseminado foi através dessa técnica, permitindo que um animal com bom desempenho genético deixe o maior número de descendentes, controle de doenças, aumento produtivo e muitas outras vantagens. Porém, para ser realizada com sucesso a IATF [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/semen-bovino-no-botijao/">Sêmen bovino: por quanto tempo permanece viável no botijão?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)</strong> é uma realidade na pecuária brasileira.</p>
<p>Atualmente cerca de <strong>22,2% do rebanho inseminado</strong> foi através dessa técnica, permitindo que um animal com <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/"><strong>bom desempenho genético</strong></a> deixe o maior número de descendentes, controle de doenças, aumento produtivo e muitas outras vantagens.</p>
<p>Porém, para ser realizada com sucesso a IATF precisa de alguns materiais básicos como: aplicador, luvas, descongelador, botijão de sêmen, entre outros.</p>
<p>Boas práticas durante o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">protocolo de inseminação</a></strong> são fundamentais para manter a integridade do material genético, principalmente quando se trata do botijão de sêmen afinal é dentro desse recipiente térmico que o material é mantido.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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<h2>Uso adequado do botijão de sêmen bovino</h2>
<p>Inicialmente, ele deve ser guardado em local fresco, sem incidência direta de luz solar, transportado com muito cuidado <strong>sempre na vertical e</strong> <strong>nunca deve ser inclinado</strong> para não correr o risco do conteúdo vazar.</p>
<h3>O que vai dentro do botijão?</h3>
<p><strong>Nitrogênio líquido</strong>. Ele é responsável por conservar as doses do sêmen bovino em -196 °C durante tempo indeterminado desde que a quantidade  seja mantida acima do mínimo.</p>
<p>Para que isso seja possível é necessário fazer a verificação periódica da quantidade de nitrogênio e garantir a integridade do material, para isso usamos a régua graduada, onde a quantidade mínima de nitrogênio não deve ser menor que 15 cm.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13967" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino.jpg" alt="Medindo nitrogênio no botijão de sêmen" width="700" height="394" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino.jpg 1000w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-300x169.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-768x432.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-370x208.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-270x152.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Utilização da régua graduada para mensurar a quantidade de nitrogênio líquido no botijão de sêmen. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro)</span></p>
<p>O nitrogênio líquido evapora rapidamente, por isso <strong>o botijão não pode ficar muito tempo aberto</strong>, após o manejo é necessário fechá-lo, caso precise retirar mais doses de sêmen entre as inseminações é necessário abri-lo novamente.</p>
<p>Quando retiramos as doses de sêmen bovino não devemos remover completamente a caneca (estrutura onde ficam as racks que armazenam as palhetas de sêmen), o ideal é que esta fique em contato com nitrogênio líquido por mais tempo, e todo o processo seja realizado de forma rápida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13969" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3.jpg" alt="Manejo de amostras de sêmen bovino" width="700" height="394" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3.jpg 1000w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-300x169.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-768x432.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-370x208.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-270x152.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Manejo correto para a retirada de amostras. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro).</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="MANEJO ADEQUADO DO SÊMEN BOVINO: MELHORES PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/BaFy4vg-GXs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>O protocolo de descongelamento</h2>
<p>Vários estudos comprovam que caso o descongelamento não seja realizado da forma correta, os espermatozoides morrem durante o processo de descongelamento, o impacta diretamente a <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de prenhez</strong></a> da propriedade.</p>
<p>Atualmente existem muitas marcas disponíveis no mercado, porém o professor Douglas Costa dá uma indicação prática importante:</p>
<p><em><strong>Não coloque muitas doses de uma vez no descongelador</strong>, pois isso fará com que a temperatura caia muito de forma rápida, logo, as paletas irão descongelar de forma irregular, comprometendo o material.</em></p>
<p>Exemplo: caso o descongelador tenha 4 divisões uma opção é separá-lo com diferentes paletas de animais e raças distintas como na imagem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13968" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2.jpg" alt="Distribuição de palhetas de sêmen bovino no descongelador" width="700" height="394" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2.jpg 1000w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-300x169.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-768x432.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-370x208.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-270x152.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sugestão de como distribuir palhetas de sêmen bovino no descongelador. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro).</span></p>
<p>A inseminação artificial oferece grandes benefícios aos produtores que optam por essa técnica, contudo a sua eficiência está diretamente ligada a mão de obra qualificada, instalações, manejo dos animais e dos equipamentos.</p>
<h2 data-start="169" data-end="252">Conhecimento técnico que evita prejuízos e potencializa resultados reprodutivos</h2>
<p data-start="254" data-end="458">Saber conservar o sêmen corretamente é apenas o começo. Se você quer maximizar a eficiência da IATF, reduzir falhas no manejo e transformar cada decisão em resultado no campo, é hora de se aprofundar.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Comunicação interpessoal: como fazer sua equipe entender o que precisa ser feito?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/comunicacao-interpessoal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 18:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[equipes]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[produtor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já passou uma instrução simples para seu colaborador e a atividade não foi realizada da maneira que você esperava? Ou, então, orientou sua equipe a executar uma tarefa e quando retornou para checar, ela ainda não tinha sido concluída ou estava incompleta? E como consequência gerou retrabalho, perda de tempo ou até mesmo perdas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já passou uma instrução simples para seu colaborador e a atividade não foi realizada da maneira que você esperava?</p>
<p>Ou, então, orientou sua equipe a executar uma tarefa e quando retornou para checar, ela ainda não tinha sido concluída ou estava incompleta? E como consequência gerou retrabalho, perda de tempo ou até mesmo perdas financeiras?</p>
<p>Por exemplo, quando o encarregado da fazenda passa uma instrução para outro colaborador sobre determinada atividade. Geralmente o que observamos é uma “ordem” do tipo:</p>
<blockquote><p><em>“Por favor, pegue esse trator, carregue 50 sacos do adubo de cobertura e jogue naquela lavoura próxima ao mata-burro”.</em></p></blockquote>
<p>Em seguida, o colaborador consciente do risco que corre se ficar perguntando demais (diga-se de passagem, o “chefe” tem um jeitão sistemático e não gosta muito de conversar), simplesmente acata a ordem, pega o trator e dentro de suas experiências e conhecimentos, executa o que foi compreendido daquilo que lhe foi “ordenado”.</p>
<p>Contando assim, pode-se deduzir que a atividade foi resolvida com êxito, mas sabemos que nem sempre é desta forma que acontece.</p>
<p>Se foi ou não o adubo correto, a maneira como o adubo foi distribuído, se ao final sobrou ou faltou e o tratorista precisou improvisar solução para conseguir distribuir por toda a área etc., isso só se descobre após os resultados, que muitas vezes podem ser desastrosos, em termos de produtividade por área, falta de adubo para outras lavouras específicas, custo de produção entre outros.</p>
<p>Casos como os citados acima são tão comuns no dia a dia das fazendas e demais empresas do agronegócio que as pessoas passam a acreditar ser normal as coisas funcionarem desta maneira e se acomodam, não buscando novas formas de agir para que esta realidade mude. Apesar destas situações serem tão recorrentes, existe solução.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Qualidade da comunicação interpessoal</h2>
<p>Todos os resultados nas empresas, sejam eles de sucesso ou fracasso, estão relacionados direta ou indiretamente com a <strong>qualidade da comunicação interpessoal</strong>, ou seja, a comunicação entre as pessoas. Tendo conhecimento disso é possível entender a importância de sabermos nos comunicar bem para haver pouca ou nenhuma perda na mensagem passada.</p>
<p>Para isso o emissor (falante) da informação deve assegurar que o receptor (ouvinte) tenha compreendido de forma clara o que foi passado. Além disso, o receptor tem a responsabilidade de checar se o que ele compreendeu da informação é o que o emissor desejava que ele tivesse entendido.</p>
<p>Em resumo, as duas pessoas devem se responsabilizar, <strong>pois</strong> <strong>a comunicação é o que o outro entende e não somente o que nós queremos informar.</strong></p>
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<h2>Quem é o maior responsável pela segurança e qualidade na comunicação?</h2>
<p>A boa notícia é que podemos desenvolver a habilidade de comunicação interpessoal. Para isso, devemos ficar atento a 5 pontos:</p>
<ol>
<li>Pensar em como vamos transmitir a mensagem;</li>
<li>Conhecer bem o receptor;</li>
<li>Verificar o que foi entendido;</li>
<li>Criar um ambiente de confiança;</li>
<li>Fazer autofeedback.</li>
</ol>
<h3>Como transmitir a mensagem?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que haja comunicação eficaz dentro das organizações é necessário saber ser assertivo, claro, consistente e completo. Pois todos esses pontos irão interferir na forma que o ouvinte irá receber e interpretar a mensagem.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40402 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg" alt="Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Conheça bem o receptor</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas são diferentes, viveram experiências diferentes e isso influência na compreensão. Cada pessoa possui uma maneira de receber, codificar e armazenar informações externas, existem as pessoas visuais, auditivas, cinestésicas e as digitais. </span></p>
<ul>
<li><strong>Visuais:</strong> utilizam da visão como forma de obter e de reter informações, conseguem perceber no ambiente coisas que poucas pessoas percebem. Aprendem vendo e formando imagens imediatas do que estão recebendo de informação;</li>
<li><strong>Auditivas:</strong> absorvem conteúdo através da audição. Aprendem ouvindo, prestam atenção à ênfase, às pausas e ao tom de voz. São capazes de montar histórias com as informações que recebem;</li>
<li><strong>Cinestésicas:</strong> percebem as coisas através do corpo e da experimentação. Aprendem fazendo, necessitam da experiência motora para compreenderem algo;</li>
<li><strong>Digitais:</strong> assim como as auditivas, absorvem informação ouvindo e montam histórias para reter o conteúdo. Para processar informação conversam consigo mesmas, criando diálogos internos.</li>
</ul>
<h3>Verifique o que foi entendido<span style="font-weight: 400;"> </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após passar uma mensagem é recomendado que você questione o ouvinte sobre o que foi compreendido da mensagem. Caso tenha solicitado que a pessoa faça uma atividade, peça para ela explicar o que deve ser realizado. <em>“De tudo isso que conversamos, o que você entendeu que deve ser feito?”</em>.</span></p>
<h3>Crie um ambiente de confiança<span style="font-weight: 400;"> </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que o receptor fale quando algo não ficou claro, não foi compreendido, é indicado que se construa ambiente de confiança onde ele se sinta seguro e confortável para se expressar. </span></p>
<h3>Faça um autofeedback</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Se autoavaliar é importante para entender se você consegue se expressar bem e caso contrário, mostra a necessidade de desenvolver esta habilidade. Se pergunte: <em>“Estou conseguindo ser claro na hora de passar a mensagem?” “Estou utilizando as palavras, tom de voz e expressões corporais coerentes com o que desejo informar?”</em>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra maneira de se avaliar é acompanhar o que acontece após passar uma informação. Isso dará retorno se você foi ou não um bom transmissor de ideias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabendo desses pontos, você buscará medidas para melhorar a comunicação interpessoal dentro da sua propriedade ou demais empresas do agronegócio, com seus clientes, pares, líderes e liderados? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As <strong>pessoas são a principal força de uma organização</strong>, pois elas geram os resultados que a empresa necessita. </span></p>
<h2>Seja o gestor que o agronegócio precisa</h2>
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		<item>
		<title>Manejo sanitário de bovinos de leite: como prevenir doenças no rebanho</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 14:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde do rebanho exerce influência direta sobre a produtividade, o bem-estar dos animais e os resultados econômicos das fazendas leiteiras. Entretanto, um bom manejo sanitário não deve começar apenas quando uma doença aparece. A prevenção, o monitoramento dos animais e o planejamento das ações são fundamentais para reduzir riscos e evitar prejuízos. Vacinação, controle [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde do rebanho exerce influência direta sobre a produtividade, o bem-estar dos animais e os resultados econômicos das fazendas leiteiras.</p>
<p>Entretanto,<strong> um bom manejo sanitário não deve começar apenas quando uma doença aparece</strong>. A prevenção, o monitoramento dos animais e o planejamento das ações são fundamentais para reduzir riscos e evitar prejuízos.</p>
<p>Vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene das instalações, acompanhamento dos animais e registro das informações fazem parte de uma estratégia sanitária eficiente.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá o que é manejo sanitário de bovinos de leite, quais são suas principais práticas e como estruturar ações para prevenir doenças e melhorar a saúde do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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  hbspt.forms.create({
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    version: "V2_PRERELEASE"
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</script></p>
</div>
<h2>O que é manejo sanitário de bovinos de leite?</h2>
<p>O manejo sanitário é o <strong>conjunto de práticas utilizadas para prevenir, identificar e controlar problemas de saúde no rebanho</strong>. Ele envolve ações como vacinação, controle de parasitas, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biosseguridade-na-pecuaria-leiteira/">biosseguridade</a></strong>, higiene das instalações, monitoramento dos animais, diagnóstico, tratamento e registro das informações sanitárias.</p>
<p>O objetivo é reduzir a ocorrência e a disseminação de doenças, melhorar o bem-estar dos animais e diminuir os impactos produtivos e econômicos dos problemas sanitários.</p>
<p>Para isso, as diferentes ações precisam funcionar de maneira integrada.</p>
<p>Não adianta, por exemplo, manter um calendário de vacinação e negligenciar a entrada de animais na propriedade. Da mesma forma, realizar tratamentos sem acompanhar os resultados dificulta a identificação das causas dos problemas.</p>
<p>Por isso, um programa sanitário eficiente deve combinar prevenção, monitoramento e tomada de decisão.</p>
<h2>Por que o manejo sanitário é importante?</h2>
<p>Problemas sanitários podem provocar impactos que vão muito além dos custos com medicamentos. Animais doentes podem apresentar <strong>redução do consumo de alimentos, queda na produção de leite, pior desempenho reprodutivo e maior risco de descarte</strong>.</p>
<p>Além disso, algumas doenças podem se disseminar pelo rebanho e aumentar os prejuízos da propriedade.</p>
<p>Entre as possíveis consequências de falhas no manejo sanitário estão:</p>
<ul>
<li>Redução da produção;</li>
<li>Aumento dos custos com tratamentos;</li>
<li>Piora dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">indicadores reprodutivos</a></strong>;</li>
<li>Aumento da mortalidade;</li>
<li>Maior descarte involuntário;</li>
<li>Comprometimento do bem-estar animal.</li>
</ul>
<p>Por isso, a prevenção e a identificação precoce dos problemas são fundamentais.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=manejo-sanitario" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os pilares do manejo sanitário?</h2>
<p>Um programa sanitário eficiente deve<strong> considerar diferentes áreas da propriedade</strong>.</p>
<p>Entre os principais pilares estão:</p>
<ul>
<li>Planejamento sanitário;</li>
<li>Vacinação;</li>
<li>Controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/parasitas-em-bovinos/">parasitas</a></strong>;</li>
<li>Biosseguridade;</li>
<li>Higiene das instalações e equipamentos;</li>
<li>Monitoramento dos animais;</li>
<li>Diagnóstico e tratamento;</li>
<li>Registro e análise das informações.</li>
</ul>
<p>Essas ações devem ser adaptadas à realidade de cada fazenda.</p>
<p>O histórico de doenças, as categorias animais, o sistema de produção, as condições ambientais e os principais riscos sanitários precisam ser considerados na definição dos protocolos.</p>
<h2>Como fazer o planejamento sanitário do rebanho?</h2>
<p>O <strong>planejamento é uma das etapas mais importantes do manejo sanitário</strong>. Sem ele, a propriedade tende a agir apenas quando os problemas aparecem.</p>
<p>O primeiro passo é conhecer a situação atual do rebanho.</p>
<p>Quais doenças ocorrem com maior frequência? Quais categorias apresentam mais problemas? Quantos animais são tratados? Quais são as principais causas de mortalidade e descarte? Os tratamentos estão apresentando os resultados esperados?</p>
<p>Responder a essas perguntas ajuda a identificar os principais desafios sanitários. A partir desse diagnóstico, é possível definir prioridades e estabelecer protocolos.</p>
<p>O planejamento deve considerar:</p>
<ul>
<li>Histórico sanitário;</li>
<li>Doenças mais frequentes;</li>
<li>Categorias animais;</li>
<li>Calendário de vacinação;</li>
<li>Estratégias de controle parasitário;</li>
<li>Protocolos de biossegurança;</li>
<li>Procedimentos de diagnóstico e tratamento;</li>
<li>Indicadores sanitários.</li>
</ul>
<p>Mais importante do que criar um documento complexo é estabelecer práticas claras, que possam ser executadas pela equipe e acompanhadas ao longo do tempo.</p>
<h2>Como deve ser feito o calendário sanitário?</h2>
<p>O calendário sanitário organiza as <strong>principais ações preventivas realizadas durante o ano</strong>.</p>
<p>Ele pode incluir vacinações, exames, controle de parasitas e outros procedimentos necessários para cada categoria animal.</p>
<p>Entretanto, não existe um calendário único que possa ser utilizado por todas as propriedades.</p>
<p>Sua definição deve considerar fatores como:</p>
<ul>
<li>Legislação sanitária;</li>
<li>Localização da fazenda;</li>
<li>Doenças presentes na região;</li>
<li>Histórico do rebanho;</li>
<li>Categorias animais;</li>
<li>Sistema de produção.</li>
</ul>
<p>Além de definir quando os procedimentos serão realizados, é importante registrar sua execução.</p>
<p>Dessa forma, a propriedade consegue acompanhar quais animais foram manejados e reduzir o risco de falhas nos protocolos.</p>
<h2>Qual é a importância da vacinação?</h2>
<p>A <strong>vacinação é uma das principais ferramentas utilizadas para prevenir doenças no rebanho</strong>. Um programa adequado deve considerar as exigências sanitárias, os riscos presentes na região e o histórico da propriedade.</p>
<p>Entretanto, os resultados não dependem apenas da escolha das vacinas. O armazenamento, o transporte, a conservação e a aplicação também influenciam a eficiência do programa.</p>
<p>Entre os principais cuidados estão:</p>
<ul>
<li>Conservar as vacinas nas condições recomendadas;</li>
<li>Respeitar as doses e vias de aplicação;</li>
<li>Utilizar equipamentos adequados;</li>
<li>Manter registros;</li>
<li>Seguir os protocolos estabelecidos.</li>
</ul>
<p>A vacinação deve fazer parte de uma estratégia sanitária mais ampla e não ser tratada como uma ação isolada.</p>
<h2>Como fazer o controle de parasitas em bovinos leiteiros?</h2>
<p>Parasitas internos e externos podem comprometer a saúde e o desempenho dos animais. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/carrapatos-em-bovinos-leiteiros/">Carrapatos</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/moscas-como-controlar-e-evitar-perdas-nas-fazendas/">moscas</a></strong>, vermes e outros parasitas podem provocar perdas produtivas e favorecer diferentes problemas sanitários.</p>
<p>Entretanto, <strong>o controle não deve se resumir à aplicação frequente de medicamentos</strong>, é necessário considerar quais parasitas estão presentes, o nível de infestação, as categorias mais afetadas e os resultados dos tratamentos anteriores.</p>
<p>O uso indiscriminado de antiparasitários pode favorecer problemas de resistência e reduzir a eficiência das estratégias ao longo do tempo.</p>
<p>Por isso, o controle deve ser planejado, acompanhado e ajustado conforme a realidade da propriedade.</p>
<h2>O que é biossegurança e por que ela é importante?</h2>
<p>A biossegurança reúne<strong> práticas utilizadas para reduzir a entrada e a disseminação de agentes causadores de doenças</strong>.</p>
<p>Um dos principais riscos ocorre na introdução de animais.</p>
<p>Antes de incorporar novos bovinos ao rebanho, é importante conhecer sua origem e situação sanitária e adotar os procedimentos necessários de avaliação e acompanhamento.</p>
<p>Outras medidas de biossegurança incluem:</p>
<ul>
<li>Controlar a entrada de pessoas e veículos;</li>
<li>Higienizar equipamentos;</li>
<li>Evitar o compartilhamento inadequado de materiais;</li>
<li>Utilizar corretamente agulhas e seringas;</li>
<li>Separar animais doentes quando necessário;</li>
<li>Descartar adequadamente materiais contaminados.</li>
</ul>
<p>Os protocolos devem ser definidos de acordo com os riscos existentes na propriedade.</p>
<h2>Como a higiene das instalações ajuda a prevenir doenças?</h2>
<p>As condições das instalações influenciam diretamente a saúde dos animais. O acúmulo de matéria orgânica, a umidade excessiva e a limpeza inadequada de equipamentos podem favorecer a presença e a disseminação de agentes causadores de doenças.</p>
<p>Por isso, é importante <strong>manter rotinas adequadas de higiene</strong>.</p>
<p>Entre os principais pontos de atenção estão:</p>
<ul>
<li>Bebedouros;</li>
<li>Cochos;</li>
<li>Instalações de bezerras;</li>
<li>Camas;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/">Equipamentos de ordenha</a></strong>;</li>
<li>Áreas de circulação;</li>
<li>Locais de armazenamento de alimentos.</li>
</ul>
<p>Os protocolos devem ser adaptados às características de cada ambiente. Mais importante do que realizar limpezas esporádicas é manter uma rotina consistente.</p>
<h2>Como monitorar a saúde do rebanho?</h2>
<p>O <strong>monitoramento diário permite identificar alterações antes que os problemas se tornem mais graves</strong>.</p>
<p>Mudanças no comportamento, consumo de alimentos, produção de leite e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">condição corporal</a></strong> podem indicar que algo não está funcionando adequadamente.</p>
<p>A equipe deve estar preparada para observar sinais como:</p>
<ul>
<li>Redução do consumo;</li>
<li>Alterações no comportamento;</li>
<li>Queda na produção;</li>
<li>Dificuldades de locomoção;</li>
<li>Mudanças nas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-fezes-de-vacas-leiteiras/">fezes</a></strong>;</li>
<li>Alterações respiratórias;</li>
<li>Sinais de dor ou desconforto.</li>
</ul>
<p>Quanto mais cedo um problema é identificado, maiores são as possibilidades de investigação e intervenção.</p>
<p>Entretanto, a observação dos animais deve ser complementada pela análise dos dados.</p>
<h2>Quais são os principais problemas sanitários em bovinos de leite?</h2>
<p>Diversos problemas podem comprometer a saúde e o desempenho do rebanho.</p>
<p>Entre os mais relevantes estão as doenças da glândula mamária, os problemas sanitários de bezerras, as doenças metabólicas, os distúrbios de casco, as doenças reprodutivas e as parasitoses.</p>
<h3>Mastite</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong> é um dos principais desafios sanitários da pecuária leiteira. Além de comprometer a saúde da glândula mamária, pode provocar redução da produção e alterações na qualidade do leite.</p>
<p>Seu controle depende de fatores como higiene, rotina de ordenha, monitoramento e identificação dos agentes causadores.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Doenças de bezerras</h3>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/">primeiras fases da vida</a></strong> exigem atenção especial. Diarreias e doenças respiratórias estão entre os principais problemas sanitários dessa categoria.</p>
<p>O fornecimento adequado de colostro, a higiene das instalações, a alimentação e o monitoramento dos animais exercem papel fundamental na prevenção.</p>
<h3>Doenças metabólicas</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/">período de transição</a></strong> é uma fase de grande desafio para as vacas leiteiras. Problemas como hipocalcemia e esteatose hepática podem comprometer a saúde, a produção e o desempenho reprodutivo.</p>
<p>Por isso, o manejo nutricional e o acompanhamento dos animais antes e depois do parto são essenciais.</p>
<h3>Problemas de casco</h3>
<p>Alterações nos cascos podem comprometer a locomoção, o consumo de alimentos, o bem-estar e a produtividade.</p>
<p>O monitoramento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-claudicacao/">claudicação</a></strong>, as condições das instalações e o manejo preventivo ajudam a reduzir a ocorrência e a gravidade dos problemas.</p>
<h3>Parasitoses</h3>
<p>Parasitas internos e externos podem provocar perdas produtivas e comprometer a saúde dos animais.</p>
<p>O controle deve ser baseado no conhecimento dos problemas presentes na propriedade e na avaliação da eficiência das estratégias utilizadas.</p>
<h2>Quais são os principais erros no manejo sanitário?</h2>
<p>Mesmo propriedades que realizam diferentes procedimentos sanitários podem apresentar falhas na estratégia.</p>
<p>Entre os principais erros estão:</p>
<ul>
<li>Agir apenas quando os animais adoecem;</li>
<li>Não conhecer os principais problemas do rebanho;</li>
<li>Não manter um calendário sanitário;</li>
<li>Utilizar medicamentos sem diagnóstico adequado;</li>
<li>Negligenciar a biossegurança;</li>
<li>Não acompanhar a eficácia dos tratamentos;</li>
<li>Não registrar as ocorrências;</li>
<li>Utilizar dados incompletos;</li>
<li>Não avaliar os resultados das ações realizadas.</li>
</ul>
<p>Um programa sanitário eficiente precisa ser continuamente acompanhado e ajustado.</p>
<h2>Manejo sanitário eficiente depende de prevenção e acompanhamento</h2>
<p>Um bom manejo sanitário não se resume à vacinação ou ao tratamento dos animais doentes.</p>
<p>Ele depende da <strong>capacidade da propriedade de identificar riscos, prevenir problemas, monitorar o rebanho e utilizar as informações para tomar decisões</strong>.</p>
<p>Vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene, diagnóstico, tratamento e registros devem fazer parte de uma estratégia integrada.</p>
<p>Quando essas práticas são <strong>planejadas e acompanhadas continuamente</strong>, torna-se possível identificar problemas mais rapidamente, avaliar a eficiência das ações e melhorar a saúde do rebanho.</p>
<p>Mais do que reagir às doenças, o objetivo do manejo sanitário deve ser criar condições para reduzir sua ocorrência e seus impactos sobre os animais e os resultados da propriedade.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre manejo sanitário de bovinos de leite</h2>
<h3>O que é manejo sanitário de bovinos de leite?</h3>
<p>É o conjunto de práticas utilizadas para prevenir, identificar e controlar problemas de saúde no rebanho.</p>
<h3>Quais são as principais práticas do manejo sanitário?</h3>
<p>Planejamento, vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene, monitoramento, diagnóstico, tratamento e registro das informações estão entre as principais práticas.</p>
<h3>Por que o manejo sanitário é importante?</h3>
<p>Porque ajuda a prevenir doenças, reduzir perdas produtivas e econômicas e melhorar a saúde e o bem-estar dos animais.</p>
<h3>Como fazer um calendário sanitário para bovinos?</h3>
<p>O calendário deve considerar as categorias animais, o histórico da propriedade, as doenças presentes na região, a legislação e as recomendações técnicas.</p>
<h3>Como melhorar o manejo sanitário da fazenda?</h3>
<p>O primeiro passo é identificar os principais problemas do rebanho. Depois, é necessário estabelecer protocolos, treinar a equipe, registrar as informações e acompanhar os resultados.</p>
<h2>Eleve o nível do manejo sanitário e aumente a produtividade da sua fazenda</h2>
<p>A saúde do rebanho é a base para qualquer sistema leiteiro de alto desempenho.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=manejo-sanitario" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende práticas de manejo sanitário alinhadas à nutrição, reprodução, gestão de pastagens e finanças, garantindo mais eficiência e lucratividade para o seu negócio.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção do milho: como o clima influencia na produtividade?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/</link>
					<comments>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 13:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compreensão das exigências climáticas do milho ao longo de seu desenvolvimento é um fator imprescindível quando se pensa em altas produtividades. Você está preparado para cultivar sua lavoura sob condições adversas inesperadas? No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem cultivo do milho no verão e na safrinha em condições de sequeiro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A compreensão das exigências climáticas do milho ao longo de seu desenvolvimento é um fator imprescindível quando se pensa em altas produtividades. Você está preparado para cultivar sua lavoura sob condições adversas inesperadas?</p>
<p>No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultivo do milho</a></strong> no verão e na safrinha em condições de sequeiro.</p>
<p>Atualmente, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura de milho</strong></a> safrinha tem representado cerca de 60% do cultivo total no país, e essa época de cultivo é caracterizado por apresentar baixa disponibilidade hídrica.</p>
<p><strong>Um dos fatores mais limitantes à produtividade da lavoura de milho é o déficit hídrico, o qual, pode causar perdas na ordem de até 50%</strong>. Entretanto, condições de temperatura/calor também tem influência significativa quando se pensa em rendimento de grãos deste cereal.</p>
<p>Logo, para melhor compreender as fases em que esta cultura tem maiores exigências climáticas, é preciso entender sua fisiologia. Aliado a isso, visando altas produtividades, deve-se conhecer quais são as condições climáticas da região, uma vez que esta pode garantir o sucesso do cultivo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Fisiologia e fenologia do milho</h2>
<p>O milho é uma planta com <strong>metabolismo C4</strong>, caracterizada por ter elevado potencial produtivo.</p>
<p>Dentre as plantas que constituem o grupo C4, o milho é a que tem maior eficiência no uso da radiação solar e praticamente não apresenta saturação por radiação, ou seja, não reduz o processo de fotossíntese ao longo do dia, conseguindo então, manter sua produção de carboidratos em um nível adequado.</p>
<p>Outro ponto importante sobre a cultura do milho, é que ela é insensível ao fotoperíodo, denominada foto neutra. Ou seja, diferentemente da soja que depende do fotoperíodo crítico para florescer, o milho não responde a essa condição. Neste caso, o fator temperatura apresenta grande influência sobre a entrada no período reprodutivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Sobre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-milho-o-processo-de-germinacao-da-semente/">fenologia da cultura</a></strong>, podemos descrever o ciclo do milho de acordo com as diferentes etapas de seu desenvolvimento, descritas abaixo, e de acordo com o estádio de desenvolvimento:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">Germinação</a> e emergência:</strong> período compreendido entre a semeadura e o aparecimento da plântula acima do solo.</li>
<li><strong>Crescimento vegetativo:</strong> período compreendido entre o aparecimento da primeira folha verdadeira até o início do florescimento. Esta etapa apresenta variações, as quais são caracterizadas pelo número de folhas.</li>
<li><strong>Florescimento:</strong> período entre a abertura da flor masculina (pendão) e plena fecundação (início da formação dos grãos).</li>
<li><strong>Frutificação:</strong> período que se estende após a fecundação até o enchimento completo dos grãos. A fase de enchimento dos grãos é caracterizada por diferentes estádios, dependendo do grau de desenvolvimento dos mesmos.</li>
<li><strong>Maturidade fisiológica: </strong>período final da frutificação o qual é caracterizado pelo aparecimento do “ponto preto” no grão.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12109 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1.jpg" alt="Estádios fenológicos do milho" width="566" height="343" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1.jpg 566w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-300x182.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-370x224.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-270x164.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-size: 10pt;">Ciclo do milho de acordo com estádio de desenvolvimento. Fonte: Dekalb Asgrow</span></p>
<h2>Estágios de desenvolvimento e exigências climáticas</h2>
<ul>
<li><strong>Germinação/Emergência:</strong> temperatura e umidade adequados favorecem o processo germinativo, dando início à formação de uma planta jovem. Temperatura de 18°C após a semeadura, permite que de 3 a 5 dias ocorra a germinação, para isso é necessário que a semeadura seja feita sob boas condições de umidade.</li>
<li><strong>V4 &#8211; Milho com quatro folhas desenvolvidas:</strong> nesta fase ocorre a definição do potencial produtivo da lavoura, é muito importante se atentar ao controle de plantas daninhas e pragas. Outro ponto importante é a realização da adubação nitrogenada.</li>
<li><strong>VT &#8211; Etapa de pendoamento:</strong> nesta fase, ocorrência de altas temperaturas, aliadas à baixa disponibilidade hídrica, luminosidade e deficiência nutricional, podem antecipar de forma expressiva a emissão do pendão, bem como maturação dos grãos de pólen antes que a espiga esteja apta a desenvolver suas funções, ou seja, pode ocorrer falta de sincronismo entre a emissão dos órgãos feminino e masculino.</li>
<li><strong>R1 &#8211; Período de florescimento e <a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">polinização</a>:</strong> as condições favoráveis nesta etapa são: temperatura entre 16-35°C e umidade relativa superior a 65%. Umidade relativa abaixo de 50% e temperatura superior a 35°C podem reduzir a viabilidade dos grãos de pólen, reduzindo a fecundação e consequentemente a produtividade.</li>
<li><strong>R2 &#8211; Grãos leitosos a R5 Grãos duros:</strong> nesta etapa, a ocorrência de período nublado, deficiência hídrica, redução de área foliar por ataque de pragas e doenças e desequilíbrio nutricional, reduzirão consideravelmente a taxa de acúmulo de matéria seca nos grãos, reduzindo o peso dos mesmos e produtividade.</li>
</ul>
<h2>Qual a influência da temperatura para o milho?</h2>
<p>Assim como a água é um dos fatores que mais limita, não só a produção do milho, mas de qualquer planta. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-da-temperatura-e-agua-na-produtividade-do-milho/">temperatura</a></strong> também representa um outro fator muito importante para a produtividade desta cultura. Veja abaixo consequências de temperaturas inadequadas ao cultivo de milho.</p>
<p>Regiões cujo verão apresenta temperaturas médias diária abaixo de 19°C e temperatura média noturna abaixo de 12,8°C não são recomendadas para este cultivo, pois podem retardar o florescimento e comprometer a produção final.</p>
<p>Em contrapartida, temperatura média diária acima de 26° C podem acelerar o processo de florescimento e enchimento de grãos, o que promove redução do tempo de acúmulo de massa seca nos mesmos. Temperatura média noturna acima de 24°C provocam consumo energético elevado, redução no ciclo da planta e queda de produtividade.</p>
<p>Sabendo-se alguns dos efeitos da temperatura sob o ciclo do milho, devemos então conhecer quais são as condições ideais durante o seu desenvolvimento, fique atento:</p>
<ul>
<li><strong>Germinação</strong>: entre 25-30°C;</li>
<li><strong>Emergência a floração</strong>: entre 24-30°C;</li>
<li><strong>Temperatura média diária</strong>: 21°C apresenta maior rendimento de grãos;</li>
<li><strong>Temperatura média noturna</strong>: 19 °C.</li>
</ul>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Com uma linguagem acessível e foco em aplicações práticas, você vai aprender os fundamentos da produção agrícola, desde os ciclos das culturas até o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e análise de custos e margens.</p>
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<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
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		<title>Gestão de pessoas em fazendas: como liderar e aumentar a produtividade?</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-em-fazendas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 17:27:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[modelo de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[plano de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[produtor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo da história da humanidade, o trabalho e a educação têm desempenhado juntos, quatro funções na vida das pessoas: Promover o aprendizado e o desenvolvimento do cidadão; Proporcionar ao indivíduo um papel relevante nas atividades significativas da sociedade, com a oportunidade de estar contribuindo, de pertencer e de ser reconhecido, o que lhe permite [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo da história da humanidade, o trabalho e a educação têm desempenhado juntos, quatro funções na vida das pessoas:</p>
<ol>
<li>Promover o aprendizado e o desenvolvimento do cidadão;</li>
<li>Proporcionar ao indivíduo um papel relevante nas atividades significativas da sociedade, com a oportunidade de estar contribuindo, de pertencer e de ser reconhecido, o que lhe permite desenvolver uma saudável autoestima;</li>
<li>Produzir bens e serviços necessários e desejados pela sociedade;</li>
<li>Contribuir para o processo evolutivo do homem.</li>
</ol>
<p>Muitas mudanças centradas no indivíduo vêm ocorrendo em nossos dias dentro das empresas, sejam elas empresas rurais ou não.</p>
<ul>
<li>O quanto pensamos em nossos comportamentos e atitudes em relação aos nossos colaboradores?</li>
<li>Nós falamos quais são nossas expectativas em relação a eles?</li>
<li>Nós perguntamos quais são suas expectativas em relação a nós e a propriedade?</li>
<li>Eles sabem se poderemos atender ou não às expectativas deles?</li>
</ul>
<p>A nossa empresa é tão boa quanto os nossos funcionários. Nossos colaboradores são tão bons quanto o nosso gerenciamento.</p>
<p>Então, podemos pensar que a diferença das empresas está nos processos e estes são realizados por pessoas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que pode diferenciar a gestão de pessoas?</h2>
<p>A <strong>diferença das pessoas</strong> está na maneira de gerenciar. No entanto, o discurso é muito diferente da prática.</p>
<p>Estudos em empresas nacionais demonstram que os principais problemas enfrentados na gestão de pessoas estão relacionados com a comunicação, relações humanas, delegação e liderança. Sendo que a somatória destes representa 55% dos problemas.</p>
<p>Isto confirma a importância de <strong>trabalhar os recursos humanos da nossa empresa</strong>. A necessidade de conhecimento que envolvem aspectos do relacionamento humano é praticamente uma constante, independentemente do nível hierárquico na empresa.</p>
<p>Com base nestes conhecimentos pode-se desenvolver e evoluir habilidades e competências para gestão de pessoas dentro do negócio. Entendemos que não somente os conceitos e conhecimentos técnicos são responsáveis para o sucesso do negócio e sustentabilidade. Precisamos, também, entender de gente.</p>
<p>Estes conhecimentos que envolvem os recursos humanos da empresa compõem a base da gestão de pessoas e podem ser agrupados em áreas como autoconhecimento, perfil pessoal e comportamental, <a href="https://rehagro.com.br/blog/comunicacao-interpessoal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>habilidades de comunicação</strong></a>, competências de liderança, planejamento e <a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pdca/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferramentas gerenciais</strong></a>, habilidades certas nos cargos certos e desenvolvimento interpessoal.</p>
<p>Atualmente, qualquer tarefa que se pense, necessita de pessoas qualificadas nos aspectos pessoais e profissionais, buscando uma relação respeitosa e madura entre todos os envolvidos no sistema de produção.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/gestao-de-pessoas-para-obter-melhores-resultados-no-agronegocio?utm_campaign=material-gestao&amp;utm_source=webinar-gestao-pessoas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38753 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/webinar-gestao-pessoas-agro.png" alt="Webinar gestão de pessoas" width="1024" height="359" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/webinar-gestao-pessoas-agro.png 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/webinar-gestao-pessoas-agro-300x105.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/webinar-gestao-pessoas-agro-768x269.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/webinar-gestao-pessoas-agro-370x130.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/webinar-gestao-pessoas-agro-270x95.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/webinar-gestao-pessoas-agro-740x259.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/webinar-gestao-pessoas-agro-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Autoconhecimento na gestão de pessoas</h2>
<p>O autoconhecimento consiste em <strong>entender como as experiências que vivemos podem influenciar nossa forma de pensar e agir</strong>. Trabalha e desenvolve a inteligência emocional, nossa capacidade de gerenciar e administrar nossas emoções, ter autocontrole, por exemplo.</p>
<p>As pessoas são diferentes, pensam diferentes. Conhecer, analisar e identificar o perfil pessoal e comportamental de si mesmo assim como da equipe de trabalho é outra área de extrema importância para saber como lidar com as pessoas.</p>
<p>Estamos falando em desenvolver habilidades de liderança, características essenciais de gestores de sucesso. Desenvolver nossa comunicação e relacionamento interpessoal.</p>
<p>Estas habilidades e competências estão associadas ao planejamento e utilização de ferramentas de gestão. Analisar o cenário externo no ambiente econômico, político e legal, tecnológico, sociocultural, natural e demográfico sob a ótica otimista, pessimista e provável, ajuda a nortear o caminho da propriedade.</p>
<p>Outra análise importante ocorre dentro da empresa, é a análise interna.  Nesta análise devemos considerar os pontos fortes e fracos, as oportunidades e ameaças. Ainda podemos avaliar novas empresas do mercado e produtos substitutos, o poder de barganha com fornecedores e clientes, e a rivalidade de concorrentes.</p>
<p>Após este levantamento teremos uma decisão embasada, de maneira consistente, para definirmos o objetivo da empresa. Então, é somente com a definição do objetivo que podemos traçar metas para alcançá-lo. Mas, para atingirmos as metas precisamos ter um plano de ação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40402 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg" alt="Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Plano de Ação</h2>
<p>O <strong>Plano de ação</strong> é desenvolvido com a ferramenta conhecida como <strong>3Q1POC</strong>, que permite alcançarmos resultados planejados.</p>
<p>É uma sigla representada por 6 caracteres fundamentais para o processo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plano-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">planejamento</a></strong> e permite maiores chances de cumprimento das ações, define as responsabilidades, monitora as atividades previstas e realizadas facilitando a visualização por parte de todos.</p>
<p>Outras ferramentas gerenciais de gestão são: organograma, regulamento interno, descrição de cargos e tarefas, agenda macro, checklist, anotação de anomalias e auditorias.</p>
<h3>Organograma</h3>
<p>Construir o organograma é fator base para definição de lideranças e <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>estrutura organizacional</strong></a> da empresa. As pessoas devem ter claramente sua posição, seus pares, líderes e liderados.</p>
<p>O organograma irá contribuir para o <strong>processo de comunicação e delegação</strong> dentro da organização.</p>
<h3>Regulamento interno</h3>
<p>Regulamento interno é um documento das <strong>normas dentro da empresa</strong>. Precisamos deixar claras quais são as regras que todos devem seguir. Comentar e reforçar cada ponto descrito no regulamento com os colaboradores é importante.</p>
<p>A infração deve ser abordada, seja primeiramente por advertência verbal, depois escrita, sendo a última escrita com penalidades. Inclusive esta regra, de infrações, deve estar claramente comunicada no regulamento interno.</p>
<h3>Gestão de qualidade</h3>
<p>Conduzir a empresa pensando em habilidade para a <strong>qualidade e organização</strong> é outra ferramenta conhecida como gestão de qualidade.</p>
<p>Esta visa em manter a organização dentro da propriedade e contempla os aspectos físicos do ambiente: salas, móveis, galpões, documentos, ferramentas, implementos, almoxarifado.</p>
<p>A organização do trabalho, das responsabilidades, dos comandos e das regras são parte fundamental de qualquer empresa de sucesso.</p>
<h3>Agenda macro</h3>
<p>Desenvolver uma agenda macro é uma forma de <strong>programar e planejar todas as atividades da empresa</strong> dentro de cada mês do ano.</p>
<p>Esta ferramenta auxilia na visão das atividades a serem gerenciadas presentes e futuras, divididas ao longo dos meses do ano, com o objetivo de auxiliar nas tomadas de decisões com antecedência.</p>
<p>A ferramenta também é muito importante para melhorar a comunicação do corpo gerencial da empresa, uma vez que está a vista de seus administradores e todos em comum acordo das prioridades e responsabilidades traçadas.</p>
<p>Na agenda macro são anotados aspectos técnicos, financeiros e comerciais, assim como sazonais. Isto permite criar subsídios para previsão de receitas e desembolsos.</p>
<h3>Descrição de cargos e tarefas</h3>
<p>A descrição de cargos contém informações referente ao cargo, atividades, tarefas, deveres e responsabilidades essenciais que estão envolvidas no desempenho da função. Esta descrição pode conter ainda as habilidades e competências necessárias à pessoa para ocupar este cargo.</p>
<p>Através da descrição de cargos é possível saber a importância e o que determinada pessoa faz na empresa, além de auxiliar no processo de recrutamento, seleção e contratação de pessoas.</p>
<h3>Checklist</h3>
<p>O checklist ou lista de verificação é como se fosse um manual de itens a conferir. Ao sair para executar um trabalho ou atividade que envolva o transporte de alguma coisa ou objeto, a lista de verificação, é o momento antes da saída, fazer a checagem se está tudo nos conformes.</p>
<h3>Gestão à vista</h3>
<p>Por fim, mas não menos importante, está a gestão à vista. É uma ferramenta que possibilita <strong>divulgar os principais indicadores, metas e resultados de maneira clara para toda a equipe</strong>, seja através de gráficos ou informações gerenciais.</p>
<p>No quadro de gestão a vista podemos apresentar a agenda macro, indicadores, metas, textos, fotos, organograma, reconhecimentos, agenda de reuniões e treinamentos, protocolos operacionais. É muito importante sempre comentar com os colaboradores o que está sendo apresentado no quadro de gestão.</p>
<h2>Seja o gestor que o agronegócio precisa</h2>
<p>O mercado busca profissionais capazes de transformar fazendas em negócios rentáveis e sustentáveis. Se você quer dominar liderança de equipes, gestão financeira, análise de indicadores e tomada de decisão estratégica, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas</a></strong> oferece a formação completa que você precisa.</p>
<p>Veja como a pós pode impulsionar sua trajetória no agro:</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Gestão Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros: quais são e como avaliar</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 17:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[índices zootécnicos]]></category>
		<category><![CDATA[inseminadas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva influencia diretamente a produtividade e os resultados econômicos das fazendas leiteiras. No entanto, para identificar problemas e tomar decisões mais assertivas, não basta observar o rebanho: é necessário acompanhar dados. Os indicadores reprodutivos permitem avaliar o desempenho dos animais, identificar gargalos no manejo e acompanhar a evolução dos resultados ao longo do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>eficiência reprodutiva</strong> influencia diretamente a produtividade e os resultados econômicos das fazendas leiteiras. No entanto, para identificar problemas e tomar decisões mais assertivas, não basta observar o rebanho: <strong>é necessário acompanhar dados</strong>.</p>
<p>Os indicadores reprodutivos permitem avaliar o desempenho dos animais, identificar gargalos no manejo e acompanhar a evolução dos resultados ao longo do tempo.</p>
<p>Taxa de serviço, taxa de concepção e taxa de prenhez estão entre os principais índices utilizados nesse acompanhamento.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá quais são os principais indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros, como calculá-los e de que forma utilizá-los na gestão do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Principais indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros</h2>
<h3>Taxa de concepção</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/">taxa de concepção</a></strong> indica a proporção de animais que ficaram gestantes em relação ao número de inseminações realizadas em determinado período.</p>
<p>O cálculo pode ser representado pela fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Taxa de concepção = (número de vacas gestantes / número de inseminações) x 100</em></strong></p>
<p>Esse indicador ajuda a avaliar o sucesso das inseminações realizadas no rebanho.</p>
<p>Resultados abaixo do esperado podem estar relacionados a diferentes fatores, como manejo reprodutivo, saúde, nutrição, qualidade do sêmen e condições ambientais.</p>
<h3>Taxa de serviço</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-servico-em-vacas-leiteiras/">taxa de serviço</a></strong> indica a proporção de vacas aptas à reprodução que receberam uma inseminação durante determinado período.</p>
<p>O cálculo pode ser representado pela fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Taxa de serviço = (número de vacas inseminadas / número de vacas aptas à reprodução) x 100</em></strong></p>
<p>Uma taxa de serviço baixa pode indicar falhas na detecção de cio, atrasos nas inseminações ou problemas relacionados ao manejo reprodutivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-deteccao-cio-vacas-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-deteccao-de-cio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39651 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png" alt="E-book Detecção de cio" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Taxa de prenhez</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-como-aumentar-na-sua-propriedade/">taxa de prenhez</a></strong> mede a velocidade com que as vacas aptas à reprodução se tornam gestantes.</p>
<p>Ela é obtida a partir da relação entre a taxa de serviço e a taxa de concepção:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Taxa de prenhez = taxa de serviço × taxa de concepção</em></strong></p>
<p>Esse indicador é um dos mais importantes para avaliar a eficiência reprodutiva do rebanho, pois considera tanto a capacidade de inseminar os animais aptos quanto o sucesso das inseminações realizadas.</p>
<h3>Período de espera voluntário (PEV)</h3>
<p>É o <strong>período que vai do parto até a liberação voluntária da vaca para ser novamente inseminada</strong>. Geralmente a espera é de 35 dias para evoluir o útero e o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-espera-voluntario/" rel="noopener">período de espera voluntário</a></strong> varia de 40 a 60 dias de fazenda para fazenda.</p>
<p>A definição do período de espera voluntário deve considerar as características do rebanho, os objetivos da propriedade e a estratégia reprodutiva adotada.</p>
<h2>Como interpretar os indicadores reprodutivos?</h2>
<p>A interpretação dos indicadores deve considerar os resultados em conjunto e o histórico da propriedade. <strong>Analisar apenas um índice isoladamente pode levar a conclusões incorretas</strong>.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Baixa taxa de serviço pode indicar falhas na identificação e inseminação das vacas aptas;</li>
<li>Baixa taxa de concepção pode estar relacionada a problemas nutricionais, sanitários, ambientais ou reprodutivos;</li>
<li>Baixa taxa de prenhez pode resultar de problemas na taxa de serviço, concepção ou em ambas.</li>
</ul>
<p>O <strong>acompanhamento periódico</strong> permite identificar onde estão os principais gargalos do sistema reprodutivo.</p>
<h2>Como definir metas para os indicadores reprodutivos?</h2>
<p>O acompanhamento dos indicadores deve estar relacionado às metas da propriedade.</p>
<p>Para isso, é importante considerar:</p>
<ul>
<li>Histórico do rebanho;</li>
<li>Sistema de produção;</li>
<li>Características dos animais;</li>
<li>Estratégia reprodutiva;</li>
<li>Resultados anteriores;</li>
<li>Referências técnicas adequadas.</li>
</ul>
<p>As metas devem ser realistas, mensuráveis e acompanhadas periodicamente.</p>
<p>Mais importante do que comparar apenas os resultados com outras propriedades é <strong>avaliar a evolução dos próprios indicadores</strong> ao longo do tempo.</p>
<h2>Manejo e controle da eficiência reprodutiva</h2>
<p>Se você quer garantir intervalo curto de partos em todas as vacas, dê oportunidade para todas elas. Muitas fazendas selecionam as vacas ideais para inseminação, excluindo animais magros, mancos ou que possuam outros tipos de problemas.</p>
<p>Se você não inseminar as vacas relativamente menos propensas à prenhez, a possibilidade de gestação é zero. Mas, quando você insemina, a chance delas emprenharem é pequena, mas é maior que zero.</p>
<p>Esse <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" rel="noopener">manejo</a></strong> sistêmico de inseminação está a cargo do produtor, mas outros fatores que interferem na eficiência dependem também do sistema e da condição dos animais.</p>
<p><strong>No geral, vacas sadias emprenham mais e por isso você precisa garantir todas as condições para que elas não adoeçam.</strong> Em suma, se você quer ter alta taxa de concepção, é necessário planejar estratégias para reduzir a incidência de doenças.</p>
<h3>Quais são essas estratégias?</h3>
<p>O grande segredo está num bom <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" rel="noopener">manejo no período de transição das vacas</a></strong>. Nesse sentido, temos que tentar maximizar o consumo no pré-parto, fazer as vacas comerem muito após o parto e minimizar a perda de condição corporal. Para isso existem algumas estratégias que podemos usar na alimentação dessas vacas:</p>
<ul>
<li>Manipular o cálcio da dieta;</li>
<li>Trabalhar com dieta aniônica para reduzir a incidência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/hipocalcemia-em-vacas-leiteiras/" rel="noopener">hipocalcemia</a></strong>;</li>
<li>Podemos aumentar a concentração de vitamina E no pré-parto para melhorar a imunidade.</li>
<li>Precisamos usar estratégias para minimizar o stress das vacas no <strong>pré-parto</strong>, porque assim nós conseguimos reduzir a concentração de cortisol, melhorar a imunidade das vacas e consequentemente melhorar a saúde também.</li>
</ul>
<p><iframe loading="lazy" title="IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES REPRODUTIVOS NO ASPECTO ECONÔMICO | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/LPE03Oruyxk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio rentável e sustentável</h2>
<p>Muitos produtores focam apenas em aumentar a produção, mas esquecem que o verdadeiro diferencial está na gestão.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">Indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros: quais são e como avaliar</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Dieta para vacas leiteiras: como formular e melhorar os resultados do rebanho</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 14:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiamento]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
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		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A alimentação está entre os principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira e influencia diretamente a produtividade, a saúde, a reprodução e os resultados econômicos da fazenda. Por isso, formular uma dieta para vacas leiteiras vai muito além de definir quais alimentos serão fornecidos ou utilizar uma combinação pronta de ingredientes. É necessário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A alimentação está entre os principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira e influencia diretamente a produtividade, a saúde, a reprodução e os resultados econômicos da fazenda. Por isso, <strong>formular uma dieta para vacas leiteiras vai muito além de definir quais alimentos serão fornecidos</strong> ou utilizar uma combinação pronta de ingredientes.</p>
<p>É necessário conhecer as exigências nutricionais dos animais, avaliar a composição dos alimentos disponíveis, considerar o consumo esperado e buscar um equilíbrio entre desempenho produtivo e viabilidade econômica.</p>
<p>Além disso, a dieta formulada precisa ser <strong>corretamente preparada, fornecida e efetivamente consumida</strong> pelos animais.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá os principais fatores que devem ser considerados na formulação de dietas para vacas leiteiras e como utilizar a nutrição para melhorar os resultados do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Como formular dieta para vacas leiteiras?</h2>
<p>Como primeiro e essencial ponto, <strong>é preciso conhecer de perto o rebanho e a fazenda</strong>. Genética e ambiente irão afetar diretamente o resultado da alimentação. Os alimentos volumosos disponíveis na propriedade deverão ser analisados visualmente e por análises laboratoriais para saber como ele  poderá ser utilizado na composição da dieta.</p>
<p>As exigências nutricionais de cada categoria deverão ser atendidas de modo a promover a manutenção e alcance de metas. Por exemplo, a categoria novilhas deverá alcançar determinado peso e tamanho para atingir a meta de entrar em reprodução com a idade correta, normalmente, de forma precoce.</p>
<p>As vacas, além de produzirem leite, devem se reproduzir de forma adequada, tendo o seu balanço energético adequado para tanto. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" rel="noopener">Vacas em período de transição</a></strong>, por exemplo, necessitam de um manejo nutricional específico, que deve ser atendido com atenção.</p>
<p>O responsável pela nutrição de um rebanho deverá ter conhecimentos sobre os alimentos e seus valores nutricionais. O entendimento de um alimento passa também pela função que o mesmo exercerá no organismo do animal.</p>
<p>Para tanto, algumas perguntas simples podem ser feitas:</p>
<ul>
<li>Ele irá promover ruminação?</li>
<li>Será benéfico para a microbiota desejável do rúmen, aquela que gera mais energia e proteína?</li>
<li>O alimento será degradado no rúmen ou chegará intacto ao intestino?</li>
<li>Ao chegar ao intestino ele será utilizado pelo animal ou nem será absorvido, sendo perdido nas fezes?</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44260 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros.webp" alt="Homem segurando fibra para dieta de bovinos leiteiros" width="586" height="444" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros.webp 586w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-300x227.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-370x280.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-270x205.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /></p>
<p>Um nutricionista conhece bem a composição dos alimentos e também a forma como deverá ser oferecido, como por exemplo, o tamanho da fibra.</p>
<p>Por fim, um consultor em nutrição, tendo o conhecimento de que a alimentação é o item de maior custo dentro do sistema de produção de leite, deverá estar sempre atento aos preços de insumos, buscando uma dieta que tenha como resultado a lucratividade.</p>
<p>É importante ressaltar que, na maioria das vezes, <strong>uma dieta de mínimo custo, não é aquela de máxima eficiência!</strong></p>
<p>Outro ponto bastante importante quando se considera a nutrição animal é a certeza de que dieta formulada será realmente consumida pelo animal. Devemos sempre considerar que, em uma fazenda, na verdade, <strong>existem ao menos três dietas diferentes para bovinos leiteiros</strong>:</p>
<ol>
<li>A dieta que o nutricionista formulou com o auxílio do computador;</li>
<li>A dieta que o tratador entendeu que é a correta ou que tem capacidade de preparar;</li>
<li>A dieta, a que a vaca consome, com o todo o seu poder de seleção e capacidade de alimentação.</li>
</ol>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os aspectos afetados por uma nutrição inadequada dos bovinos leiteiros?</h2>
<h3>Baixa produtividade</h3>
<p>A produção de leite começa pela boca da vaca. É a alimentação oferecida, juntamente com a <strong>genética</strong> e o ambiente, que promoverá uma boa produção.</p>
<p>Uma nutrição inadequada pode, muitas vezes, não estar especificamente ocasionando baixas produtividades, <strong>mas impedindo o animal de expressar todo o seu potencial produtivo.</strong></p>
<p>As exigências nutricionais de bovinos leiteiros variam de acordo com:</p>
<ul>
<li>Categoria – bezerras, novilhas, vacas secas, vacas em lactação;</li>
<li>Fase de lactação;</li>
<li>Nível de produção;</li>
<li>Idade da vaca;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">Condição corporal</a></strong>.</li>
</ul>
<p>O estágio da lactação afeta a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. <strong>Vacas no início da lactação produzem mais</strong> e, portanto, necessitam de <strong>melhor aporte nutricional</strong>, por exemplo.</p>
<p>Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" rel="noopener">curva de lactação</a></strong>. O não atendimento das necessidades específicas de cada fase pode prejudicar o potencial produtivo de cada uma delas ou, até mesmo, encurtar a persistência da lactação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44261 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1.webp" alt="Curva de lactação da dieta para bovinos leiteiros" width="600" height="383" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1.webp 600w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1-300x192.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1-370x236.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1-270x172.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1-470x300.webp 470w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Curva de lactação / Fonte: Ideagri</span></p>
<p>A idade do animal influencia as exigências alimentares na medida em que o nível de produção e as necessidades de mantença e desenvolvimento variam sob esse aspecto. Por exemplo, animais reprodutivamente precoces, que continuam em crescimento durante uma ou duas lactações, devem receber alimentos com qualidades superiores àqueles que estão em função apenas da produção de leite.</p>
<p>Um bom plano nutricional deve respeitar não só a produção, mas também o desenvolvimento corporal do animal.</p>
<p>Um nutricionista sabe que a recuperação da condição corporal de uma vaca acontece no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" rel="noopener">pós-parto</a></strong>, mas não no período de balanço energético negativo, onde se deve focar em não permitir perda de peso.</p>
<p>Correr atrás do prejuízo na fase final da gestação, não só não oferece resultados para a vaca, como favorece a ocorrência de doenças metabólicas no pós-parto imediato. Então, <strong>qual a composição e quantidade devem ser fornecidas ao animal em cada fase?</strong> Consulte um nutricionista!</p>
<p>Um custo maior com a alimentação pode se transformar num lucro maior ainda, trazendo um resultado final positivo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=dieta-bovinos" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<h3>Doenças nutricionais</h3>
<p>Uma grande parte das doenças enfrentadas por rebanhos leiteiros vêm, não de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" rel="noopener">problemas sanitários</a></strong>, mas de um plano nutricional deficiente.</p>
<p>Você já ouviu falar de acidose? Sofre com problemas de casco no rebanho? Já viu muita <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" rel="noopener">retenção de placenta</a></strong> e infecção uterina? E a mastite? <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desafios-do-deslocamento-de-abomaso/">Deslocamento de abomaso</a></strong>?</p>
<p>A maior parte dos produtores de leite tecnificados conhece de perto ou se preocupa com todos esses problemas. A questão é: em que nível acontecem.</p>
<p>Uma <strong>elevada incidência dessas doenças</strong> em uma propriedade leiteira significa, <strong>não apenas um animal doente, mas uma fazenda doente</strong>, que necessita de melhor atenção na dieta e manejo nutricional.</p>
<p>Segundo o médico veterinário Bolivar Nóbrega de Faria, doutor em ciência animal, <strong>a nutrição é tão importante que o veterinário clínico está tendo que se especializar no assunto</strong>, trabalhando com o que se chama medicina de produção.</p>
<p><em>“A produção depende diretamente da nutrição e é ela que move a fazenda, desde a venda de leite até a comercialização de animais saudáveis. Falando em saúde, a maior parte das doenças na bovinocultura de leite moderna tem um fundo ou predisposição nutricional. Outro ponto importante é a reprodução, uma das maiores causas de descarte de animais. Se não houver um trabalho conjunto de nutrição e reprodução os índices reprodutivos serão baixos”.</em></p>
<h2>Relação concentrado x volumoso</h2>
<p>Relações entre concentrado e volumoso inadequadas são comuns nos rebanhos brasileiros. Um balanceamento incorreto entre fibra fisicamente efetiva e carboidratos não fibrosos é capaz de gerar um ciclo vicioso de enfermidades ligadas entre si.</p>
<p>É até desejável um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" rel="noopener">pH ruminal ligeiramente ácido</a></strong> (respeitando o limite de 5,5) para maximizar a produção de leite de bovinos leiteiros, porque a digestibilidade da dieta e o rendimento da proteína microbiana produzida no rúmen são maximizados quando dietas altamente fermentáveis (concentrados) são consumidas.</p>
<p>Com a diminuição exagerada do pH ruminal, entretanto, há redução do apetite, da motilidade ruminal, da produção microbiana e da digestão da fibra.</p>
<p>O fornecimento excessivo de concentrados pode acarretar a chamada <strong>acidose subclínica</strong>. A etiologia da doença é explicada pelo aumento, ocasionado pelos alimentos altamente fermentáveis, dos níveis de ácidos no rúmen. Esses casos crônicos da doença podem apresentar como sintomas diarreia em parte do rebanho, diminuição dos movimentos gastrointestinais, diminuição na gordura do leite, laminite e úlcera de sola.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2.webp" alt="Úlcera de sola" width="587" height="439" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2.webp 587w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2-300x224.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2-370x277.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2-270x202.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 587px) 100vw, 587px" /><span style="font-size: 10pt;">Úlcera de sola – problemas de casco podem ser decorrentes de erros no manejo nutricional, e não somente um problema de instalações</span></p>
<p>A diminuição dos movimentos gastrointestinais, levando à hipomotilidade do abomaso, relaciona a incidência de acidose ruminal à ocorrência de <strong>deslocamento de abomaso</strong>. É importante frisar que a etiologia do deslocamento de abomaso é multifatorial, sendo esse um dos fatores predisponentes da doença.</p>
<p>Os <strong>sintomas apresentados por um animal com deslocamento de abomaso</strong> à esquerda, normalmente, são apetite diminuído e seletivo, desidratação moderada a severa e grande queda na produção de leite. É facilmente diagnosticado e sua correção é cirúrgica.</p>
<p>O prejuízo fica a cargo dos custos com o tratamento, queda na produção, descartes involuntários de animais e até mesmo morte</p>
<p>Apesar de os altos níveis de concentrados nas dietas causarem diversas enfermidades nos bovinos leiteiros, o contrário também pode levar a uma enfermidade chamada <a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/"><strong>cetose</strong></a>.</p>
<p>Vacas com alta demanda de energia, como as do lote de pós-parto imediato, irão mobilizar seus depósitos de gordura corporal para atender à demanda de produção de leite não suprida por uma dieta pobre em energia e rica em fibra.</p>
<p>Os sintomas incluem depressão, rápida perda de peso, queda na produção, constipação, fezes cobertas com muco, entre outros. Geralmente comem feno ou outra forragem, mas recusam-se a comer concentrados.</p>
<h2>O valor do nutricionista na formulação de dieta para vacas leiteiras</h2>
<ul>
<li>Quanto vale uma vaca produtiva e saudável?</li>
<li>Qual o prejuízo no descarte de um animal prematuramente?</li>
<li>Quanto vale uma novilha chegando à idade correta à puberdade?</li>
<li>Quanto custa o tratamento de todo o rebanho com problemas nos cascos?</li>
<li>Quanto vale uma bezerra saudável e desmamada mais cedo?</li>
<li>Quanto custa o investimento em um insumo de qualidade que não deu o resultado esperado?</li>
</ul>
<p>Valores alcançados somados ao menor custo com os itens citados e outros inúmeros não mencionados são iguais ao resultado do trabalho de um bom nutricionista. Entende-se por resultado, não só o financeiro, mas também a <strong>satisfação do produtor com um dia a dia onde é possível focar mais no trabalho e menos em problemas</strong>.</p>
<p>Um bom nutricionista é de grande auxílio ao produtor, principalmente em épocas como a que estamos vivendo hoje, <strong>de alta de insumos</strong>, como o milho e a soja.</p>
<p>Esses profissionais podem apresentar estratégias nutricionais que mantenham uma boa produtividade, otimizem os custos e elevem a margem de lucro do negócio.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre dietas para vacas leiteiras</h2>
<h3>Como formular uma dieta para vacas leiteiras?</h3>
<p>A formulação deve considerar as características dos animais, as exigências nutricionais, o consumo de matéria seca, a composição dos alimentos, o equilíbrio da dieta e os objetivos produtivos e econômicos da propriedade.</p>
<h3>Quais nutrientes uma vaca leiteira precisa?</h3>
<p>A dieta deve fornecer energia, proteínas, fibras, minerais, vitaminas e água em quantidades adequadas às exigências dos animais.</p>
<h3>Qual é a melhor dieta para vacas leiteiras?</h3>
<p>Não existe uma única dieta ideal para todos os rebanhos. A formulação depende das características dos animais, dos alimentos disponíveis, do sistema de produção e dos objetivos da fazenda.</p>
<h3>Qual é a proporção ideal de volumoso e concentrado?</h3>
<p>Não existe uma proporção universal. A relação depende das exigências dos animais, da qualidade dos alimentos, do consumo e das características nutricionais da dieta.</p>
<h3>Por que analisar os alimentos antes de formular a dieta?</h3>
<p>Porque a composição nutricional dos ingredientes pode variar. As análises ajudam a conhecer melhor os alimentos e aumentam a precisão da formulação.</p>
<h3>Como saber se a dieta está funcionando?</h3>
<p>É necessário acompanhar indicadores como consumo, produção e composição do leite, condição corporal, saúde, eficiência alimentar e resultados econômicos.</p>
<h3>Por que a vaca pode consumir uma dieta diferente da formulada?</h3>
<p>Erros no preparo, variação dos ingredientes, mistura inadequada e seleção dos alimentos podem fazer com que a dieta efetivamente consumida seja diferente daquela planejada.</p>
<h2>Da formulação de dietas à gestão completa de fazendas: domine a pecuária leiteira</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=dieta-bovinos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro vai muito além da nutrição: prepara você para tomar decisões assertivas em todas as áreas da fazenda, com base em números, indicadores técnicos e ferramentas práticas aplicadas no campo.</p>
<p>Aprenda com especialistas que atuam diariamente na pecuária leiteira e leve para a sua carreira e para a sua fazenda estratégias que aumentam a produtividade e o lucro.</p>
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		<title>Adubação nitrogenada na cultura do milho: principais recomendações</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 14:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[potencial produtivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil. Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo. Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um <strong>aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil.</strong> Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo.</p>
<p>Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare no caso da soja. No entanto, a média nacional é menos animadora nesse aspecto, sendo 5 toneladas/ha de milho e 3,4 toneladas/ha de soja.</p>
<p>A queda na produtividade, na maioria das vezes, está ligada à <strong>baixa fertilidade do solo e manejo nutricional inadequado da lavoura</strong>.</p>
<p>É possível transformar esse tipo de situação que causa prejuízo, em algo benéfico. Tendo o conhecimento adequado e aplicando em suas lavouras, a produção possui grandes chances de aumento, principalmente na cultura dos cereais.</p>
<p>Isso não implica, porém, no aumento da área de plantio. Com as técnicas corretas, você pode produzir mais no mesmo espaço. Uma delas é ter em mente o que sua cultura de fato precisa e o que ela exige nutricionalmente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Exigência nutricional na cultura do milho</h2>
<p>A exigência nutricional da cultura é fundamental para as tomadas de decisões quanto à fertilidade. Ela é determinada pela quantidade de cada nutriente extraído do solo pela planta.</p>
<p>É importante ter em mente que tanto os macronutrientes, quanto os micronutrientes, fazem total diferença à resposta da cultura, que pode produzir mais ou menos.</p>
<p>Um dos macronutrientes de maior impacto é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>. Além de ser o <strong>nutriente que o milho mais absorve</strong>, em sua grande maioria, também é o de melhor custo-benefício.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Para seguir adiante com a <strong>recomendação da quantidade de adubo nitrogenado ideal</strong>, uma série de fatores deve ser considerada, tais como:</p>
<ul>
<li>Sistema de produção (convencional ou plantio direto);</li>
<li>Condições edafoclimáticas;</li>
<li>Época de <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura</strong></a>;</li>
<li>Resposta da planta à adubação;</li>
<li>Modo de aplicação;</li>
<li>Fonte do nutriente;</li>
<li>Recursos financeiros, dentre outras.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41642" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png" alt="Extração de nutrientes no milho" width="604" height="547" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png 604w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-300x272.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-370x335.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-270x245.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-331x300.png 331w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-150x136.png 150w" sizes="auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Extração de nutrientes da cultura do milho. Fonte: Coelho e Franca (1995).</span></p>
<p>Segundo Coelho e seus colaboradores (2007), para que um produtor de milho consiga atingir uma produção equivalente a 9,2 toneladas de grãos em um único hectare, serão necessários 185 Kg/ha de nitrogênio. Estes mesmos resultados são comprovados por Coelho e França (2005), como citados na tabela acima.</p>
<p>Já nas pesquisas feitas por Casagrande e Fornasieri Filho (2002), o aumento nas doses de nitrogênio resulta em teores maiores não só do próprio Nitrogênio (N), mas também de Fósforo (P), Enxofre (S) e Zinco (Zn) nas folhas de milho.</p>
<p>Repare que o fósforo também é um dos macronutrientes e tem sido cada vez mais limitante, então o uso do nitrogênio é <strong>extremamente necessário</strong>.</p>
<p>Além do mais, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>enxofre</strong></a>, quando absorvido pela planta, também auxilia na defesa contra patógenos, no aumento da oferta de proteínas e aminoácidos essenciais e no controle hormonal para o crescimento. O mesmo é observado no micronutriente de zinco.</p>
<p>Tudo isso contribui para a qualidade final do milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21376 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg" alt="Adubação foliar com nitrogênio em lavoura de milho" width="506" height="338" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg 506w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-300x200.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-370x247.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-270x180.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Adubação foliar com Nitrogênio líquido &#8211; Fonte: Revista Campo e Negócio</span></span></p>
<h2>Principais fontes de nitrogênio para adubação</h2>
<p>Muito produtor cerealista acaba por tentar o caminho mais fácil que é a compra do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizante nitrogenado</a></strong>, mas muitos não sabem que até a origem desse macronutriente pode ter peso significativo.</p>
<p>A fonte de nitrogênio é importante para definir o modo de aplicação e em qual época será melhor aproveitada pela planta. Isso evita perdas e aumenta a velocidade de disponibilidade deste nutriente para a planta.</p>
<p>Para adubação nitrogenada na cultura do milho, são usadas, basicamente, três fontes de nitrogênio:</p>
<ol>
<li>Ureia (fornece 45 % N);</li>
<li>Sulfato de Amônio (além de fornecer 20 % N, também fornece de 22 a 24 % de S);</li>
<li>Nitrato de Amônio (fornece 32 % N).</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21377 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg" alt="Ureia" width="505" height="333" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg 505w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-300x198.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-370x244.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-270x178.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ureia &#8211; fonte de N</span></span></p>
<p>Na pesquisa conduzida por Meira (2009), cuja finalidade do experimento era avaliar diferentes dosagens e fontes distintas de Nitrogênio, concluiu-se que <strong>a produção de grãos aumenta com o acréscimo na dosagem do nutriente</strong>, porém não há diferença entre as fontes de nitrogênio utilizadas.</p>
<p>Apesar do aumento do fornecimento de nitrogênio ter tido uma boa resposta, a superdosagem pode reduzir a produtividade e causar toxicidade na planta devido ao efeito salino, segundo Jandrey (2019 &#8211; Pioneer).</p>
<p>Assim sendo, é preciso ter cautela e conhecer muito bem sobre fertilizantes, necessidades da cultura e adequação ao seu solo.</p>
<h3>Em que época realizar a adubação nitrogenada?</h3>
<p>Entre os estádios V3 a V6 é o período em que a planta tem <strong>maior demanda de nitrogênio</strong>, afinal, é nesse período de desenvolvimento que ela estará definindo o seu potencial produtivo.</p>
<p>No entanto, essa também é a melhor época para se realizar a adubação de cobertura e, por outro lado, a não aplicação do nitrogênio ou fornecimento fora da época recomendada pode causar grandes perdas de produção!</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21378 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg" alt="Fases do estádios fenológicos do milho" width="483" height="284" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg 483w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-300x176.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-370x218.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-270x159.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px" /><span style="font-size: 10pt;">Estádios fenológicos do Milho &#8211; Fonte: Mais Soja</span></p>
<p>Há a comprovação desse dado por Fancelli e Casadei, onde as melhores respostas à produtividade de grãos ocorreram quando as adubações de cobertura foram feitas entre os estádios V2 e V6.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41643" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png" alt="Produtividade na cultura do milho" width="665" height="478" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png 665w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-300x216.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-370x266.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-270x194.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-150x108.png 150w" sizes="auto, (max-width: 665px) 100vw, 665px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Resposta à produtividade de grãos sob a aplicação de nitrogênio. Fonte: Fancelli e Casadei (dados não publicados)</span></p>
<h3>Dosagem na adubação nitrogenada</h3>
<p>A prática mais comumente usada entre os produtores é a aplicação de no máximo 1/3 da dose total de Nitrogênio, desde que esse valor não passe de 50 kg/ha de N na fase de cobertura.</p>
<p>O outros 2/3 desse fertilizante, aplicam a lanço ou incorporam entre estádios V3 até o V6.</p>
<p>Quando o solo onde a cultura se desenvolve é do tipo arenoso, o recomendado é que a dose seja parcelada em 2 ou 3 vezes.</p>
<p>Ainda assim, é possível observar que não existe a necessidade de fornecer nitrogênio em estádios fenológicos avançados. Isso porque, além de não contribuir para o aumento de produtividade, essa prática pode favorecer a ocorrência de doenças como helmintosporiose, ferrugem e cercosporiose.</p>
<p>O resultado benéfico a respeito da aplicação de N em estádios fenológicos iniciais é comprovado pela pesquisa conduzida por Uhart e Andrade, na publicação de 1995 e citada por Fancelli em publicação de 2010.</p>
<p>Os pesquisadores constataram ainda, que nos 15 dias após a floração, o milho remobilizou entre 28 kg/ha e 100 kg/ha de N absorvido nos estádios iniciais. Esse dado representa de 18% a 42% daquele presente na biomassa (planta).</p>
<p>Desse total mobilizado, cerca de 46 a 50% foi proveniente das folhas, enquanto de 54 a 60%, estava presente no colmo da planta.</p>
<p>É inegável, portanto, <strong>a importância desse nutriente</strong> à planta.</p>
<h2>Como aprimorar o uso dos fertilizantes na cultura do milho?</h2>
<p>Fica claro que o nível de informações geradas pela pesquisa e comprovadas por experimentações em campo, devem ser absorvidas pelo produtor que busca aprimorar o uso eficiente dos fertilizantes e obter elevadas produtividades.</p>
<p>Nesse quesito, buscar informações atualizadas, com quem entende do assunto, fará total diferença para aqueles que querem obter maiores produções e com qualidades dentro das exigências de mercado.</p>
<p>Culturas cerealistas, principalmente, demandam mais atenção, pois são <strong>anuais e de grande impacto econômico nacional.</strong></p>
<p>O nitrogênio tem um grande peso, como dito neste artigo, mas também salientamos não ignorar os micronutrientes. Há uma expressão conhecida na fertilidade como <strong>Lei do Mínimo</strong> que diz: <em>“a produção das culturas é limitada pelo nutriente em menor quantidade no solo, ainda que os demais estejam adequados, ele não supre essa necessidade.”</em></p>
<p>Tudo isso, unindo ainda a época de aplicação, se será por meio de sólidos ou líquidos, necessidade específica de cada cultura e do solo, faz com que seja necessário entender mais a fundo as várias etapas e processos da fertilidade.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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		<title>Casca de café como adubo orgânico: veja como utilizar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 18:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[adubo orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiamento]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[palha de café]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A casca de café é um subproduto da própria fazenda, que após o beneficiamento resulta em uma grande quantidade desse material, que possui excelente potencial para a lavoura. Ela oferece melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! Quais os benefícios da casca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A casca de café é um subproduto da própria fazenda, que após o beneficiamento resulta em uma grande quantidade desse material, que possui excelente potencial para a lavoura. Ela oferece <strong>melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais os benefícios da casca de café?</h2>
<p>Além de ser uma fonte de <strong>adubo orgânico</strong> liberando gradualmente os nutrientes, a casca de café também tem como benefícios:</p>
<ul>
<li>Melhora a retenção de umidade do solo;</li>
<li>Controle da erosão;</li>
<li>Diminuição da temperatura do solo;</li>
<li>Aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ctc-do-solo-entenda-o-que-e-e-como-interpreta-la/" target="_blank" rel="noopener">CTC (capacidade de troca de cátions)</a></strong>;</li>
<li>Melhora a atividade biológica do solo.</li>
</ul>
<p>Além disso, ela atua no <strong>controle de crescimento de plantas invasoras</strong> na projeção da saia do café tanto de maneira física, impedindo a germinação de sementes, como também de forma alelopática, que houve influência das coberturas mortas de casca de café (<em>Coffea arabica L.</em>) e casca de arroz (<em>Oryza sativa L.</em>) sobre o controle do Caruru-de-mancha (<em>Amaranthus viridis l.</em>) em lavoura de café.</p>
<p>Fato extremamente vantajoso, visto que além de todos os benefícios citados acima, a casca de café pode ter influência no controle de plantas daninhas, podendo dessa forma diminuir os custos com triações na lavoura.</p>
<p>A casca de café fornece nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), com teores em torno de 1,5 de N, 0,15 de P e 3,0 de K, como mostra a tabela abaixo com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/" target="_blank" rel="noopener">composição de NPK</a></strong> em alguns adubos orgânicos usados na cultura do café.</p>
<p>Esses macronutrientes possuem grande participação no metabolismo das plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41786 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe.png" alt="Composição de NPK de alguns adubos utilizados na cultura do café" width="654" height="250" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe.png 654w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe-300x115.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe-370x141.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe-270x103.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe-150x57.png 150w" sizes="auto, (max-width: 654px) 100vw, 654px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Matiello et alli, Cultura do Café no Brasi l- Manual de Recomendações, Mapa Fundação Procafé, Ed 2010.</span></p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>potássio</strong></a> além de outras funções na planta é um nutriente com grande influência na qualidade da bebida. Vários autores comprovam esta afirmativa, como o estudo de (Silva et al., 1999) que avaliando diferentes fontes e doses de potássio concluíram que o aumento das doses desse elemento químico <strong>influencia diretamente na qualidade da bebida</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Estudos sobre a casca de café</h2>
<p>A palha do café em coco, a palha do café despolpado e o pergaminho do café cereja descascado apresentam boas características para uso como adubo orgânico, porém, o pergaminho apresenta menor densidade e baixo valor nutricional.</p>
<p>Entretanto, deve-se estar atento também a <strong>lixiviação de potássio</strong>, um estudo comparando cinco tipos de resíduos do benefício de café, sendo eles:</p>
<ol>
<li>Casca do café cereja despolpado;</li>
<li>Casca do café “boia” separado no lavador;</li>
<li>Casca do café “natural” seco em coco sem passagem pelo lavador;</li>
<li>Casca de café um ano compostada;</li>
<li>Casca de café enriquecida e compostada por três anos.</li>
</ol>
<p>Foi observado que na dose de 300 kg há-1 K₂O obteve-se menor lixiviação de K com aplicação de K mineral nas cascas de café compostadas por um ano e café boia.</p>
<p>Já as cascas de café cereja e do café natural seco em coco (normalmente utilizadas na lavoura) apresentaram valores de lixiviação intermediários e a casca de café enriquecida e compostada por três anos foi o material que mais lixiviou.</p>
<p>Dessa forma, a aplicação de K na forma de resíduos do benefício não evita perda por lixiviação, por isso deve-se considerar as possíveis perdas desse potássio oferecido pela casca de café.</p>
<p>Barros e colaboradores (2001) realizaram um trabalho comparando a produtividade da lavoura com a aplicação de palha de café seca, esterco e adubação exclusivamente química, e observaram que a associação de adubo químico e orgânico é extremamente benéfico à produção do cafeeiro em relação à adubação exclusivamente química, e além disso, nas doses 1,0, 2,0, e 4,0 kg/cova de palha de café seca houve aumento crescente na produção.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41787 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe.png" alt="Produção anual de café do cultivar Catuaí 44, com aplicação de palha de café e esterco de gado associado ao adubo químico." width="849" height="332" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe.png 849w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-300x117.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-768x300.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-370x145.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-270x106.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-740x289.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-150x59.png 150w" sizes="auto, (max-width: 849px) 100vw, 849px" /></p>
<ul>
<li>** Médias seguidas das mesmas letras não diferem entre si pelo teste Tukey a 5% de probabilidade.</li>
<li>cv (parcela) = 13,69%</li>
<li>cv (subparcela) = 14,63%</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Produção anual, média de cinco safras (1997/2001), em cafeeiros do cultivar Catuaí 44, do ensaio de doses e modos de aplicação de palha de café e esterco de gado associado ao adubo químico, na formação e produção do cafeeiro. Martins Soares &#8211; MG – 2001.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Recomendações da casca de café</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A recomendação para a casca é a aplicação de <strong>5 a 10 toneladas por hectare</strong>. A aplicação dessa casca de café seca é feita em cobertura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve-se sempre considerar o equilíbrio entre o potássio, cálcio e magnésio no solo, visto que a palha de café possui um alto teor de potássio e baixo teor de magnésio e cálcio, ressaltando que no solo esses <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes</strong></a> devem sempre ficar na relação adequada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro importante fator a considerar é a respeito da utilização em lavouras de plantio, pois necessitam de pouco potássio.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4278 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4.jpg" alt="casca do café" width="494" height="373" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4.jpg 494w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4-300x227.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4-370x279.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4-270x204.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 494px) 100vw, 494px" /></p>
<p>Em relação ao armazenamento dessa casca, <strong>é recomendado que ela seja aplicada nas lavouras logo após a colheita. </strong></p>
<p>Caso não seja possível essa prática, deve-se proteger com lona, para evitar a perda dos nutrientes por lixiviação devido à ação da chuva, ou realizar a compostagem da mesma com qualquer outra forma de esterco, enriquecendo ainda mais o material que poderá ser utilizado em lavouras em produção ou no sulco de plantio.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4279 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5.jpg" alt="Mistura de esterco e palha de café" width="367" height="328" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5.jpg 367w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5-300x268.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5-335x300.jpg 335w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5-270x241.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5-336x300.jpg 336w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Mistura de esterco de curral e palha de café. Fonte: Diego Baquião</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4280 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final6.jpg" alt="Aplicação de casca de café" width="317" height="423" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final6.jpg 317w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final6-225x300.jpg 225w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final6-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Aplicação da casca de café. Fonte: Diego Baquião</span></p>
<p>Por ser um resíduo da fazenda, não são necessárias despesas adicionais para a compra desse adubo orgânico, os custos gerados são apenas de sua aplicação na lavoura, considerando a importância de uma prática que não encareça os custos de produção, uma vez que quanto maior esses custos, menor o lucro do produtor.</p>
<h2>Transforme resíduos em eficiência e resultados na lavoura de café</h2>
<p>O uso da casca de café como adubo orgânico é uma prática sustentável que pode melhorar a fertilidade do solo e reduzir custos de produção. Porém, para aproveitar todo o potencial desse recurso, é fundamental planejar sua aplicação dentro de uma gestão eficiente da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar técnicas de nutrição e manejo com estratégias de gestão que aumentam a produtividade, reduzem desperdícios e tornam a produção mais rentável e sustentável.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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